Skatistas natalenses se unem para pedir espaço e mais respeito ao esporte amador

Ainda vistos com preconceito e certo desdém pela sociedade e pelo poder público, skatistas natalenses se uniram no último fim de semana (3 e 4 de março) para manifestação pacífica em prol da construção de uma pista pública de skate na cidade – as ’skateparks’.

Lançando mão da máxima “a união faz a força”, mais de 150 amantes da prancha de rodinhas engrossaram o movimento que culminou em reunião com o Prefeito Carlos Eduardo na segunda dia 5. O pedido é muito simples: Natal precisa oferecer opções públicas de lazer à medida que se urbaniza.

A comitiva entregou uma proposta arquitetônica já formatada da pista. O mais interessante é que o encontro não deixa de ser uma luta coletiva:

1. pais e mães de jovens skatistas ficarão bem mais tranqüilos sabendo que o filho/a está em um local específico para a prática do esporte (sem o perigo de trânsito, por exemplo);

2. a vizinhança não precisa criar barraco alegando baderna/aglomeração (fato ocorrido no domingo, 4, que envolveu até a força policial);

3. o bairro ganha, a sociedade ganha, a quina das calçadas ganham, empresários do ramo imobiliário que estão construindo na vizinhança ganham (ou eles acham que nos prédios não vão vir morar pais que tem filhos skatistas?) … ou seja, é só vantagem!!!

Natal precisa prestar mais atenção nos espaços públicos: queremos praças arborizadas pra ardarmos protegidos do Sol que torra a cuca, e não apenas calçadões com canteiros lindos pra turista ver passando de carro.

Valorizar o esporte amador é investir no futuro dessa galera aí da foto, que não faz questão da pista ser construída em Ponta Negra ou Candelária (locais apontados como ideais pelos próprios atletas) — eles querem é que seja construída com esmero. E porque não ter duas ou mais skateparks??

Se Mossoró e Ceará Mirim tem sua pista de skate, porque a capital do Estado ainda não tem??
O Movimento SOS Ponta Negra endossa a luta e acredita piamente na necessidade da construção de tal equipamento.

A moradora Elen Corujinha ( centro da foto, de preto), que deu todo suporte ao evento/movimento, também merece todo nosso apoio nessa hora — a skatepark improvisada de Ponta Negra fica em frente a casa dela.

>>> leia as matérias publicadas pelo jornalista e skatista Alex Kidd (Alessandro Amaral) em sites especializados Brasil afora:

# www.qix.com.br/temp/pags/noticia03.asp?p_noticia=6501
# www.myllys.com.br/index.php?pg=noticia.php&id=251
# www.apsrn.com.br/news%2015.htm
# www.maha.com.br/skatenews.php?id=1914
# www.sktonline.ig.com.br/news/07_03_07_natal.shtml
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Skatistas natalenses se unem para pedir espaço e mais respeito ao esporte amador

Ainda vistos com preconceito e certo desdém pela sociedade e pelo poder público, skatistas natalenses se uniram no último fim de semana (3 e 4 de março) para manifestação pacífica em prol da construção de uma pista pública de skate na cidade – as ’skateparks’.

Lançando mão da máxima “a união faz a força”, mais de 150 amantes da prancha de rodinhas engrossaram o movimento que culminou em reunião com o Prefeito Carlos Eduardo na segunda dia 5. O pedido é muito simples: Natal precisa oferecer opções públicas de lazer à medida que se urbaniza.

A comitiva entregou uma proposta arquitetônica já formatada da pista. O mais interessante é que o encontro não deixa de ser uma luta coletiva:

1. pais e mães de jovens skatistas ficarão bem mais tranqüilos sabendo que o filho/a está em um local específico para a prática do esporte (sem o perigo de trânsito, por exemplo);

2. a vizinhança não precisa criar barraco alegando baderna/aglomeração (fato ocorrido no domingo, 4, que envolveu até a força policial);

3. o bairro ganha, a sociedade ganha, a quina das calçadas ganham, empresários do ramo imobiliário que estão construindo na vizinhança ganham (ou eles acham que nos prédios não vão vir morar pais que tem filhos skatistas?) … ou seja, é só vantagem!!!

Natal precisa prestar mais atenção nos espaços públicos: queremos praças arborizadas pra ardarmos protegidos do Sol que torra a cuca, e não apenas calçadões com canteiros lindos pra turista ver passando de carro.

Valorizar o esporte amador é investir no futuro dessa galera aí da foto, que não faz questão da pista ser construída em Ponta Negra ou Candelária (locais apontados como ideais pelos próprios atletas) — eles querem é que seja construída com esmero. E porque não ter duas ou mais skateparks??

Se Mossoró e Ceará Mirim tem sua pista de skate, porque a capital do Estado ainda não tem??
O Movimento SOS Ponta Negra endossa a luta e acredita piamente na necessidade da construção de tal equipamento.

A moradora Elen Corujinha ( centro da foto, de preto), que deu todo suporte ao evento/movimento, também merece todo nosso apoio nessa hora — a skatepark improvisada de Ponta Negra fica em frente a casa dela.

>>> leia as matérias publicadas pelo jornalista e skatista Alex Kidd (Alessandro Amaral) em sites especializados Brasil afora:

# www.qix.com.br/temp/pags/noticia03.asp?p_noticia=6501
# www.myllys.com.br/index.php?pg=noticia.php&id=251
# www.apsrn.com.br/news%2015.htm
# www.maha.com.br/skatenews.php?id=1914
# www.sktonline.ig.com.br/news/07_03_07_natal.shtml
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Matéria Diário de Natal 8/3 :: Oficina de surfe é assaltada em Ponta Negra

Oficina de surfe é assaltada em Ponta Negra

Foto: D’Luca/Diário de Natal

Alan Rodrigues disse que o portão estava aberto e resolveu entrar

O estudante Alan Crispino Rodrigues, de 19 anos, foi preso por volta das 12h de ontem depois de roubar de uma casa da rua Praia de Camurupim, no bairro de Ponta Negra, uma TV 29 polegadas e vários equipamentos usados na fabricação de pranchas de surfe.

O acusado, que foi interno por dois anos e meio do Centro Educacional da Zona Sul (Ceduc Pitimbu) por assalto a mão armada, trabalhava como ‘‘flanelinha’’ próximo ao Ponta Negra Center – por trás do shopping Vilarte, localizado na Avenida Engenheiro Roberto Freire. ‘‘Toquei a campainha para pedir um café, e percebi que não havia ninguém em casa. Daí resolvi entrar para levar a TV e as pranchas, o portão estava aberto’’, alegou o acusado, após ser levado para o 15º Distrito Policial de Natal, na Vila de Ponta Negra.

O proprietário dos pertences roubados pelo acusado, Paulo Roberto Minnemann, de 25 anos, que fabrica pranchas de surfe em uma pequena oficina localizada no quintal da casa invadida por Alan Crispino, disse que não conseguiu recuperar sua lixadeira, equipamento, que, segundo ele, custa cerca de R$ 750. ‘‘Não tenho como fazer uma prancha sem essa lixadeira’’, conta a vítima, que soube do furto no momento em que chegava ao trabalho, por volta das 12h40.

‘‘Eu só trabalho à tarde. Quando cheguei, foi que os vizinhos me contaram. A grade do portão foi empenada’’, observa Minnemann. Os vizinhos da rua Camurupim só deram conta que estavam diante de um furto quando viram o acusado com uma TV 29 polegadas na cabeça. Isso depois de o flanelinha ter levado cinco pranchas e várias ferramentas da oficina. Eles mesmos coibiram a ação de Alan Crispino e tentaram linchá-lo.

Uma viatura da Polícia Militar chegou ao local minutos depois de a Central de Operações da corporação ser acionada sobre a ocorrência. O acusado foi levado para a Delegacia da Vila de Ponta Negra, onde o titular da unidade, delegado Luiz Gonzaga Lucena, lavrou o flagrante do furto. Alan Crispino Rodrigues é morador do município de São Gonçalo do Amarante (Grande Natal) e trabalhava de flanelinha todos os dias nas imediações do Ponta Negra Center.

Esta foi a primeira vez que ele foi preso desde que completou a maioridade penal. ‘‘Nunca me meti nisso não. Passei dois anos no Ceduc por assalto a mão armada, mas, desde que completei 18 anos, ainda não havia feito nada’’, conclui. O estudante ficará sob custódia no próprio 15º DP de Natal.

* comentário pertinente: É isso que queremos ver/ler? Sem dúvida o cinto está apertando, e se não dermos (todos: poder público, empresários e sociedade) opções para esses jovens a coisa vai piorar!!

Matéria Diário de Natal 8/3 :: Oficina de surfe é assaltada em Ponta Negra

Oficina de surfe é assaltada em Ponta Negra

Foto: D’Luca/Diário de Natal

Alan Rodrigues disse que o portão estava aberto e resolveu entrar

O estudante Alan Crispino Rodrigues, de 19 anos, foi preso por volta das 12h de ontem depois de roubar de uma casa da rua Praia de Camurupim, no bairro de Ponta Negra, uma TV 29 polegadas e vários equipamentos usados na fabricação de pranchas de surfe.

O acusado, que foi interno por dois anos e meio do Centro Educacional da Zona Sul (Ceduc Pitimbu) por assalto a mão armada, trabalhava como ‘‘flanelinha’’ próximo ao Ponta Negra Center – por trás do shopping Vilarte, localizado na Avenida Engenheiro Roberto Freire. ‘‘Toquei a campainha para pedir um café, e percebi que não havia ninguém em casa. Daí resolvi entrar para levar a TV e as pranchas, o portão estava aberto’’, alegou o acusado, após ser levado para o 15º Distrito Policial de Natal, na Vila de Ponta Negra.

O proprietário dos pertences roubados pelo acusado, Paulo Roberto Minnemann, de 25 anos, que fabrica pranchas de surfe em uma pequena oficina localizada no quintal da casa invadida por Alan Crispino, disse que não conseguiu recuperar sua lixadeira, equipamento, que, segundo ele, custa cerca de R$ 750. ‘‘Não tenho como fazer uma prancha sem essa lixadeira’’, conta a vítima, que soube do furto no momento em que chegava ao trabalho, por volta das 12h40.

‘‘Eu só trabalho à tarde. Quando cheguei, foi que os vizinhos me contaram. A grade do portão foi empenada’’, observa Minnemann. Os vizinhos da rua Camurupim só deram conta que estavam diante de um furto quando viram o acusado com uma TV 29 polegadas na cabeça. Isso depois de o flanelinha ter levado cinco pranchas e várias ferramentas da oficina. Eles mesmos coibiram a ação de Alan Crispino e tentaram linchá-lo.

Uma viatura da Polícia Militar chegou ao local minutos depois de a Central de Operações da corporação ser acionada sobre a ocorrência. O acusado foi levado para a Delegacia da Vila de Ponta Negra, onde o titular da unidade, delegado Luiz Gonzaga Lucena, lavrou o flagrante do furto. Alan Crispino Rodrigues é morador do município de São Gonçalo do Amarante (Grande Natal) e trabalhava de flanelinha todos os dias nas imediações do Ponta Negra Center.

Esta foi a primeira vez que ele foi preso desde que completou a maioridade penal. ‘‘Nunca me meti nisso não. Passei dois anos no Ceduc por assalto a mão armada, mas, desde que completei 18 anos, ainda não havia feito nada’’, conclui. O estudante ficará sob custódia no próprio 15º DP de Natal.

* comentário pertinente: É isso que queremos ver/ler? Sem dúvida o cinto está apertando, e se não dermos (todos: poder público, empresários e sociedade) opções para esses jovens a coisa vai piorar!!