URGENTE!!!! A VILA TEM ARTE :: domingo (1/4), 16h, de graça na praia de Ponta Negra

A VILA TEM ARTE

# DOMINGO, a partir das 16h
# GRÁTIS
# Calçadão da praia de Ponta Negra
(início do calçadão, lá perto do Morro do Careca – Beach Resort/Las Palmas)


O Conselho Comunitário, o Movimento SOS Ponta Negra e parceiros, leia-se Caio dos Anjos, Sônia Maria e Deth Haak, mais Pau e Lata, Sociedade dos Poetas Vivos e Afins – SPVA, Pastoril, Capoeira Arte/Vida, Ongs e comunidade, entram em ação para um trabalho formiguinha.

Neste domingo, 1º de abril, a arte da Vila de Ponta Negra desce a ladeira para mostrar que a comunidade é bem mais do que pensam leitores de páginas policiais.

Do alto de seus 300 anos de história, onde os autores são jandadeiros/pescadores, agricultores, rendeiras e artistas populares (Pastoril, Boi de Reis, Bambelô, Congos de Calçola, Teatro da Vila), a Vila mostra sua cara na primeira edição do projeto sócio-cultural A VILA TEM ARTE. Ainda em fase embrionária, o programa piloto pretende firmar-se como atração mensal permanente.

Se você conhece a Vila venha engrossar esse caldo de cidadania e identidade cultural. Se você ainda não conhece a arte da Vila mas simpatiza com NOSSA causa sinta-se convidadíssimo a participar de uma tarde lúdica-poética-e-musical.

Artesanato, capoeira, poesia, Pastoril, Pau e Lata, música com Zé Martins, intervenções, performances, exposição de artes plásticas e estande de livros … tudo DE GRAÇA!!!

PARTICIPE E MULTIPLIQUE, pois a luta agora é permanente!

Informações 84 8804-5195

Hoje na Economia JH 28/3 :: coluna assinada por Marcos Aurélio Sá

Hoje na Economia – Jornal de Hoje
28/3/2007

# por Marcos Aurélio de Sá
administracao@jornaldehoje.com.br

• Na falta de sintonia entre o poder público e a livre iniciativa, quem perde é a sociedade

• Tudo indica que a partir de amanhã a Câmara de Vereadores dará início à votação do novo Plano Diretor de Natal, a lei maior que regerá os critérios de utilização do solo urbano do município pelos próximos anos.

• Também, ao que tudo sugere, todo o tempo gasto nos últimos meses por diversos segmentos da sociedade natalense na discussão do anteprojeto desse instrumento legal e na apresentação de propostas consentâneas com os interesses das partes, foi simplesmente jogado fora.

• O fato é que as inúmeras reuniões convocadas pelas autoridades da Prefeitura não passaram de jogo de cena. E o texto encaminhado à apreciação dos vereadores pelo prefeito Carlos Eduardo Alves deixou de lado, por exemplo, as proposições da classe empresarial que atua no mercado imobiliário, desprezando até recomendações técnicas do meio acadêmico e dos profissionais liberais que atuam no ramo da engenharia e da arquitetura.

• Parece que nossas lideranças políticas estão esquecidas de que compete aos agentes da livre iniciativa — no caso, aos empresários da construção civil — o papel obrigatório de satisfazer os interesses e as exigências do mercado (ou seja, da sociedade), sob pena de não alcançar sucesso nos seus empreendimentos.

• Diferentemente do poder público, que costuma em nosso meio (por falta de tradição democrática) impor os caprichos estapafúrdios do governante à sociedade apassivada, as empresas são obrigadas pelo mercado a realizar exatamente aquilo que o consumidor exige, sob pena de ficarem no prejuízo e irem à falência.

• O Plano Diretor estabelecer, por exemplo, que em todos os bairros da zona Norte de Natal a altura máxima dos prédios a serem construídos de agora em diante terá de ser 6 metros e meio (o que corresponde a apenas dois pavimentos), é um critério que certamente vai contra o interesse de parcela significativa das famílias residentes naquela área da capital, desejosas de um dia poder residir num edifício de apartamentos sem precisar de abandonar o seu habitat, como fazem hoje — e continuarão fazendo no futuro — dezenas de milhares de família que vivem na zona Sul.

• Que direito tem o poder público de obrigar todo cidadão da zona Norte a ter de morar numa casa quando ele, por qualquer motivo razoável (a segurança familiar por exemplo), preferiria residir num prédio de apartamentos?…

• Na visão da classe empresarial da construção civil — que inquestionavelmente tem sido a maior responsável pelo que existe de melhor em termos de urbanização em nosso meio (a despeito do poder público lhe criar tantas barreiras ao manter a cidade sem saneamento básico, sem sistemas eficientes de drenagem, sem controle das invasões favelizantes, etc.) — o ideal seria que Natal viesse a ter um Plano Diretor que assegurasse o desenvolvimento sustentável da cidade com o máximo de proteção ambiental, de preservação das suas paisagens e do seu clima, mas oferecendo condições para que sua população possa viver mais confortavelmente, usufruindo todas as vantagens que a modernidade possa oferecer.

• Forçar, por exemplo, a crescente população da zona Norte a preservar o modelo urbanístico dos anos 70 e 80, que tem como padrão os precários conjuntos de habitações populares da antiga Cohab; ou condenar as famílias residentes no bairro de Mãe Luíza a serem eternamente pobres e viverem submetidas a morar em seus modestos casebres atuais, pela proibição do remembramento de terrenos, não passa de uma grandes estupidez; são imposições que vão em direção oposta ao progresso e aos anseios de ascensão material e social, sentimentos inerentes ao ser humano em qualquer tempo e lugar, mesmo nos países onde imperam os regimes totalitários mais retrógrados.

• Fazemos votos de que os vereadores de Natal, mesmo os que compõem a base de apoio ao prefeito, não sejam obtusos; que atuem com bom senso na discussão e votação no novo Plano Diretor e não se rendam, também, à prepotência de ecologistas de araque interessados, isto sim, em criar dificuldades à livre iniciativa para, desta forma, traficar facilidades pela via da chantagem.

* comentário pertinente: para ler e refletir … Neste texto há fortes indícios de uma guerra declarada de interesses: de um lado o poder econômico que visa o lucro a todo custo, do outro NÓS, cidadãos comuns que querem garantir a qualidade de vida de quem mora em Natal/Ponta Negra e o direito a moradia/permanência.

Hoje na Economia JH 28/3 :: coluna assinada por Marcos Aurélio Sá

Hoje na Economia – Jornal de Hoje
28/3/2007

# por Marcos Aurélio de Sá
administracao@jornaldehoje.com.br

• Na falta de sintonia entre o poder público e a livre iniciativa, quem perde é a sociedade

• Tudo indica que a partir de amanhã a Câmara de Vereadores dará início à votação do novo Plano Diretor de Natal, a lei maior que regerá os critérios de utilização do solo urbano do município pelos próximos anos.

• Também, ao que tudo sugere, todo o tempo gasto nos últimos meses por diversos segmentos da sociedade natalense na discussão do anteprojeto desse instrumento legal e na apresentação de propostas consentâneas com os interesses das partes, foi simplesmente jogado fora.

• O fato é que as inúmeras reuniões convocadas pelas autoridades da Prefeitura não passaram de jogo de cena. E o texto encaminhado à apreciação dos vereadores pelo prefeito Carlos Eduardo Alves deixou de lado, por exemplo, as proposições da classe empresarial que atua no mercado imobiliário, desprezando até recomendações técnicas do meio acadêmico e dos profissionais liberais que atuam no ramo da engenharia e da arquitetura.

• Parece que nossas lideranças políticas estão esquecidas de que compete aos agentes da livre iniciativa — no caso, aos empresários da construção civil — o papel obrigatório de satisfazer os interesses e as exigências do mercado (ou seja, da sociedade), sob pena de não alcançar sucesso nos seus empreendimentos.

• Diferentemente do poder público, que costuma em nosso meio (por falta de tradição democrática) impor os caprichos estapafúrdios do governante à sociedade apassivada, as empresas são obrigadas pelo mercado a realizar exatamente aquilo que o consumidor exige, sob pena de ficarem no prejuízo e irem à falência.

• O Plano Diretor estabelecer, por exemplo, que em todos os bairros da zona Norte de Natal a altura máxima dos prédios a serem construídos de agora em diante terá de ser 6 metros e meio (o que corresponde a apenas dois pavimentos), é um critério que certamente vai contra o interesse de parcela significativa das famílias residentes naquela área da capital, desejosas de um dia poder residir num edifício de apartamentos sem precisar de abandonar o seu habitat, como fazem hoje — e continuarão fazendo no futuro — dezenas de milhares de família que vivem na zona Sul.

• Que direito tem o poder público de obrigar todo cidadão da zona Norte a ter de morar numa casa quando ele, por qualquer motivo razoável (a segurança familiar por exemplo), preferiria residir num prédio de apartamentos?…

• Na visão da classe empresarial da construção civil — que inquestionavelmente tem sido a maior responsável pelo que existe de melhor em termos de urbanização em nosso meio (a despeito do poder público lhe criar tantas barreiras ao manter a cidade sem saneamento básico, sem sistemas eficientes de drenagem, sem controle das invasões favelizantes, etc.) — o ideal seria que Natal viesse a ter um Plano Diretor que assegurasse o desenvolvimento sustentável da cidade com o máximo de proteção ambiental, de preservação das suas paisagens e do seu clima, mas oferecendo condições para que sua população possa viver mais confortavelmente, usufruindo todas as vantagens que a modernidade possa oferecer.

• Forçar, por exemplo, a crescente população da zona Norte a preservar o modelo urbanístico dos anos 70 e 80, que tem como padrão os precários conjuntos de habitações populares da antiga Cohab; ou condenar as famílias residentes no bairro de Mãe Luíza a serem eternamente pobres e viverem submetidas a morar em seus modestos casebres atuais, pela proibição do remembramento de terrenos, não passa de uma grandes estupidez; são imposições que vão em direção oposta ao progresso e aos anseios de ascensão material e social, sentimentos inerentes ao ser humano em qualquer tempo e lugar, mesmo nos países onde imperam os regimes totalitários mais retrógrados.

• Fazemos votos de que os vereadores de Natal, mesmo os que compõem a base de apoio ao prefeito, não sejam obtusos; que atuem com bom senso na discussão e votação no novo Plano Diretor e não se rendam, também, à prepotência de ecologistas de araque interessados, isto sim, em criar dificuldades à livre iniciativa para, desta forma, traficar facilidades pela via da chantagem.

* comentário pertinente: para ler e refletir … Neste texto há fortes indícios de uma guerra declarada de interesses: de um lado o poder econômico que visa o lucro a todo custo, do outro NÓS, cidadãos comuns que querem garantir a qualidade de vida de quem mora em Natal/Ponta Negra e o direito a moradia/permanência.

Negócios em Pauta CT 24/3 :: por Jean Valério

Negócios em Pauta – Correio da Tarde
24/03/2007

# por Jean Valério

Licenças

Do jeito que está hoje, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo não deverá atender com celeridade o pleito para liberação dos projetos incluídos na previsão do Sinduscon. A Prefeitura de Natal vê, cada vez mais a sua receita ampliada. Mas não investe um centavo sequer na ampliação da infra-estrutura da Semurb.

Morosidade

Resultado: os processos demoram, o número de profissionais é pequeno para atender a demanda e até o horário de atendimento é reduzido. Fazer o quê? É essa a mentalidade.

Negócios em Pauta CT 24/3 :: por Jean Valério

Negócios em Pauta – Correio da Tarde
24/03/2007

# por Jean Valério

Licenças

Do jeito que está hoje, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo não deverá atender com celeridade o pleito para liberação dos projetos incluídos na previsão do Sinduscon. A Prefeitura de Natal vê, cada vez mais a sua receita ampliada. Mas não investe um centavo sequer na ampliação da infra-estrutura da Semurb.

Morosidade

Resultado: os processos demoram, o número de profissionais é pequeno para atender a demanda e até o horário de atendimento é reduzido. Fazer o quê? É essa a mentalidade.

Negócios em Pauta CT 19/3 :: por Jean Valério

Negócios em Pauta – Correio da Tarde
19/03/2007

# por Jean Valério


Alerta!


Sílvio Bezerra alertou, em seu pronunciamento, que a ação imediata mais importante para o segmento imobiliário e a construção civil é o saneamento de Natal. Ele sugeriu criação de uma lei complementar à Lei 8.666 (Licitações), estabelecendo regras para impedir a participação de construtoras forasteiras e mal intencionadas, que muitas vezes começam uma obra e não terminam ou constroem com material de péssima qualidade.

Regras claras

A cobrança do estabelecimento de regras para punir as empresas que só visam o lucro, sem se preocupar com a qualidade das obras, é um pleito louvável do Sinduscon-RN, num período onde reina a corrupção e o foco pelo lucro fácil. A criação de um caderno de encargos e de exigências técnicas claras nas obras públicas também foram sugestões do Sinduscon.

* comentário pertinente: parece uma coisa óbvia!! Tão óbvio quanto dizer que os prédios que estão sendo construídos em Ponta Negra em nada contribuem com o futuro sustentável do bairro-praia.

Negócios em Pauta CT 19/3 :: por Jean Valério

Negócios em Pauta – Correio da Tarde
19/03/2007

# por Jean Valério


Alerta!


Sílvio Bezerra alertou, em seu pronunciamento, que a ação imediata mais importante para o segmento imobiliário e a construção civil é o saneamento de Natal. Ele sugeriu criação de uma lei complementar à Lei 8.666 (Licitações), estabelecendo regras para impedir a participação de construtoras forasteiras e mal intencionadas, que muitas vezes começam uma obra e não terminam ou constroem com material de péssima qualidade.

Regras claras

A cobrança do estabelecimento de regras para punir as empresas que só visam o lucro, sem se preocupar com a qualidade das obras, é um pleito louvável do Sinduscon-RN, num período onde reina a corrupção e o foco pelo lucro fácil. A criação de um caderno de encargos e de exigências técnicas claras nas obras públicas também foram sugestões do Sinduscon.

* comentário pertinente: parece uma coisa óbvia!! Tão óbvio quanto dizer que os prédios que estão sendo construídos em Ponta Negra em nada contribuem com o futuro sustentável do bairro-praia.

Matéria Correio da Tarde 29/3 :: Piscinas de lixo por toda a cidade

Piscinas de lixo por toda a cidade

Foto: Alberto Leandro

De carro ou a pé, natalenses tiveram dificuldades para chegar ao trabalho

Natal – Mesmo sem ser novidade o fato de Natal ficar um caos quando chove, os problemas permanecem sem solução, apesar da aproximação do período chuvoso. Hoje pela manhã, várias ruas estavam alagadas revelam não só a omissão do poder público com manutenção e obras nas vias de escoamento das águas pluviais, mas também a falta de conscientização da população, que insiste em jogar lixo nas ruas entopindo os bueiros. O resultado: lagoas por todo canto, onde boiavam garrafas “pet” e sacos plásticos.

A estudante, Tásia Jéssica, não conseguiu chegar à escola, em Petrópolis, mesmo bairro onde reside e onde foram registrados vários pontos de alagamento. Tásia perdeu a prova que faria na aula de hoje, porque ficou ilhada dentro de casa, como acontece todas as vezes que chove e a rua alaga.

Segundo o secretário de Obras e Viação, Damião Pita, desde o início do ano, a Semov e a Urbana estão limpando as galerias, retirando o lixo que prejudica o escoamento, o que, de acordo com ele é o principal motivo dos alagamentos.

De acordo com a Emparn, as pancadas de chuva de ontem para hoje ocorreram com maior intensidade na faixa litorânea leste, em função da Zona de Convergência Inter-Tropical, que provoca precipitações especialmente no período de abril a maio. Nas outras regiões do Estado, as chuvas foram fracas e isoladas. Em Natal, o índice pluviométrico ficou em 56,8 milímetros.

O céu hoje permanece nublado em todo o RN, com possibilidade de mais pancadas de chuvas. Na capital potiguar, a temperatura máxima é de 29ºC. No Alto Oeste, fica em 34ºC, no Agreste, 31ºC, e Seridó, 33ºC.

Matéria Correio da Tarde 29/3 :: Piscinas de lixo por toda a cidade

Piscinas de lixo por toda a cidade

Foto: Alberto Leandro

De carro ou a pé, natalenses tiveram dificuldades para chegar ao trabalho

Natal – Mesmo sem ser novidade o fato de Natal ficar um caos quando chove, os problemas permanecem sem solução, apesar da aproximação do período chuvoso. Hoje pela manhã, várias ruas estavam alagadas revelam não só a omissão do poder público com manutenção e obras nas vias de escoamento das águas pluviais, mas também a falta de conscientização da população, que insiste em jogar lixo nas ruas entopindo os bueiros. O resultado: lagoas por todo canto, onde boiavam garrafas “pet” e sacos plásticos.

A estudante, Tásia Jéssica, não conseguiu chegar à escola, em Petrópolis, mesmo bairro onde reside e onde foram registrados vários pontos de alagamento. Tásia perdeu a prova que faria na aula de hoje, porque ficou ilhada dentro de casa, como acontece todas as vezes que chove e a rua alaga.

Segundo o secretário de Obras e Viação, Damião Pita, desde o início do ano, a Semov e a Urbana estão limpando as galerias, retirando o lixo que prejudica o escoamento, o que, de acordo com ele é o principal motivo dos alagamentos.

De acordo com a Emparn, as pancadas de chuva de ontem para hoje ocorreram com maior intensidade na faixa litorânea leste, em função da Zona de Convergência Inter-Tropical, que provoca precipitações especialmente no período de abril a maio. Nas outras regiões do Estado, as chuvas foram fracas e isoladas. Em Natal, o índice pluviométrico ficou em 56,8 milímetros.

O céu hoje permanece nublado em todo o RN, com possibilidade de mais pancadas de chuvas. Na capital potiguar, a temperatura máxima é de 29ºC. No Alto Oeste, fica em 34ºC, no Agreste, 31ºC, e Seridó, 33ºC.