Diário de Natal :: ALERTA: EMPARN PREVÊ MAIS CHUVAS NO RN

Fotos: Ivanizio Ramos [Assecom RN]

A previsão do tempo mudou e segundo Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), o estado vai receber mais chuvas. De acordo com o meteorologista Uelinton Pinheiro, houve uma intensificação na zona de convergência intertropical, o que deverá causar chuvas moderadas a fortes em todo o estado, principalmente na faixa litorânea leste e agreste.

[Leia matéria completa no Diário de Natal]

Diário de Natal :: ALERTA: EMPARN PREVÊ MAIS CHUVAS NO RN

Fotos: Ivanizio Ramos [Assecom RN]

A previsão do tempo mudou e segundo Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), o estado vai receber mais chuvas. De acordo com o meteorologista Uelinton Pinheiro, houve uma intensificação na zona de convergência intertropical, o que deverá causar chuvas moderadas a fortes em todo o estado, principalmente na faixa litorânea leste e agreste.

[Leia matéria completa no Diário de Natal]

Jornal de Hoje :: CRÉDITO DE CARBONO PODE REDUZIR GASES POLUENTES

“RN não pode perder a oportunidade de contribuir com esse esforço internacional de preservação ambiental”,
diz Diretor da Emparn

A preocupação dos governos em esfera mundial com a preservação ambiental e os feitos causados pelo aquecimento global contribuiu para o desenvolvimento do mercado de crédito de carbono, iniciado através de acordos internacionais estabelecendo o máximo que um país pode poluir o meio ambiente.

Esse acordo fez surgir um novo mercado, que para muitos é uma espécie de bolsa de valores, mas que ainda necessita de uma legislação mundial que regulamente a comercialização dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Para o diretor-presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Henrique Santana, que participou em São Paulo de um seminário com especialistas do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Fundação Getúlio Vargas, pouca gente ainda tem conhecimento do assunto, embora o funcionamento do mercado de crédito de carbono seja uma das alternativas mais viáveis para a redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE).

>>> Digamos que os créditos à venda servem, na prática, para ‘justificar’ a poluição alheia…
# SAIBA MAIS NA WIKIPÉDIA
|| Carbono Brasil

Henrique Santana explica que o mercado de carbono funciona com regras estabelecidas pelo Protocolo de Quioto, com mecanismos de flexibilização que auxiliam a redução da emissão de GEE e um desses mecanismos que viabiliza o mercado é o MDL. O mercado funciona com a compra e venda de certificado de emissão de GEE em bolsas e com os países que necessitam cumprir compromissos legais de redução da emissão dos gases, ou seja, cada crédito adquirido equivale a uma tonelada de dióxido de carbono, através de uma medida que estabelece o potencial de aquecimento global.

No entanto, esse processo ainda é “complexo, caro e envolve a Organização das Nações Unidas”, embora não exista ainda uma configuração jurídica internacional. Atualmente a tonelada de carbono está sendo comercializada no Brasil aproximadamente por US$ 5, levando em conta o “risco Brasil” e o alto potencial de crescimento.

De acordo com o diretor-presidente da Emparn, “o Brasil é hoje o terceiro em números de projetos de MDL aprovados e a Região Nordeste é responsável por 10% do total de projetos do país”. O Estado de São Paulo detém hoje o primeiro lugar em número de projetos, sendo seguido por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Segundo Henrique Santana, a política estadual de mitigação da emissão dos gases do efeito estufa no RN é coordenada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, através do Programa Proclima e o RN “não pode perder a oportunidade de contribuir com esse esforço internacional de preservação ambiental do planeta”.

Para ele, “não se pode deixar países em desenvolvimento fiquem de fora das vantagens econômicas que é o mercado de crédito de carbono. Existem muitas oportunidades de captar recursos com ações desse tipo”.

E enquanto o mercado de crédito de carbono não se torna uma realidade no RN, a Emparn permanece desenvolvendo pesquisas como manejo e erradicação de pragas, redução de químicos na agropecuária, reflorestamento de regiões desertificadas, produção de mudas de espécies nativas e frutíferas.

Jornal de Hoje :: CRÉDITO DE CARBONO PODE REDUZIR GASES POLUENTES

“RN não pode perder a oportunidade de contribuir com esse esforço internacional de preservação ambiental”,
diz Diretor da Emparn

A preocupação dos governos em esfera mundial com a preservação ambiental e os feitos causados pelo aquecimento global contribuiu para o desenvolvimento do mercado de crédito de carbono, iniciado através de acordos internacionais estabelecendo o máximo que um país pode poluir o meio ambiente.

Esse acordo fez surgir um novo mercado, que para muitos é uma espécie de bolsa de valores, mas que ainda necessita de uma legislação mundial que regulamente a comercialização dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Para o diretor-presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Henrique Santana, que participou em São Paulo de um seminário com especialistas do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Fundação Getúlio Vargas, pouca gente ainda tem conhecimento do assunto, embora o funcionamento do mercado de crédito de carbono seja uma das alternativas mais viáveis para a redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE).

>>> Digamos que os créditos à venda servem, na prática, para ‘justificar’ a poluição alheia…
# SAIBA MAIS NA WIKIPÉDIA
|| Carbono Brasil

Henrique Santana explica que o mercado de carbono funciona com regras estabelecidas pelo Protocolo de Quioto, com mecanismos de flexibilização que auxiliam a redução da emissão de GEE e um desses mecanismos que viabiliza o mercado é o MDL. O mercado funciona com a compra e venda de certificado de emissão de GEE em bolsas e com os países que necessitam cumprir compromissos legais de redução da emissão dos gases, ou seja, cada crédito adquirido equivale a uma tonelada de dióxido de carbono, através de uma medida que estabelece o potencial de aquecimento global.

No entanto, esse processo ainda é “complexo, caro e envolve a Organização das Nações Unidas”, embora não exista ainda uma configuração jurídica internacional. Atualmente a tonelada de carbono está sendo comercializada no Brasil aproximadamente por US$ 5, levando em conta o “risco Brasil” e o alto potencial de crescimento.

De acordo com o diretor-presidente da Emparn, “o Brasil é hoje o terceiro em números de projetos de MDL aprovados e a Região Nordeste é responsável por 10% do total de projetos do país”. O Estado de São Paulo detém hoje o primeiro lugar em número de projetos, sendo seguido por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Segundo Henrique Santana, a política estadual de mitigação da emissão dos gases do efeito estufa no RN é coordenada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, através do Programa Proclima e o RN “não pode perder a oportunidade de contribuir com esse esforço internacional de preservação ambiental do planeta”.

Para ele, “não se pode deixar países em desenvolvimento fiquem de fora das vantagens econômicas que é o mercado de crédito de carbono. Existem muitas oportunidades de captar recursos com ações desse tipo”.

E enquanto o mercado de crédito de carbono não se torna uma realidade no RN, a Emparn permanece desenvolvendo pesquisas como manejo e erradicação de pragas, redução de químicos na agropecuária, reflorestamento de regiões desertificadas, produção de mudas de espécies nativas e frutíferas.

Matéria Correio da Tarde 29/3 :: Piscinas de lixo por toda a cidade

Piscinas de lixo por toda a cidade

Foto: Alberto Leandro

De carro ou a pé, natalenses tiveram dificuldades para chegar ao trabalho

Natal – Mesmo sem ser novidade o fato de Natal ficar um caos quando chove, os problemas permanecem sem solução, apesar da aproximação do período chuvoso. Hoje pela manhã, várias ruas estavam alagadas revelam não só a omissão do poder público com manutenção e obras nas vias de escoamento das águas pluviais, mas também a falta de conscientização da população, que insiste em jogar lixo nas ruas entopindo os bueiros. O resultado: lagoas por todo canto, onde boiavam garrafas “pet” e sacos plásticos.

A estudante, Tásia Jéssica, não conseguiu chegar à escola, em Petrópolis, mesmo bairro onde reside e onde foram registrados vários pontos de alagamento. Tásia perdeu a prova que faria na aula de hoje, porque ficou ilhada dentro de casa, como acontece todas as vezes que chove e a rua alaga.

Segundo o secretário de Obras e Viação, Damião Pita, desde o início do ano, a Semov e a Urbana estão limpando as galerias, retirando o lixo que prejudica o escoamento, o que, de acordo com ele é o principal motivo dos alagamentos.

De acordo com a Emparn, as pancadas de chuva de ontem para hoje ocorreram com maior intensidade na faixa litorânea leste, em função da Zona de Convergência Inter-Tropical, que provoca precipitações especialmente no período de abril a maio. Nas outras regiões do Estado, as chuvas foram fracas e isoladas. Em Natal, o índice pluviométrico ficou em 56,8 milímetros.

O céu hoje permanece nublado em todo o RN, com possibilidade de mais pancadas de chuvas. Na capital potiguar, a temperatura máxima é de 29ºC. No Alto Oeste, fica em 34ºC, no Agreste, 31ºC, e Seridó, 33ºC.

Matéria Correio da Tarde 29/3 :: Piscinas de lixo por toda a cidade

Piscinas de lixo por toda a cidade

Foto: Alberto Leandro

De carro ou a pé, natalenses tiveram dificuldades para chegar ao trabalho

Natal – Mesmo sem ser novidade o fato de Natal ficar um caos quando chove, os problemas permanecem sem solução, apesar da aproximação do período chuvoso. Hoje pela manhã, várias ruas estavam alagadas revelam não só a omissão do poder público com manutenção e obras nas vias de escoamento das águas pluviais, mas também a falta de conscientização da população, que insiste em jogar lixo nas ruas entopindo os bueiros. O resultado: lagoas por todo canto, onde boiavam garrafas “pet” e sacos plásticos.

A estudante, Tásia Jéssica, não conseguiu chegar à escola, em Petrópolis, mesmo bairro onde reside e onde foram registrados vários pontos de alagamento. Tásia perdeu a prova que faria na aula de hoje, porque ficou ilhada dentro de casa, como acontece todas as vezes que chove e a rua alaga.

Segundo o secretário de Obras e Viação, Damião Pita, desde o início do ano, a Semov e a Urbana estão limpando as galerias, retirando o lixo que prejudica o escoamento, o que, de acordo com ele é o principal motivo dos alagamentos.

De acordo com a Emparn, as pancadas de chuva de ontem para hoje ocorreram com maior intensidade na faixa litorânea leste, em função da Zona de Convergência Inter-Tropical, que provoca precipitações especialmente no período de abril a maio. Nas outras regiões do Estado, as chuvas foram fracas e isoladas. Em Natal, o índice pluviométrico ficou em 56,8 milímetros.

O céu hoje permanece nublado em todo o RN, com possibilidade de mais pancadas de chuvas. Na capital potiguar, a temperatura máxima é de 29ºC. No Alto Oeste, fica em 34ºC, no Agreste, 31ºC, e Seridó, 33ºC.

Matéria TN 29/3 :: Um dia de tumulto e alagamentos em Natal

Um dia de tumulto e alagamentos em Natal

Foto: João Maria Alves

PONTA NEGRA – Chuvas derrubam árvores e assustam moradores

Novamente as chuvas tumultuaram o trânsito do natalense. As precipitações da madrugada de ontem causaram alagamento em vários pontos da Zona Sul da cidade. Na madrugada de quarta-feira, choveu em Natal 56,8 mm. Especialistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) indicam que as chuvas já ultrapassaram a média prevista para março, de 206mm. Esse mês já choveu aproximadamente 250mm no Rio Grande do Norte. A previsão para os próximos dias para todo o Estado é de céu parcialmente nublado com pancadas de chuva.

Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas da madrugada de quarta-feira em Natal, são consideradas moderadas e normais para o período, apesar do número já ter ultrapassado o previsto. Para ele, uma chuva de 56 mm não é muito forte. Mas isso foi suficiente para causar o desmoronamento de duas árvores na obra da lagoa de captação, no conjunto Ponta Negra.

Na rua Maracajaú, no conjunto Ponta Negra, os moradores começaram o dia ontem, com um susto. Na obra da lagoa de captação na rua, houve um desmoronamento de terra, que derrubou duas árvores e já ameaça outras. Dentro do buraco formado, as marcas de pneus de tratores mostravam que as máquinas da obra também estiveram, mais cedo, em local de risco. A professora Francisca Miranda, disse que estava assustada com o desmoronamento, porque a areia não parava de ceder. “Cavaram muito perto da calçada. Daqui a pouco isso vai ceder também. Só falta mesmo chegar nas nossas casas”, afirmou.

Além desse trecho do conjunto Ponta Negra, outros pontos em Capim Macio e Potilândia ficaram alagados. O trânsito ficou tumultuado no início da manhã, próximo ao Complexo do IV Centenário. Em Nova Parnamirim, na cratera conhecida como Mahatma Gandhi, a terra continua cedendo e partes da avenida Deputado Gastão Mariz de Farias ficou debaixo da água, causando transtornos para motoristas que trafegavam pela rua.

O meteorologista Gilmar Bristot explicou que essas chuvas já indicam o início do inverno. “As chuvas são normais para o período, no Nordeste o período de chuvas já está em pleno desenvolvimento”, disse. Ele contou que as chuvas nessa época do não, são ocasionadas por áreas de instabilidade tropicais, alimentadas pela umidade vinda do oceano Atlântico.

Para ele, a média diária de chuvas em Natal e no interior está, em geral, dentro do esperado. “Superou um pouco, mas não é considerada demais”, afirmou. Gilmar Bristot disse que a previsão para os próximos dias é de céu nublado com pancadas de chuva, principalmente durante a madrugada e início da manhã, em Natal. Para o interior o céu se mantém nublado, mas as chuvas ocorrem durante a tarde e início da noite.

Motorista derrapa na pista e vira microônibus

A pista lisa é a má visibilidade serviram de fatores agravantes para um acidente que ocorreu ontem, por volta das dez horas da manhã, na BR101, no trecho que liga Natal à Nova Parnamirim. Um microônibus alternativo (particular), de placas MYI-9804 (Parnamirim/RN) derrapou na pista, invadiu o canteiro e virou. No momento do acidente, oito pessoas viajavam no alternativo. Os passageiros tiveram ferimentos leves e apenas uma moça precisou ser socorrida por uma ambulância.

Segundo o motorista do microônibus, Marcus Roberto Martins, ele seguia na faixa da direita em baixa velocidade – aproximadamente 40 quilômetros por hora, quando tentou mudar para a faixa da esquerda. “Quando fui mudar de pista vi um outro carro em alta velocidade. Para não bater tentei desviar e perdi o controle”, disse. O alternativo alcançou o canteiro direito da pista (sentido Natal para Nova Parnamirim) e tombou.

A psicóloga Suely de Sousa estava no alternativo no momento do acidente. “Não me lembro de nada, mas o motorista vinha com velocidade”, disse, contrariando a versão do motorista. Duas ambulâncias do Samu Metropolitano seguiram para o local, mas apenas a psicóloga precisou de atendimento – ela teve arranhões leves – para se acalmar.

A moça que foi socorrida pela ambulância deu entrada no Pronto Socorro Clóvis Sarinho, mas o serviço social do hospital não soube informar o nome e o estado de saúde da vítima.

Matéria TN 29/3 :: Um dia de tumulto e alagamentos em Natal

Um dia de tumulto e alagamentos em Natal

Foto: João Maria Alves

PONTA NEGRA – Chuvas derrubam árvores e assustam moradores

Novamente as chuvas tumultuaram o trânsito do natalense. As precipitações da madrugada de ontem causaram alagamento em vários pontos da Zona Sul da cidade. Na madrugada de quarta-feira, choveu em Natal 56,8 mm. Especialistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) indicam que as chuvas já ultrapassaram a média prevista para março, de 206mm. Esse mês já choveu aproximadamente 250mm no Rio Grande do Norte. A previsão para os próximos dias para todo o Estado é de céu parcialmente nublado com pancadas de chuva.

Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas da madrugada de quarta-feira em Natal, são consideradas moderadas e normais para o período, apesar do número já ter ultrapassado o previsto. Para ele, uma chuva de 56 mm não é muito forte. Mas isso foi suficiente para causar o desmoronamento de duas árvores na obra da lagoa de captação, no conjunto Ponta Negra.

Na rua Maracajaú, no conjunto Ponta Negra, os moradores começaram o dia ontem, com um susto. Na obra da lagoa de captação na rua, houve um desmoronamento de terra, que derrubou duas árvores e já ameaça outras. Dentro do buraco formado, as marcas de pneus de tratores mostravam que as máquinas da obra também estiveram, mais cedo, em local de risco. A professora Francisca Miranda, disse que estava assustada com o desmoronamento, porque a areia não parava de ceder. “Cavaram muito perto da calçada. Daqui a pouco isso vai ceder também. Só falta mesmo chegar nas nossas casas”, afirmou.

Além desse trecho do conjunto Ponta Negra, outros pontos em Capim Macio e Potilândia ficaram alagados. O trânsito ficou tumultuado no início da manhã, próximo ao Complexo do IV Centenário. Em Nova Parnamirim, na cratera conhecida como Mahatma Gandhi, a terra continua cedendo e partes da avenida Deputado Gastão Mariz de Farias ficou debaixo da água, causando transtornos para motoristas que trafegavam pela rua.

O meteorologista Gilmar Bristot explicou que essas chuvas já indicam o início do inverno. “As chuvas são normais para o período, no Nordeste o período de chuvas já está em pleno desenvolvimento”, disse. Ele contou que as chuvas nessa época do não, são ocasionadas por áreas de instabilidade tropicais, alimentadas pela umidade vinda do oceano Atlântico.

Para ele, a média diária de chuvas em Natal e no interior está, em geral, dentro do esperado. “Superou um pouco, mas não é considerada demais”, afirmou. Gilmar Bristot disse que a previsão para os próximos dias é de céu nublado com pancadas de chuva, principalmente durante a madrugada e início da manhã, em Natal. Para o interior o céu se mantém nublado, mas as chuvas ocorrem durante a tarde e início da noite.

Motorista derrapa na pista e vira microônibus

A pista lisa é a má visibilidade serviram de fatores agravantes para um acidente que ocorreu ontem, por volta das dez horas da manhã, na BR101, no trecho que liga Natal à Nova Parnamirim. Um microônibus alternativo (particular), de placas MYI-9804 (Parnamirim/RN) derrapou na pista, invadiu o canteiro e virou. No momento do acidente, oito pessoas viajavam no alternativo. Os passageiros tiveram ferimentos leves e apenas uma moça precisou ser socorrida por uma ambulância.

Segundo o motorista do microônibus, Marcus Roberto Martins, ele seguia na faixa da direita em baixa velocidade – aproximadamente 40 quilômetros por hora, quando tentou mudar para a faixa da esquerda. “Quando fui mudar de pista vi um outro carro em alta velocidade. Para não bater tentei desviar e perdi o controle”, disse. O alternativo alcançou o canteiro direito da pista (sentido Natal para Nova Parnamirim) e tombou.

A psicóloga Suely de Sousa estava no alternativo no momento do acidente. “Não me lembro de nada, mas o motorista vinha com velocidade”, disse, contrariando a versão do motorista. Duas ambulâncias do Samu Metropolitano seguiram para o local, mas apenas a psicóloga precisou de atendimento – ela teve arranhões leves – para se acalmar.

A moça que foi socorrida pela ambulância deu entrada no Pronto Socorro Clóvis Sarinho, mas o serviço social do hospital não soube informar o nome e o estado de saúde da vítima.