.: Justiça determina: Estado e Município têm 72 horas para pronunciamento sobre projeto Arena das Dunas

Estádio Machadão, Ginásio Machadinho e Centro Administrativo: a proposta é demolir tudo! Só não pensaram no antes, no durante e no depois.

TRIBUNA DO NORTE – 28/set/2009
Foto: Júnior Santos

A juíza da 3ª Vara da Fazenda Pública, Aline Daniele Belém Cordeiro Lucas, recebeu a ação na qual o Ministério Público Estadual (MPE) pede a suspensão do processo para alienação e demolição dos prédios do Centro Administrativo e do Estádio Machadão, onde será construída a Arena das Dunas, planejada para sediar os jogos da Copa de 2014 em Natal.
A juíza pediu que o governo do Estado, a Prefeitura do Natal e a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte se pronunciem em 72 horas sobre o pedido do MPE. Ela só vai decidir depois que receber esses pronunciamentos das procuradorias do Estado, do Município e da assessoria jurídica da Agência.

Na ação judicial, com pedido de liminar, do Ministério Publico requer a suspensão imediata da contratação da empresa e da execução dos serviços. O MP alega que não houve transparência no edital publicado para contratação da empresa que vai ficar responsável pela parceria público privada, modalidade escolhida para a construção da arena onde serão realizados os jogos da Copa em Natal e pelos serviços de urbanização e edificação de novos prédios no Centro Administrativo.

Para o Ministério Público, o processo até agora está obscuro e há dificuldade em se obter informações sobre a contração da empresa e alienação do patrimônio público que será comprometido no projeto.

“Antes de apreciar os requerimentos liminares pretendidos e, aplicando o disposto no art. 2º, da Lei nº 8.437, de 30 de junho de 1992, determino que seja ouvido previamente o representante judicial das pessoas jurídicas de direito público interno – o Procurador-Geral do Estado e do Município, bem como a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte – AGN, no prazo de 72 (setenta e duas horas)”, afirmou a juíza Aline Daniele no despacho.

Os mandados de citação dos réus já foram expedidos.

# Leia mais sobre o assunto:

Ministério Público pede suspensão do projeto da Copa do Mundo
TRIBUNA DO NORTE – 26/set/2009

Arena das Dunas: indagações sem respostas
TRIBUNA DO NORTE – 27/set/2009

>>> Comentário pertinente: A questão não esbarra apenas no quiproquó de se demolir ou não o Machadão para dar lugar a um novo estádio, temos que analisar o assunto de vários ângulos:

1. É de conhecimento geral que o mercado imobiliário já está fatiando o ‘bolo’ de investimentos antes mesmo dele ser ‘assado’;

2. A Copa do Mundo de 2014 está sendo vista como a ’salvação da lavoura’ em Natal;

3. Como assim os Governos Municipal e Estadual vão passar décadas pagando aluguel pelo uso do novo Centro Administrativo construído em área pública? Por acaso perguntaram para os patrões do Governo [NÓS, cidadãos e cidadãs que pagamos impostos] se eles [os patrões, ou seja, NÓS] queremos pagar essa conta?;

4. E a tal transparência na gestão dos recursos, cadê?;

5. Onde estão os estudos de impacto urbano, ambiental e social?;

6. Nem o CREA recebeu o tal projeto da Arena das Dunas!!;

7. E as respostas para as indagações [ver matéria acima citada]?;

8. Está na cara que muito dinheiro vai rolar nos próximos anos se a Copa vier mesmo para cá, e cabe a NÓS fiscalizarmos o uso de NOSSOS reais.

ACORDA NATAL!

.: Parque da Cidade em meio a impasse

DIÁRIO DE NATAL – 22/set/2009
Foto: Marcone/DN

Discordância entre prefeitura e construtora sobre responsabilidade da conclusão da obra atrasa serviços

A retomada das obras do Parque Dom Nivaldo Monte, mais conhecido como Parque da Cidade, depende da resolução de um impasse jurídico envolvendo a construtora Cinzel e a Prefeitura de Natal, que discordam sobre a quem caberia responsabilidade de terminar as obras. O processo, que está sendo conduzido pela Procuradoria Geral do Município (PGN), pretende resolver uma série de problemas relacionados ao Parque da Cidade, que atualmente funciona apenas como espaço de cooper. A torre conhecida como “olho”, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e o Memorial da Cidade, museu que funcionava na construção, estão fechados ao público.

O contrato com a empreiteira Cinzel, contratada para realizar as obras, terminou e a garantia de conclusão das obras que expirou em outubro. Outro agravante foi a construção do parque em terrenos particulares e em terrenos do município sem escritura pública. “Estamos na expectativa que em outubro esse impasse jurídico seja resolvido”, explica o secretário Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Kalazans Bezerra. Os defeitos técnicos verificados na estrutura do parque inviabiliza a visitação da população. Segundo ele, a construtora recebeu pagamento antecipado para concluir as obras em 2008, mas entregou um parque sem condição de funcionamento.

Ainda em 2008, a visitação à torre e ao setor administrativo foi suspensa por recomendação do Tribunal de Contas do Estado, como forma de garantir a segurança dos visitantes. “O parque não oferece e nunca ofereceu condições seguras para a população utilizá-lo”, declara Kalazans. Em julho deste ano, ele afirmou que a retomada da obra dependia apenas da definição de um cronograma por parte da empresa.

As obras estão paralisadas desde junho deste ano e só serão retomadas depois que a Procuradoria definir quem vai realizar os reparos técnicos. “Há uma discordância entre a Semopi, que acompanha a obra, e a empresa”, revela. Para resolver o impasse, a Semurb estuda duas possibilidades: fechar um novo contrato com a empresa Cinzel ou fazer uma nova licitação para contratar outra empresa, que vai construir o que estava previsto no cronograma inicial e nem chegou a ser iniciado. Ele deixa claro que este ano a prefeitura não pagou os serviços de reparação, por que a construtora foi paga para entregar a obra sem nenhum problema.

O secretário de Meio Ambiente e Urbanismo explica que a empreiteira reivindica receber reajuste de R$100 mil referente as tarifas contabilizadas ainda em 2008. Mas segundo Kalazans, a equipe da Semopi afirma que o valor dos reparos que a empresa precisa realizar é superior ao reajuste que deveria receber, e por isso não vai pagar.

Depois que o contrato expirou, a construtora Cinzel realizou trabalhos para reparar os problemas técnicos verificados na estrutura do parque. Durante cinco meses, a construtora reparou infiltrações, corrigiu as rachaduras nas paredes, concluiu o piso e realizou reparos na calçada, que estava quebrada. “De junho para cá, a empresa abandonou a obra”.

Problemas

A lista do que precisa ser concluído é longa e inclui oacesso por Cidade Nova e a construção da Casa do Lixo, que vai armazenar o lixo produzido no parque da cidade e realizar a triagem do lixo reciclável do orgânico. Além disso, é preciso modificar as instalações elétricas de todo o parque devido ao consumo de energia excessivo e alterar a instalação dos ar-condicionados. Cercar o parque, construir o módulo de apoio à população e encontrar o destino ideal para o esgoto sanitário somam-se à lista. O caso está sendo acompanhado pelo Tribunal de Contas do Estado. Segundo o secretário, este problema precisa ser esclarecido, por se tratar de uma obra que custou milhões de reais aos cofres públicos.

A reportagem do Diário de Natal entrou em contato com a construtora Cinzel, no Recife, porém foi informada de que o engenheiro responsável pela obra, Marcos Peixoto, estava na Bahia. Ele não atendeu às ligações feitas para seu celular.

>>> Comentário pertinente: Até quando veremos NOSSO dinheiro ir para o ralo com obras inacabadas? Até quando assistiremos a não continuidade de um ótimo projeto por questões políticas? Só nos resta reforçar o coro da Plebe Rude: “até quando esperar? A plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus/Jah/Alá/Zeus/Buda…”

.: O avanço do mar e a falta da torre dos Bombeiros em Ponta Negra

1. Torre de observação dos bombeiros há quase um ano inexiste em Ponta Negra
CORREIO DA TARDE – 20/07/2009

A praia de Ponta Negra está sem a torre de observação do Corpo de Bombeiros desde agosto de 2008. A falta dos bombeiros na guarita que salva-vidas no maior ponto turístico da capital é um fator de preocupação porque, desde janeiro deste ano, ocorreram duas mortes e um acidente com lesão grave, que provocou um trauma na coluna cervical na atleta de bodyboarder Débora Nascimento (29).

As duas mortes ocorreram por afogamento e a lesão na surfista potiguar de renome internacional aconteceu quando ela treinava, em 21 de abril, para disputar a segunda etapa do Circuito Mundial de Bodyboarder em Salvador-BA.
[continua...]

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2. Semsur acredita que serviço de recomposição na orla será iniciado nesta quinta
NOMINUTO.COM – 03/set/2008
Repórter: Ana Paula Oliveira

Foto: Itaércio porpino

A chefe do departamento de Operações da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Jailene Carvalho, afirmou na manhã desta quarta-feira (3) que a Prefeitura de Natal está ciente da destruição de parte do calçamento das orlas de Ponta Negra e da praia do Meio e que pretende iniciar serviço ainda nesta quinta-feira (4).

Segundo ela, o trecho da orla da praia de Ponta Negra, próximo ao posto salva-vidas do Corpo de Bombeiros, que ameaça ceder, já foi isolado. “Esta manhã estamos fazendo o isolamento do trecho que começa em frente ao Centro de Artesanato e vai até as proximidades do antigo hotel Reis Magos, na praia do Meio”, diz.
[continua...]

>>> Comentário pertinente: parece que os problemas tem validade indeterminada e e as matérias aqui republicadas são atemporais. Até quando esperar? Temos mesmo que esperar??!

.: Semsur versus ambulantes de Ponta Negra – nem tudo é o que parece…

1. Semsur e ambulantes de Ponta Negra continuam em desacordo
JORNAL DE HOJE – 21/ago/09
Repórter: Tiago Lopes

O impasse entre a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) e os comerciantes da Associação dos Trabalhadores Informais de Ponta Negra (Atipon) continua. Depois do protesto feito por filiados à Atipon no calçadão da Praia de Ponta Negra, contra a retirada das feirinhas de artesanato do local, foi marcada uma reunião com os comerciantes para a manhã de hoje, na sede da secretaria. A reunião acabou não acontecendo, mesmo com os comerciantes presentes, por toda a manhã, em frente ao prédio da Semsur, na rua Princesa Isabel.
[continua...]

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2. Reunião entre Semsur e artesãos de Ponta Negra termina em confusão
NA BOCA DO MUNDO – 21/ago/09
Repórter: Heldon Jaime

E terminou em bate boca o que deveria ser uma reunião entre a Associação dos Trabalhadores Informais de Ponta Negra (Atipon) e o secretário municipal de Serviços Urbanos de Natal, João Bastos. Na pauta seria discutida a recolocação dos artesãos, que utilizam o calçadão da orla da praia para expor os seus trabalhos, num lugar adequado conforme determina o Ministério Público. A confusão ocorreu no final da manhã de hoje, 21, na sede da Semsur.
[continua...]

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3. Comissão discute atividade dos ambulantes de Ponta Negra
DIÁRIO DE NATAL – 19/ago/09

O secretário municipal de Serviços Urbanos, João Bastos, recebeu nesta terça-feira, 18 de agosto, os comerciantes ambulantes da orla de Ponta Negra, na sede da secretaria. A reunião definiu a criação de uma comissão para discutir e acompanhar a atividade realizada por vendedores ambulantes da área. Uma outra reunião ficou marcada para sexta-feira (21), às 10h, no mesmo local.

Segundo o titular da Semsur, a criação da comissão é necessária para que o diálogo com os trabalhadores seja formalizado e, assim, possam ser definidas soluções concretas. Na reunião, ele afirmou que nenhum ambulante será retirado do local sem que seja definido um espaço apropriado e exclusivo.
[continua...]

>>> Comentário pertinente: vale salientar que a Associação dos Trabalhadores Informais de Ponta Negra (Atipon) não representa TODOS os ambulantes que trabalham na praia, pois boa parte de seus associados e membros estão mais para ‘camelôs’ que para artesãos. Segundo informações seguras, de quem já circula em Ponta Negra há mais de 15 anos, há apenas cerca de 20 artesãos de verdade – aqueles que vendem a própria produção – e outros tantos que moram na Vila e circulam vendendo quitutes e água de coco (sem ponto fixo). Essa gente trabalha na praia desde sempre e merece tratamento diferenciado por parte dos outros vendedores e do poder público. Ou seja, o problema não é simples de se resolver e vejo muita gritaria para garantir o direito de ocuparem Ponta Negra com produtos – bem dizer – industrializados e de gosto duvidoso.

Jornal de Hoje :: EMPREENDEDOR AFIRMA QUE RN É PROMISSOR NO TURISMO DE GOLFE

Repórter: Wagner Guerra

Mercado que possui 50 milhões de praticantes e movimenta cerca de US$ 100 bi por ano, está em busca de novos empreendimentos

Terras a preço competitivo, sol quase o ano inteiro e, claro, muitas belezas naturais. Com essas qualidades reunidas, o Rio Grande do Norte já desponta como Estado com grande potencial para a implantação de empreendimentos voltados ao mercado de turismo de golfe – segmento que movimenta, anualmente, 100 bilhões de dólares.

Segundo o diretor da GT Golfe, Fábio Mazza, o RN já possui boa infra-estrutura e estabilidade econômica, além da promoção do destino no exterior, para atrair investidores.

>>> O RN também tem escolas que ensinam a jogar golfe, auto-escola para motoristas de carrinho de golfe, fábrica de pesticidas para manter o gramado sempre verdinho e perfeito…

“Existem empresários lá fora procurando investir nesse tipo de negócio, que é lucrativo e só faz aumentar o desenvolvimento turístico e imobiliário local”, garantiu Mazza.

Apesar de ser pouco praticado no país, o golfe já representa um esporte de grande movimentação turística. Há 10 anos, lembrou o diretor, a Bahia iniciou o processo de implantação de quatro campos oficiais de golfe (Comandatuba, Sauípe, Porto Seguro e Salvador), com assinatura de arquitetos de renome mundial, e hoje, está posicionada como principal destino de turismo de golfe internacional.

O projeto envolve, também, a inclusão de complexos turísticos (resorts, pousadas, hotéis, bares e restaurantes). Para cada partida, em campo de 18 buracos, o jogador desembolsa cerca de R$ 170,00. “Em 90% dos casos, o investimento na construção de um campo de golfe, por si só, não é economicamente viável, por conta dos altos custos com a construção e manutenção. É preciso investir em toda uma infra-estrutura para assumir as condições de sustentabilidade a longo prazo”.

No Brasil, acrescentou Mazza, existem 25 mil praticantes. No entanto, o golfe de alto padrão ainda é novidade. Para ele, é preciso apostar no mercado mundial, que estima ter 50 milhões de jogadores, e que viajam, pelo menos, uma vez por mês, durante o ano, em busca de novos empreendimentos voltados ao segmento.

O turista golfista, como é chamado pelas operadoras, adiantou, é bastante desejado pelos hotéis, já que gastam, em média, de duas a quatro vezes mais que um viajante convencional. “Eles são seletos e de altíssima exigência. Procuram os hotéis com melhor qualidade nos serviços prestados, principalmente, na gastronomia e hospedagem”, revelou o diretor.

Para o RN, Mazza estima uma viabilização em curto prazo, entre 5 e 10 anos, para que seja implantado dez campos de golfe, com 18 buracos, cada um (Cluster), em uma área próxima, a exemplo do trecho entre a praia de Touros e Pipa, com cerca de 200 quilômetros de distância. Para isso, disse, é preciso que o empreendedor encontre uma área acima de 70 hectares, para garantir o projeto de infra-estrutura turística e imobiliária, e seja contemplada com baixo relevo e permanente recurso hídrico..

Além disso, concluiu Mazza, os empreendimentos voltados ao turismo de golfe visam manter as belezas naturais de cada lugar, preservando os recursos naturais locais e recuperando áreas degradadas. A legislação ambiental sempre é cumprida. Atualmente, os projetistas utilizam uma grama nativa resistente, que precisa apenas da quantidade referente a 1 copo d’água, para cada metro quadrado. Também são instalados sensores para medir a temperatura, umidade e quantidade certa do líquido, durante a irrigação, e que pode ser reutilizado, através do tratamento de efluentes.

O diretor da GT Golfe proferiu palestra sobre o assunto, na manhã de hoje, durante reunião da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro (ADIT), no Ocean Palace Hotel, Via Costeira.

Jornal de Hoje :: EMPREENDEDOR AFIRMA QUE RN É PROMISSOR NO TURISMO DE GOLFE

Repórter: Wagner Guerra

Mercado que possui 50 milhões de praticantes e movimenta cerca de US$ 100 bi por ano, está em busca de novos empreendimentos

Terras a preço competitivo, sol quase o ano inteiro e, claro, muitas belezas naturais. Com essas qualidades reunidas, o Rio Grande do Norte já desponta como Estado com grande potencial para a implantação de empreendimentos voltados ao mercado de turismo de golfe – segmento que movimenta, anualmente, 100 bilhões de dólares.

Segundo o diretor da GT Golfe, Fábio Mazza, o RN já possui boa infra-estrutura e estabilidade econômica, além da promoção do destino no exterior, para atrair investidores.

>>> O RN também tem escolas que ensinam a jogar golfe, auto-escola para motoristas de carrinho de golfe, fábrica de pesticidas para manter o gramado sempre verdinho e perfeito…

“Existem empresários lá fora procurando investir nesse tipo de negócio, que é lucrativo e só faz aumentar o desenvolvimento turístico e imobiliário local”, garantiu Mazza.

Apesar de ser pouco praticado no país, o golfe já representa um esporte de grande movimentação turística. Há 10 anos, lembrou o diretor, a Bahia iniciou o processo de implantação de quatro campos oficiais de golfe (Comandatuba, Sauípe, Porto Seguro e Salvador), com assinatura de arquitetos de renome mundial, e hoje, está posicionada como principal destino de turismo de golfe internacional.

O projeto envolve, também, a inclusão de complexos turísticos (resorts, pousadas, hotéis, bares e restaurantes). Para cada partida, em campo de 18 buracos, o jogador desembolsa cerca de R$ 170,00. “Em 90% dos casos, o investimento na construção de um campo de golfe, por si só, não é economicamente viável, por conta dos altos custos com a construção e manutenção. É preciso investir em toda uma infra-estrutura para assumir as condições de sustentabilidade a longo prazo”.

No Brasil, acrescentou Mazza, existem 25 mil praticantes. No entanto, o golfe de alto padrão ainda é novidade. Para ele, é preciso apostar no mercado mundial, que estima ter 50 milhões de jogadores, e que viajam, pelo menos, uma vez por mês, durante o ano, em busca de novos empreendimentos voltados ao segmento.

O turista golfista, como é chamado pelas operadoras, adiantou, é bastante desejado pelos hotéis, já que gastam, em média, de duas a quatro vezes mais que um viajante convencional. “Eles são seletos e de altíssima exigência. Procuram os hotéis com melhor qualidade nos serviços prestados, principalmente, na gastronomia e hospedagem”, revelou o diretor.

Para o RN, Mazza estima uma viabilização em curto prazo, entre 5 e 10 anos, para que seja implantado dez campos de golfe, com 18 buracos, cada um (Cluster), em uma área próxima, a exemplo do trecho entre a praia de Touros e Pipa, com cerca de 200 quilômetros de distância. Para isso, disse, é preciso que o empreendedor encontre uma área acima de 70 hectares, para garantir o projeto de infra-estrutura turística e imobiliária, e seja contemplada com baixo relevo e permanente recurso hídrico..

Além disso, concluiu Mazza, os empreendimentos voltados ao turismo de golfe visam manter as belezas naturais de cada lugar, preservando os recursos naturais locais e recuperando áreas degradadas. A legislação ambiental sempre é cumprida. Atualmente, os projetistas utilizam uma grama nativa resistente, que precisa apenas da quantidade referente a 1 copo d’água, para cada metro quadrado. Também são instalados sensores para medir a temperatura, umidade e quantidade certa do líquido, durante a irrigação, e que pode ser reutilizado, através do tratamento de efluentes.

O diretor da GT Golfe proferiu palestra sobre o assunto, na manhã de hoje, durante reunião da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro (ADIT), no Ocean Palace Hotel, Via Costeira.

Jornal de Hoje :: ZONA NORTE COMEÇA A ATRAIR CONSTRUTORES

E pela falta de espaço físico em alguns bairros mais valorizados da cidade como Lagoa Nova, Tirol, Petrópolis, Capim Macio e Ponta Negra, algumas construtoras começam a lançar no mercado empreendimentos na Zona Norte

De acordo com o presidente da Cooperativa Norte-Riograndense de Habitação (CNH), Renato Fernandes, que lançou recentemente um empreendimento com sete torres de 15 andares e 420 apartamentos, a região Norte da cidade “deve atrair daqui pra frente” muitos investimentos, principalmente no setor imobiliário. Ele disse acreditar que o empreendimento lançado pela CNH será o pioneiro de uma série de investimentos que devem fortalecer e valorizar a região, principalmente no que se refere à infra-estrutura de habitação.

>>> Primeiro saturam Ponta Negra: trânsito, saneamento, aumento de IPTU, transporte público insuficiente, praia poluída, sexo turismo… agora o alvo é a Redinha. Estamos de olho e sei de atividades locais que também querem um crescimento responsável e organizado para aquela área. Enquanto isso a bolha imobiliária incha e o prejuízo no futuro é de todos: sem mangues, sem rio, sem praias limpas, sem brisa, sem paisagem…

Jornal de Hoje :: ZONA NORTE COMEÇA A ATRAIR CONSTRUTORES

E pela falta de espaço físico em alguns bairros mais valorizados da cidade como Lagoa Nova, Tirol, Petrópolis, Capim Macio e Ponta Negra, algumas construtoras começam a lançar no mercado empreendimentos na Zona Norte

De acordo com o presidente da Cooperativa Norte-Riograndense de Habitação (CNH), Renato Fernandes, que lançou recentemente um empreendimento com sete torres de 15 andares e 420 apartamentos, a região Norte da cidade “deve atrair daqui pra frente” muitos investimentos, principalmente no setor imobiliário. Ele disse acreditar que o empreendimento lançado pela CNH será o pioneiro de uma série de investimentos que devem fortalecer e valorizar a região, principalmente no que se refere à infra-estrutura de habitação.

>>> Primeiro saturam Ponta Negra: trânsito, saneamento, aumento de IPTU, transporte público insuficiente, praia poluída, sexo turismo… agora o alvo é a Redinha. Estamos de olho e sei de atividades locais que também querem um crescimento responsável e organizado para aquela área. Enquanto isso a bolha imobiliária incha e o prejuízo no futuro é de todos: sem mangues, sem rio, sem praias limpas, sem brisa, sem paisagem…

Tribuna do Norte – 22/04/2008 :: MORADORES RECLAMAM DA FALTA DE INFRA-ESTRUTURA EM PONTA NEGRA

Foto: Junior Santos

COMUNIDADE – Parte da estrutura da lagoa, no bairro, está comprometida

Os mosquitos e o mau cheiro provenientes de uma lagoa de captação do bairro de Ponta Negra incomodam bastante os moradores. Lixo acumulado, desabamento de uma barreira de contenção, ratos circulando nas ilhotas de areia formada em uma das laterais são os principais problemas listados.

Moradora da rua Praia de Maracajaú, a professora Francisca Miranda, 57, acusa a prefeitura de abandonar a lagoa. “Ninguém agüenta mais esses mosquitos. A gente fica com medo de doenças”, diz. Na opinião dela, a obra foi mal feita e a água não está sendo absorvida pelo solo.

O técnico de refrigeração Paulo César Azevedo, 53, afirma que a lagoa não recebe nenhum tipo de inspeção. “Eu trabalho com licitação, sei que quando uma empresa executa uma obra pública, o órgão responsável confere o projeto com o que foi realizado. Aqui certamente não houve isso. A construtora entregou do jeito que quis”, acredita. Ele reclama que a calçada não foi urbanizada.

A entrada da lagoa é situada na avenida Praia de Jenipabu, uma das principais daquela área do bairro (próximo ao Praia Shopping) e a calçada realmente não está bem cuidada. O secretário municipal de obras e viação de Natal, Damião Pitta, explicou que a urbanização não foi concluída porque ainda existe material dentro da lagoa, que está sendo retirado de acordo com a necessidade.

>>> Essa mesma lagoa acabou de ser construída [quase foi concluída, pois ficaram montanhas de areia que devem ter diminuído a capacidade em metros cúbicos da estrutura] e já apresenta problemas na estrutura. Ontem (22/04) passei de ônibus e três crianças tomavam banho como se o local fosse a piscina de um clube; hoje (23/04), a lagoa estava quase transbordando e o lixo doméstico virou ‘bóia’ na enxurrada que desabou sobre a ‘Capital do Sol’. Até quando???

“Nós entramos sempre com caminhão para retirar a areia, por isso ainda não fizemos a calçada”, explicou. A areia que compõe as ilhotas estão sendo retiradas paulatinamente porque há escassez de material para as obras realizadas pela Semov. “O material escavado é útil para nós. Não podemos desperdiçá-lo”, defende.

Quanto aos ratos, mosquitos e outras pragas que circulam pelo local, ele diz que nada pode fazer. “A gente não tem como evitar. Mas eu não entendo como pode ocorrer o mau cheiro, porque não há ligações clandestinas de esgoto naquela lagoa”. Damião Pitta garante que a obra foi concluída e não há nada de errado com ela.

Com relação à barreira de contenção, ele mandará equipe para averiguar o problema e providenciar a solução. “As pessoas podem ficar despreocupadas porque não temos problemas com as lagoas de captação em Natal. A Vigilância Sanitária sempre fiscaliza”.

Tribuna do Norte – 22/04/2008 :: MORADORES RECLAMAM DA FALTA DE INFRA-ESTRUTURA EM PONTA NEGRA

Foto: Junior Santos

COMUNIDADE – Parte da estrutura da lagoa, no bairro, está comprometida

Os mosquitos e o mau cheiro provenientes de uma lagoa de captação do bairro de Ponta Negra incomodam bastante os moradores. Lixo acumulado, desabamento de uma barreira de contenção, ratos circulando nas ilhotas de areia formada em uma das laterais são os principais problemas listados.

Moradora da rua Praia de Maracajaú, a professora Francisca Miranda, 57, acusa a prefeitura de abandonar a lagoa. “Ninguém agüenta mais esses mosquitos. A gente fica com medo de doenças”, diz. Na opinião dela, a obra foi mal feita e a água não está sendo absorvida pelo solo.

O técnico de refrigeração Paulo César Azevedo, 53, afirma que a lagoa não recebe nenhum tipo de inspeção. “Eu trabalho com licitação, sei que quando uma empresa executa uma obra pública, o órgão responsável confere o projeto com o que foi realizado. Aqui certamente não houve isso. A construtora entregou do jeito que quis”, acredita. Ele reclama que a calçada não foi urbanizada.

A entrada da lagoa é situada na avenida Praia de Jenipabu, uma das principais daquela área do bairro (próximo ao Praia Shopping) e a calçada realmente não está bem cuidada. O secretário municipal de obras e viação de Natal, Damião Pitta, explicou que a urbanização não foi concluída porque ainda existe material dentro da lagoa, que está sendo retirado de acordo com a necessidade.

>>> Essa mesma lagoa acabou de ser construída [e quase foi concluída, pois ficaram montanhas de areia que diminuíram a capacidade] e já apresenta problemas na estrutura. Ontem (22/04) passei de ônibus e três crianças tomavam banho como se o local fosse a piscina de um clube; hoje (23/04), a lagoa estava quase transbordando e o lixo doméstico virou ‘bóia’ na enxurrada que desabou sobre a ‘Capital do Sol’. Até quando???

“Nós entramos sempre com caminhão para retirar a areia, por isso ainda não fizemos a calçada”, explicou. A areia que compõe as ilhotas estão sendo retiradas paulatinamente porque há escassez de material para as obras realizadas pela Semov. “O material escavado é útil para nós. Não podemos desperdiçá-lo”, defende.

Quanto aos ratos, mosquitos e outras pragas que circulam pelo local, ele diz que nada pode fazer. “A gente não tem como evitar. Mas eu não entendo como pode ocorrer o mau cheiro, porque não há ligações clandestinas de esgoto naquela lagoa”. Damião Pitta garante que a obra foi concluída e não há nada de errado com ela.

Com relação à barreira de contenção, ele mandará equipe para averiguar o problema e providenciar a solução. “As pessoas podem ficar despreocupadas porque não temos problemas com as lagoas de captação em Natal. A Vigilância Sanitária sempre fiscaliza”.