Carta de DIMIRSON HOLANDA :: morador do Conjunto Ponta Negra

Caros,

meu nome é Dimirson Holanda Cavalcante, sou membro da Associação de Moradores de Ponta Negra e Alagamar. Engajei-me nesta luta após tomar conhecimento do movimento SOS PONTA NEGRA. Minha consciência é o entendimento que essa é a fonte geradora da sensibilização do morador de Ponta Negra.

A partir daí voltei-me para tentar reunir moradores dos dois parques residenciais Ponta Negra e Alagamar transmitindo por todos os meios possíveis, que nossos conjuntos estão também ameaçados na sua existência.

Não é justo que nós moradores desde a fundação do conjunto fiquemos agora sujeitos às investidas da forte especulação imobiliária que quer impor pela força do dinheiro a transformação das unidades residenciais horizontais em espigões.

As conseqüências conhecidas como impacto de vizinhança já se faz sentir. Estamos ficando encurralados por um cinturão de concreto que bloqueia as correntes de ar amenizadoras do forte calor na estação do verão. Com que direitos esses senhores do “deus mercado” se baseiam para impedir que os cidadãos usufruam um bem da natureza comum a todos nós?

Sentimos-nos lesados enquanto cidadãos que pagam impostos, por não termos sido consultados para os investimentos que se pretendiam aqui em nossos parques. Hão de dizer talvez, que o assunto foi exaustivamente debatido com diversos segmentos da sociedade inclusive representantes de moradores do bairro.

Desconheço como morador e depois como membro da Associação de Moradores de Ponta Negra e Alagamar quem foram esses representantes. Se de fato existiram representantes, me desculpem, eles não cumpriram seu papel. Um assunto da mais alta relevância como este, não poderia ter ficado na ignorância da grande maioria dos moradores, ou a diretoria da Associação de Moradores de Ponta Negra e Alagamar foi omissa neste caso.

Estamos agora, felizmente, com tempo ainda de impedir que nos expulsem de nossas casas por essa forma maliciosa conhecida como EXPULSÃO BRANCA.

Estamos a poucos dias de uma audiência pública, 28/03/07 às 9h na Câmara Municipal de Natal, onde nós moradores vamos apresentar emendas que possam ser inseridas na proposta do novo PDN, e assim conseguir proteger nosso direito de escolha para o bairro que queremos. Nossa escolha se deu a cerca de quase trinta anos com sacrifício para obter a casa onde vivemos e agora querem nos impor um modelo de verticalização que não optamos.

Sabemos de antemão que conseqüências negativas entre elas aumento de IPTU podem vir. Os empresários do setor imobiliário trabalham na expectativa de mais adensamento para assim construírem mais e mais espigões. Para isso defendem sempre as margens de contenção dos parâmetros de coeficiente de aproveitamento, gabarito e remembramento para cima.

E vão tentar influenciar os vereadores de Natal com o argumento de que o setor dispõe de cerca de R$ 1,151 bilhões em obras para este ano (JH edição de 23/03/07 Coluna Hoje na Economia do senhor Marcos Aurélio). A governadora ficou radiante com a notícia! Eu fico também, desde que esses recursos não sejam para degradar o ambiente em que residimos aqui nem em outro lugar da cidade.

Enfim o assunto requer mais debate, a aprovação do PDN não pode ser como eles querem. Conclamamos a todos moradores dos dois parques residenciais de Ponta Negra e Alagamar a procurarem saber o que se passa comparecendo dia 28/03/07 às 09 horas ao plenário da CMN.

Atenciosamente,
dimirson@act.psi.br

NATAL UM MAR DE POESIAS! :: poesia de Deth Haak pintada em mural no início do calçadão de Ponta Negra, próximo do Morro do Careca

Natal um mar de Poesias!

Elevo a Senhora da Apresentação a doce prece
Na homilia que canto em lirismo, a ti oh! Deidade
No alumbre da noite que ao dia ora entardece
Irisando mar que banha areia da Natal cidade…

No luzeiro de contas que a Via Costeira oferece
É como rendilha que cintila, é bem verdade,
Ao refletir na Ponta Negra a que mais padece
Entre músculos de aço e concreto a cruel realidade!

Que ao olhar pranteia o papiro, que assim desperta
Tecendo poemas ao Morro do Careca á obra viva,
Rutilando a pena em versos que ao criador decreta!
Natal um mar de poesias! A miragem ora absorvida

No Rio Potengi, o luar acalenta a Ponta Negra aflita
A indagar, que será de ti, se a grã Duna for escondida?

por Deth Haak
“A Poetisa dos Ventos”
Cônsul Poetadelmundo- RN
SPVA-RN : Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN

Observatório do Turismo Sexual Infanto-Juvenil Italiano no Brasil

# texto publicado no site DHNET – Direitos Humanos:

Bem-vindos à página do Observatório do Turismo Sexual Infanto-Juvenil Italiano no Brasil.
Aqui encontrarão informações sobre quem são e como agem aqueles que praticam ou promovem a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileir@s e lucram em cima dela disfarçados de operadores do setor turístico.

Saberão, também, como poderão contribuir para denunciá-los.

Contamos com a sua participação.

Vamos dizer basta aos violadores de Direitos Humanos!

# links:
>> www.dhnet.org.br
>> www.dhnet.org.br/observatorio/index.htm

Observatório do Turismo Sexual Infanto-Juvenil Italiano no Brasil

# texto publicado no site DHNET – Direitos Humanos:

Bem-vindos à página do Observatório do Turismo Sexual Infanto-Juvenil Italiano no Brasil.
Aqui encontrarão informações sobre quem são e como agem aqueles que praticam ou promovem a exploração sexual de crianças e adolescentes brasileir@s e lucram em cima dela disfarçados de operadores do setor turístico.

Saberão, também, como poderão contribuir para denunciá-los.

Contamos com a sua participação.

Vamos dizer basta aos violadores de Direitos Humanos!

# links:
>> www.dhnet.org.br
>> www.dhnet.org.br/observatorio/index.htm

AMAZÔNIA PARA SEMPRE :: manifesto e abaixo-assinado

Se você também deseja uma ‘Amazônia para Sempre‘, subscreva nosso manifesto. Ao obter o número de assinaturas necessário, ele será encaminhado ao Presidente da República para que sejam tomadas as providências necessárias para resolver este que é um sério problema brasileiro e mundial: A devastação da Amazônia.

Sua participação é muito importante!

CARTA ABERTA DE ARTISTAS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.

# links:

>> www.amazoniaparasempre.taho.com.br/TPAssine.html
>> www.amazoniaparasempre.com.br

AMAZÔNIA PARA SEMPRE :: manifesto e abaixo-assinado

Se você também deseja uma ‘Amazônia para Sempre‘, subscreva nosso manifesto. Ao obter o número de assinaturas necessário, ele será encaminhado ao Presidente da República para que sejam tomadas as providências necessárias para resolver este que é um sério problema brasileiro e mundial: A devastação da Amazônia.

Sua participação é muito importante!

CARTA ABERTA DE ARTISTAS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.

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Matéria site SK8 22/3 :: Protesto de skatistas em Natal em prol da construção de um skatepark

Protesto de skatistas em Natal

Texto e fotos: Alessandro Amaral
Colaboração: Marcos Bollmann

Skatistas Natalenses vão as ruas pedir Skatepark

Aconteceu nesta terça-feira, 20 de março, em frente à Prefeitura de Natal/RN, mais um manifesto dos skatistas potiguares em prol da pista pública da capital.

Desta vez cartazes, faixa e apitos fizeram parte do enredo e ajudaram a chamar atenção no centro da cidade nesta tarde. Depois de muito barulho e o trânsito fechado duas vezes, a Secretária do prefeito veio pessoalmente dizer que até segunda-feira seremos atendidos.

Após uma longa espera e vários encontros adiados, os skatistas resolveram arregaçar as mangas e levar as ruas seu protesto pela falta de pistas, de forma pacífica e bonita, a fim de serem ouvidos e levados a sério. Quase uma hora inteira de apitos ininterrupta e a invasão da rua Ulisses Caldas por alguns minutos fez os funcionários da prefeitura virem para as portas e janelas, além de incomodar os transeuntes com o barulho.

A TV local noticiou o fato, entrevistou alguns skatistas e mostrou a manifestação para todo o Estado. A cada instante mais skatistas se agregavam ao movimento e o barulho se tornava mais forte. Depois de receber a resposta da secretária em pessoa, no meio do manifesto, os skatistas foram fechar o dia com uma session na Praça Vermelha (Metropolitana).

Os guerreiros que fazem parte desta cruzada são batalhadores e não desistem da luta facilmente. Alguns estão sofrendo represálias e enfrentando situações adversas e inesperadas. Mesmo assim não arredam o pé e mantém a causa firme e cada vez mais forte.

O skate de Natal tem um potencial enorme e já provou isso várias vezes, em competições dentro e fora do Estado. O incentivo de uma pista de skate pública trará mais uma opção de lazer aos jovens, além do papel social e esportivo da atividade. O desenvolvimento atingido pela capital do Rio Grande do Norte exige um ou mais equipamentos do tipo para repercutir seu talento, a exemplo dos municípios de Macau, Mossoró e Ceará-Mirim.

Matéria site SK8 22/3 :: Protesto de skatistas em Natal em prol da construção de um skatepark

Protesto de skatistas em Natal

Texto e fotos: Alessandro Amaral
Colaboração: Marcos Bollmann

Skatistas Natalenses vão as ruas pedir Skatepark

Aconteceu nesta terça-feira, 20 de março, em frente à Prefeitura de Natal/RN, mais um manifesto dos skatistas potiguares em prol da pista pública da capital.

Desta vez cartazes, faixa e apitos fizeram parte do enredo e ajudaram a chamar atenção no centro da cidade nesta tarde. Depois de muito barulho e o trânsito fechado duas vezes, a Secretária do prefeito veio pessoalmente dizer que até segunda-feira seremos atendidos.

Após uma longa espera e vários encontros adiados, os skatistas resolveram arregaçar as mangas e levar as ruas seu protesto pela falta de pistas, de forma pacífica e bonita, a fim de serem ouvidos e levados a sério. Quase uma hora inteira de apitos ininterrupta e a invasão da rua Ulisses Caldas por alguns minutos fez os funcionários da prefeitura virem para as portas e janelas, além de incomodar os transeuntes com o barulho.

A TV local noticiou o fato, entrevistou alguns skatistas e mostrou a manifestação para todo o Estado. A cada instante mais skatistas se agregavam ao movimento e o barulho se tornava mais forte. Depois de receber a resposta da secretária em pessoa, no meio do manifesto, os skatistas foram fechar o dia com uma session na Praça Vermelha (Metropolitana).

Os guerreiros que fazem parte desta cruzada são batalhadores e não desistem da luta facilmente. Alguns estão sofrendo represálias e enfrentando situações adversas e inesperadas. Mesmo assim não arredam o pé e mantém a causa firme e cada vez mais forte.

O skate de Natal tem um potencial enorme e já provou isso várias vezes, em competições dentro e fora do Estado. O incentivo de uma pista de skate pública trará mais uma opção de lazer aos jovens, além do papel social e esportivo da atividade. O desenvolvimento atingido pela capital do Rio Grande do Norte exige um ou mais equipamentos do tipo para repercutir seu talento, a exemplo dos municípios de Macau, Mossoró e Ceará-Mirim.

Matéria DN :: Promotora recorre e pede que obra na Vila de ponta Negra seja paralizada

Promotora recorre e pede que obra pare

Foto: Fábio Cortez/DN

Gilka da Mata, promotora do Meio Ambiente, ajuizou embargo declaratório

Duas medidas judiciais, independentes, foram tomadas pela Promotoria do Meio Ambiente e pela Procuradoria Geral do Município na tentativa de reverter a decisão do juiz da 3ªVara da Fazenda Pública, Virgílio Fernandes de Macedo Júnior, que autorizou a retomada da construção de um dos prédios situados nas proximidades do Morro do Careca, o Villa Del Sol, da Construtora Natal Real State.

A promotora Gilka da Mata entrou ontem com o embargo de declaração, um tipo de recurso que questiona dúvidas, contradições ou omissões da sentença. Já segundo o procurador geral do Município, Valdenir Oliveira, as procuradoras municipais do Meio Ambiente, Marize Costa Duarte e Cássia Bulhões, estão responsáveis pela preparação do recurso de Agravo de Instrumento. O que, em outras palavras, significa que a Procuradoria Geral do Município pretende interpor a decisão do juiz Macedo Júnior ao Tribunal de Justiça do RN.

O Villa Del Sol é um dos prédios que protagoniza a luta dos defensores do meio ambiente – em especial ao Morro do Careca – e as construtoras que se dizem no direito de construir já que têm licença ambiental para tanto. A celeuma começou desde o ano passado, quando um grupo de moradores de Ponta Negra, através do Movimento SOS Ponta Negra, começou a questionar as obras – algumas bem próximas ao pé do Morro – e levaram a discussão para a sociedade. A Promotoria do Meio Ambiente foi provocada e a Prefeitura se manifestou contrária à construção, em dezembro passado, num evento que ‘‘abraçou’’ literalmente o Morro do Careca.

Conscientização

Paralelamente ao que ocorre no âmbito judicial, o Conselho Comunitário de Ponta Negra, em parceria com ONGs e o Movimento SOS Ponta Negra está promovendo uma Semana de Conscientização que vai até próximo domingo, abordando diversos temas ambientais naquela área, a partir de palestras, gincanas e oficinas. Hoje, um grupo pretende pintar um mural que fica no Calçadão da praia de Ponta Negra, e às 19h, o Coletivo Leila Diniz fará uma palestra no Conselho Comunitário do bairro.

Para o membro do Movimento SOS Ponta Negra, o jornalista Yuno Silva, a expectativa é de que a promotora Gilka da Mata consiga interceder e a obra seja paralisada novamente. Mas o Movimento SOS Ponta Negra deixará de ser expectador e partirá para uma ação daqui a uma semana. É que no dia 21, está marcada uma nova audiência pública na Câmara dos Vereadores, na qual o Movimento pretende levar emendas ao novo Plano Diretor de Natal, as quais tratam justamente das questões de Ponta Negra. ‘‘Entregaremos as sugestões de alteração do texto que será votado pelos vereadores. E tudo o que foi feito foi respaldado por engenheiros, biólogos e geólogos, tendo à frente o apoio técnico da professora do Departamento de Arquitetura da UFRN, Dulce Bentes’’, disse Yuno Silva.

A reportagem procurou o sócio-proprietário da Natal Real State, Franklin Castro, para falar sobre o assunto, mas ele encontra-se fora da cidade. Através da assessoria de imprensa, a Construtora insistiu nos benefícios sociais que a obra alcança, tendo em vista que são gerados 36 empregos diretos na Vila de Ponta Negra, em detrimento aos problemas ambientais.

# link com medida judicial (na íntegra) do Ministério Público

Matéria DN :: Promotora recorre e pede que obra na Vila de ponta Negra seja paralizada

Promotora recorre e pede que obra pare

Foto: Fábio Cortez/DN

Gilka da Mata, promotora do Meio Ambiente, ajuizou embargo declaratório

Duas medidas judiciais, independentes, foram tomadas pela Promotoria do Meio Ambiente e pela Procuradoria Geral do Município na tentativa de reverter a decisão do juiz da 3ªVara da Fazenda Pública, Virgílio Fernandes de Macedo Júnior, que autorizou a retomada da construção de um dos prédios situados nas proximidades do Morro do Careca, o Villa Del Sol, da Construtora Natal Real State.

A promotora Gilka da Mata entrou ontem com o embargo de declaração, um tipo de recurso que questiona dúvidas, contradições ou omissões da sentença. Já segundo o procurador geral do Município, Valdenir Oliveira, as procuradoras municipais do Meio Ambiente, Marize Costa Duarte e Cássia Bulhões, estão responsáveis pela preparação do recurso de Agravo de Instrumento. O que, em outras palavras, significa que a Procuradoria Geral do Município pretende interpor a decisão do juiz Macedo Júnior ao Tribunal de Justiça do RN.

O Villa Del Sol é um dos prédios que protagoniza a luta dos defensores do meio ambiente – em especial ao Morro do Careca – e as construtoras que se dizem no direito de construir já que têm licença ambiental para tanto. A celeuma começou desde o ano passado, quando um grupo de moradores de Ponta Negra, através do Movimento SOS Ponta Negra, começou a questionar as obras – algumas bem próximas ao pé do Morro – e levaram a discussão para a sociedade. A Promotoria do Meio Ambiente foi provocada e a Prefeitura se manifestou contrária à construção, em dezembro passado, num evento que ‘‘abraçou’’ literalmente o Morro do Careca.

Conscientização

Paralelamente ao que ocorre no âmbito judicial, o Conselho Comunitário de Ponta Negra, em parceria com ONGs e o Movimento SOS Ponta Negra está promovendo uma Semana de Conscientização que vai até próximo domingo, abordando diversos temas ambientais naquela área, a partir de palestras, gincanas e oficinas. Hoje, um grupo pretende pintar um mural que fica no Calçadão da praia de Ponta Negra, e às 19h, o Coletivo Leila Diniz fará uma palestra no Conselho Comunitário do bairro.

Para o membro do Movimento SOS Ponta Negra, o jornalista Yuno Silva, a expectativa é de que a promotora Gilka da Mata consiga interceder e a obra seja paralisada novamente. Mas o Movimento SOS Ponta Negra deixará de ser expectador e partirá para uma ação daqui a uma semana. É que no dia 21, está marcada uma nova audiência pública na Câmara dos Vereadores, na qual o Movimento pretende levar emendas ao novo Plano Diretor de Natal, as quais tratam justamente das questões de Ponta Negra. ‘‘Entregaremos as sugestões de alteração do texto que será votado pelos vereadores. E tudo o que foi feito foi respaldado por engenheiros, biólogos e geólogos, tendo à frente o apoio técnico da professora do Departamento de Arquitetura da UFRN, Dulce Bentes’’, disse Yuno Silva.

A reportagem procurou o sócio-proprietário da Natal Real State, Franklin Castro, para falar sobre o assunto, mas ele encontra-se fora da cidade. Através da assessoria de imprensa, a Construtora insistiu nos benefícios sociais que a obra alcança, tendo em vista que são gerados 36 empregos diretos na Vila de Ponta Negra, em detrimento aos problemas ambientais.

# link com medida judicial (na íntegra) do Ministério Público