.: FILHOS DE PONTA: Uma nova realidade em construção

Uma nova realidade.
No fundo ‘é só e apenas isso’ que queremos, todos NÓS!
Todos NÓS queremos menos pessoas pedindo esmolas
menos crianças se drogando nas esquinas
menos lixo espalhado nas ruas,
Todos NÓS queremos ver mais respeito ao meio ambiente
mais segurança
mais valorização do SER humano
Então qual o problema? Porque não nos entendemos? Porque nossos políticos não fazem o que precisam fazer: melhorar a vida da população? Onde e para quem perguntar? Em quem confiar? Só tínhamos a certeza de que não era o Chapolin Colorado que viria nos defender!!!
Alguns de NÓS, habitantes de Ponta Negra, resolvemos continuar girando a roda: veio o Movimento SOS Ponta Negra, a questão dos prédios ao lado do Morro do careca, as emendas ao Plano Diretor de Natal (Plano Setorial e Área de Interesse Social), o muro na Via Costeira, o Parque em Capim Macio, os questionamentos sobre emissário submarino, poluição nas praias, saneamento básico e adensamento demográfico, trânsito, falta de áreas públicas de lazer…
Tudo isso atrelado ao aumento da violência urbana, do turismo sexual, da prostituição infantil, do tráfico e consumo de drogas como o crack, degradação ambiental, mais trânsito e mais violência: o tempo está passando e as coisas estão piorando? Como assim? Com toda essa tecnologia, tempos de alta produtividade, homens e mulheres no espaço, carro elétrico e alface orgânica estamos andando para trás quando o assunto é convivência uns com os outros?
Tantos ‘porquês’ e poucas respostas satisfatórias?
Dessa inquietação surge o grupo Filhos de Ponta, um braço da comunidade dentro do programa de segurança pública comunitária que está sendo construído junto com o Gabinete de Gestão Integrada – GGI. Ligado à Secretaria Estadual de Segurança Pública, o GGI reúne instituições sólidas e de grande influência no bem estar público como Forças Armadas, Polícia, Justiça e Receita Federal, Polícias Civil e Militar, Defesa Social do Município, entre outras, e abre espaço para organizações religiosas, associações comunitárias e instituições de ensino como UFRN.
Pois bem, a Vila de Ponta Negra topou, NÓS topamos com o GGI e agora temos a oportunidade de materializar um projeto que possa abarcar todas as vertentes que precisam ser trabalhadas: educação, cultura, lazer, esporte, qualificação profissional, auxílio para recuperação de dependentes químicos, e outras ações que valorizam o SER humano, fortalecem a auto-estima e a identidade cultural. E o melhor, há recursos para tudo isso acontecer de verdade, basta uma boa proposta, como a criação de um Programa de Segurança Pública Comunitária economicamente viável, integrado com a comunidade e com apoio do poder público (Municipal e Estadual).
Um projeto piloto que pode muito bem se transformar em referência nacional…
Só uma ação (contínua) estruturada e estruturante, com força para iniciar a transformação social que precisamos, pode assegurar a possibilidade dessa nova realidade. Queremos comprovar que John Lennon estava errado: o sonho não acabou para quem está acordado!!
Bom, se você leu esta mensagem até aqui, é porque está realmente interessado/a, portanto sinta-se convidado para participar desse momento histórico: iremos apresentar à sociedade natalense nossas intenções para melhorar o coração e as artérias do bairro-praia cartão postal da cidade, e debater o Programa durante Audiência Pública na Câmara Municipal de Natal.
A Audiência, que acontecerá dia 9 de novembro, às 15h, na CMN, foi proposta pelo mandato popular do vereador George Câmara.
Curioso/a com o desafio lançado pelos Filhos e Filhas de Ponta???
>>>>> tome a pílula vermelha e entre em contato pela rede-web… vamos criar uma rede-real!
abraços
Yuno, bem acordado

.: Praias não dispõem de equipamentos esportivos

TRIBUNA DO NORTE – 13/out/2009
Foto: Marcelo Barroso


Faltam opções para a prática de atividades esportivas

Caminhar. Essa é a única alternativa para os frequentadores das praias urbanas de Natal. Ao contrário de outras capitais do Nordeste, Natal não mantém espaços dedicados ao lazer e para se praticar exercícios físicos em suas praias, o que incomoda a população. A praia do Forte é o único local que conta com quadra, campo de futebol e etc, construídos pelo poder público.

A urbanização da orla da praia do Forte data do ano 2000 e embora alguns dos equipamentos estejam em mau estado de conservação, ainda são largamente utilizados pela população, principalmente pelas pessoas que moram nos arredores. “Eu sempre venho aqui porque a minha academia não funciona no domingo e é um bom espaço para fazer exercícios. O pessoal dos bairros aqui, como Brasília Teimosa e Mãe Luiza, também sempre vem praticar esporte”, diz Roberto Alves, de 18 anos, que é atleta profissional. Aquele trecho da praia, que vai desde a entrada da Ponte de Todos até o Forte dos Reis Magos, tem uma quadra poliesportiva, um campo de futebol e alguns equipamentos para exercícios físicos, para se praticar barras e paralelas.

O mesmo equipamento já esteve presente na Praia de Ponta Negra, mas era mantido por donos de quiosques que tentavam cativar os seus fregueses. Como não eram oficiais, foram retirados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), de acordo com o presidente da Associação de Trabalhadores Informais de Ponta Negra, Marcos Martins. “O pessoal da iniciativa privada mantinha alguns equipamentos que foram retirados pela Semsur já faz alguns anos”, diz Marcos. O atleta Roberto Lima afirma que a retirada foi positiva. “O equipamento que tinha lá em Ponta Negra era inadequado anatomicamente. Esse que tem aqui na Praia do Forte é mais indicado”, avalia.

Da mesma forma, um dos pontos da praia, próximo ao Morro do Careca, conta com redes e marcações do que seria uma quadra de volei de praia. Contudo, o equipamento não é da Prefeitura e sim de alguns donos de quiosques. “É a própria sociedade que mantém a rede e as marcações da quadra. A Prefeitura mesmo não faz nada por aqui em termos de esporte. A única alternativa para quem frequenta Ponta Negra é tomar banho no mar ou caminhar no calçadão”, diz Marcos Martins.

O casal Werner Bezerra e Luciana Oliveira desfrutava do clima da praia na manhã de ontem, dia das Crianças, com seus dois filhos, Mateus e Daniel, de 11 e dois anos, respectivamente. Werner concorda que faltam opções de lazer nas praias da cidade. “Poderia ter um parquinho, ou um local específico para crianças. Seria realmente muito bom, faz falta”, diz Werner. O advogado Sidcley Barros, que curtia o feriado da segunda ao lado da mulher, Larissa, e da filha de dois anos, Maria Laura, também reclama das poucas alternativas da Praia de Ponta Negra. “Nós frequentamos a praia e realmente existe uma carência de opções mais diversificadas de lazer aqui”, encerra.

.: Moradores da Vila de Ponta Negra fazem protesto em prol de área de lazer

[clique na imagem para ampliar]

TRIBUNA DO NORTE – 04/out/2009
Texto e foto: Roberta Trindade

A manhã de ontem foi movimentada na Vila de Ponta Negra, zona Sul da capital. Às 10 horas, moradores da região se mobilizaram com faixas para chamar a atenção das autoridades e evitar a desocupação de uma área utilizada pela população desde 1951. Conhecido como Campo do Botafogo, o local possui 6.962,02 metros quadrados e está avaliado, segundo o laudo de avaliação mercadológica de imóvel em R$ 6.962 milhões. A juíza Divone Maria Peixoto da 17ª Vara Cível de Natal determinou no dia 29 de julho, deste ano, a desocupação da área em 30 dias, sob pena de desocupação compulsória e multa diária de R$ 300.

O documento foi recebido por Onofre Gomes de Lima, presidente do Botafogo Futebol Clube, no dia 23 de setembro.

A partir do mandado, os moradores se mobilizaram e querem evitar que a desocupação se concretize. Para os manifestantes, o Campo do Botafogo é a única área de lazer pública, na Vila de Ponta Negra. “O impasse se arrasta na justiça desde 2003 quando o dono de uma imobiliária se apresentou com proprietário da área, mas quem vendeu? Não existe documento. Em 1951, na região existia a mata fechada. Os pescadores devastaram o local. Queriam um espaço para jogar futebol”, frisa Onofre.
Roberta TrindadeMoradores e membros do Botafogo Futebol Clube protestam contra ordem de desapropriaçãoMoradores e membros do Botafogo Futebol Clube protestam contra ordem de desapropriação

O Botafogo Futebol Clube detém a área há 58 anos, porém em 1993 o governo do Estado concedeu uso gratuito por tempo determinado do local. “Foi estipulado dez anos de concessão que só poderia ser revogada caso alguma cláusula do processo fosse descumprida. O que não aconteceu”, lembra Onofre.

De acordo com o morador Yuno Silva, o Campo do Botafogo é utilizado, não só para o lazer dos moradores, que utilizam a área para jogar futebol diariamente. Através do Gabinete de Gestão integrada (GGI), órgão ligado à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, o local é utilizado para vários projetos. Um deles é o “Projeto de Cuidados e Promoção da Paz e da Cidadania em Ponta Negra”. “É o único espaço público que temos onde se pratica esporte, cultura, lazer e educação”.

Aquém de toda movimentação que envolve o Campo do Botafogo, durante toda a manhã de sábado, Expedito Rodrigues, carregava carrinhos de terra, embaixo de sol forte, na intenção de tapar pequenos buracos e preparar o terreno para o jogo de futebol que acontece hoje, no Campo do Botafogo, entre os jogadores veteranos do bairro. “É aqui que temos nosso lazer. É a distração de todos os moradores da Vila”, completa.

>>> Comentário Pertinente: O programa que o GGI (vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Estado) quer implantar na Vila de Ponta Negra trata-se de um plano de Segurança Pública Comunitária que deverá envolver, além da comunidade, instituições como Universidades, Forças Armadas, Polícia e Justiça Federal, organizações religiosas, Ongs, Associações de moradores e secretarias municipais. A proposta é buscar reduzir os índices de violência através de ações educativas, esportivas, culturais, de qualificação profissional, entre outras. Portanto, se a comunidade perder definitivamente o Campo do Botafogo – única área pública de lazer do bairro – essas atividades estarão prejudicadas quanto ao desenvolvimento.

.: O Campo do Botafogo é NOSSO!!!

[clique na imagem para ampliar - foto de Alex fernandes]

CAMPO DO BOTAFOGO
MANIFESTAÇÃO POPULAR CONTRA DESPEJO DA ÁREA DE LAZER

A comunidade da Vila de Ponta Negra promove neste sábado (dia 3), das 10h às 11h, por meio de suas organizações representativas*, manifestação pacífica em prol da única área de lazer do bairro: o Campo do Botafogo. Alvo de especulação imobiliária, a área é utilizada pelos moradores desde 1951 e a partir de 2003 vem enfrentando na justiça o direito de continuar desenvolvendo atividades sociais e esportivas.

Por entender que o espaço do Campo do Botafogo, e seu entorno, é de extrema importância para o bem estar da comunidade, estaremos reunidos com o intuito de dar publicidade à ação de despejo movida contra a permanência desse importante equipamento público de lazer, esporte e educação – atividades que garantem a própria sobrevivência da auto-estima e da identidade cultural dos moradores da Vila de Ponta Negra.

A ação vem à tona após inúmeras batalhas judiciais prejudicadas pelo poder econômico dos grupos interessados em construir na localidade. Trata–se de uma reivindicação aos Poderes Públicos constituídos a fim de impedir o avanço da especulação imobiliária e seus conseqüentes resultados negativos como o aumento da violência e da exclusão social.

O Botafogo Futebol Clube detém a posse de seu campo desde 1951, mas só em 1993 foi concedida, pelo Governo do Estado, a Concessão Real de Uso Gratuito por Tempo Determinado (dez anos) – concessão que só poderia ser revogada caso alguma cláusula do processo fosse descumprida. Porém, antes de expirar o prazo, ainda em 2003, a Imobiliária Santos Ltda alegou ser proprietária da área e desde então a comunidade vem sofrendo pressões para desocupar o espaço.

Mesmo com toda a documentação necessária**, que comprovam irregularidades no processo movido pela empresa, a comunidade não conseguiu restabelecer a Concessão.

Por tudo isso e muito mais, CONVIDAMOS TODOS OS MORADORES DE PONTA NEGRA E NATALENSES INTERESSADOS EM PRESERVAR O DIREITO AO LAZER PÚBLICO para se fazerem presentes no ATO PÚBLICO marcado para este sábado (dia 3), às 10h, em frente ao Cemitério de Ponta Negra.

Vale salientar, que a comunidade da Vila de Ponta Negra está nos planos do Gabinete de Gestão Integrada – GGI para se transformar em exemplo nacional de programa de segurança pública comunitária, um projeto que envolve a Secretaria de Segurança Pública do Estado, Forças Armadas, Justiça e Receita Federal, Polícia Militar, UFRN, Secretarias Municipais, moradores, grupos de Cultura Popular, entre outras organizações e instituições.

* Conselho Comunitário de Ponta Negra, Associação de Moradores da Vila de Ponta, Centro Desportivo do Bairro de Ponta Negra, Clube de Mães, Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra, Associação das Rendeiras de Ponta Negra, Associação dos Locadores de Mesas e Cadeiras da Praia de Ponta Negra, Associação Cultural Mestre José Correia, Botafogo Futebol Clube, Tec–Mil Futebol Clube, Associação dos Pescadores Futebol Clube, Flamengo Futebol Clube, Vila Velha Futebol Clube, Areia Branca Futebol Clube, Movimento Filhos de Ponta e Movimento SOS Ponta Negra

** Disponível para consulta pública

Contatos:

Onofre Gomes – 9134.3109 / 3641-1457 / 9925.4847
Maria das Neves – 8723-4079 || Joca – 9481-7570
Yuno Silva – 8827-2006

.: Micarla inaugura praça com campo de golfe em Ponta Negra

BLOG TERRITÓRIO LIVRE – 29/ago/2009
por Laurita Arruda

A prefeita Micarla de Sousa inaugurou na tarde desta sexta-feira a Praça Tancredo Neves em Ponta Negra. Evento prestigiado pelos senadores José Agripino e Rosalba Ciarlini, o deputado federal Felipe Maia,

A novidade é que a praça tem um campo de golfe. Segundo o release oficial, é a primeira do Nordeste a contar com esse tipo de … equipamento. O campo de golfe tem 1.500 m² para a prática das modalidades putting e pitching, para jogadas de curto alcance.

Os diretores da Federação Norte-rio-grandense de Golfe (FNG) entregaram à prefeita uma revista especializada em golfe e uma bola usada na prática do esporte como reconhecimento ao feito.

A praça contou com emenda da deputada Fátima Bezerra no valor de R$ 200 mil. Micarla destacou o fato, mas FB não apareceu desta vez. Mandou o companheiro Adriano Gadelha a representando.

TL COMENTA: Por favor, não me perguntem o que são as modalidades putting ou pitching. Sugiro uma goolgada, pois que o conhecimento da blogueira no esporte é zero. Talvez, como 99% dos natalenses. Ou não. O RN já conta (até) com federação de golfistas. Preparem os tacos, a nova onda em Ponta Negra é jogar… golfe.

>>> Comentário pertinente: Como é que NÓS, simples cidadãos/ãs, vivemos até hoje sem uma obra dessas?! Será mesmo um campo de golfe prioridade social? Justamente nesses momentos de ruas esburacadas, mendigos nas esquinas, crianças morrendo em decorrência do consumo de crack, transporte público deficiente, trânsito, falta de saneamento… ufa! Só gostaria de saber quanto custará para manter a grama sempre verdinha, verdinha!!

.: Após começo ‘de brincadeira’, Jadson André se firma como talento nacional

Surfista potiguar durante o WQS da Praia Mole/SC

GLOBO ESPORTE – 12/jul/2009
por João Gabriel Rodrigues, de Florianópolis
foto: Diego Freire/ZDL

O WQS seis estrelas da Praia Mole ainda não acabou, mas Jadson André já sai do campeonato como maior vencedor. Independentemente dos resultados do último dia de competição, o surfista potiguar já garantiu a liderança do ranking da divisão de acesso após a etapa e está cada vez mais perto de selar sua passagem para a elite mundial em 2010. Um belo salto para o brasuca, que começou a pegar suas primeiras ondas “de brincadeira” na praia de Ponta Negra, em Natal.

No dia anterior às finais em Florianópolis, Jadson recebeu o GLOBOESPORTE.COM na casa onde está hospedado na cidade. Com a fala rápida e agitada, ele diz que surfou pela primeira vez aos 10 anos, por acaso, ao lado de amigos. Pouco tempo depois, já brilhava nas competições estaduais e chamou atenção de gente como Ademir Kalunga, a quem o surfista considera ser seu padrinho dentro do esporte. Aos poucos, outras pessoas o indicavam, e seu nome passou a ser reconhecido na região. A decisão de sair de casa em busca de melhores condições não demorou muito.

- Eu comecei com 10 anos, de brincadeira, e tinha uns 13 anos quando comecei a levar a sério mesmo o surfe. E eu fui evoluindo devagar, aconteceu naturalmente. Foi dando certo, fui bem em brasileiros e mundiais mirins e acabei me mudando para o Guarujá (litoral paulista) aos 15 anos para poder crescer, né? Foi difícil, deixar pai, mãe, mas eles sabiam que era importante para mim. Em Natal, não tinha muita gente surfando para valer, a maioria levava na brincadeira – disse o surfista, de 19 anos.

Jadson revela que até hoje é muito ligado aos pais. O potiguar conta que muitos de seus objetivos na carreira são em função de sua família.

- Sempre falo com eles, não todo dia, mas quase sempre. É bom escutar a voz da mãe, né? Eu sou um privilegiado por ter pais que me apoiam tanto. Eu tenho um sonho na vida, de ajudar minha família, de dar o melhor para eles.

Campeão mundial amador em 2007, Jadson afirma que foi ali que começou a ganhar confiança para valer no seu talento. Ele confessa que, até então, era difícil se imaginar tão longe.

- Eu tive sorte por chegar ao título do Mundial Amador. E é incrível, né? Porque aqueles ali serão os surfistas que vão estar entre os melhores do mundo em, sei lá, dez anos. Então, te dá confiança. Nos meus planos, eu conseguiria a classificação para o circuito mundial neste ano. No ano passado, quase consegui, mesmo não sendo meu objetivo. Agora, é o meu planejamento e eu estou perto. Quando fui para São Paulo, não pensava tão alto. Mas, quando os resultados foram aparecendo, tracei meus objetivos e vou fazer de tudo para alcançá-los.

Jadson acorda cedo e pega ondas de duas a três vezes todos os dias para treinar. O ritmo forte tem dado certo, e os resultados nos circuitos nacional e internacional comprovam isso. Ele, porém, diz não ser tão conhecido ainda no mundo do surfe. Sem pressa, tudo no seu tempo.

- Cada vez que você se destaca nas competições, as pessoas vão te conhecendo melhor. Não sou tão conhecido ainda, mas tudo bem, não tem problema. Vou crescendo aos poucos. Tenho que passar uma imagem boa. Não quero ser mais um louco no surfe.

Para não ser “mais um louco no surfe”, Jadson afirma que conta com uma boa estrutura montada pela sua equipe. Ele diz que isso é primordial para que possa render sempre bem nas competições e não ficar perdido com tantas viagens ao redor do mundo. Afirma, mais uma vez, ser privilegiado.

- Por causa da estrutura que me criaram, eu me acostumei muito fácil.Nunca tive problemas com fuso, por exemplo. Passo o dia acordado para me acostumar. Tenho uma estrutura muito boa por trás. Nunca fiquei numa roubada. Fico nos melhores lugares e tenho os melhores equipamentos. Sou um privilegiado. Tenho até psicóloga. E tenho de dar os parabéns a ela por me aturar.

Neste domingo, Jadson terá um dos mais experientes surfistas brasileiros pela frente nas quartas de final do WQS em Florianópolis: Neco Padaratz. O potiguar, porém, tem seu objetivo claro na mente.

- Quero vencer aqui para aumentar ainda mais a minha pontuação e chegar ainda mais perto da vaga. Vai ser alucinante disputar o circuito mundial. Não posso relaxar e tenho de evoluir a cada etapa. Faço tudo para alcançar meus objetivos. E espero conseguir alcançar este.

>>> Comentário pertinente: Jadson, legítimo filho da Vila de Ponta Negra, prova que é possível ‘escapar de um destino provável’ com dedicação e força de vontade. É disso que a galera precisa, de bons exemplos!

ENQUANTO ISSO EM MÃE LUÍZA…

Disputa entrava projeto de área de lazer em Mãe Luiza

Anna Ruth Dantas – Repórter

O projeto da área de lazer de Mãe Luiza, que deveria ter sido construída na Via Costeira exatamente no local em frente ao bairro, ainda não saiu do papel. Longe de ser falta de recursos, o que entrava a execução desse projeto é uma verdadeira “queda de braço” entre a Prefeitura Municipal de Natal e a Datanorte. A empresa estatal se propõe a vender para o Município o terreno e até propõe um acerto de contas, já que tem uma dívida de R$ 10 milhões com a Prefeitura. [...]

[leia matéria completa na Tribuna do Norte - 16/12/2007]

ENQUANTO ISSO EM MÃE LUÍZA…

Disputa entrava projeto de área de lazer em Mãe Luiza

Anna Ruth Dantas – Repórter

O projeto da área de lazer de Mãe Luiza, que deveria ter sido construída na Via Costeira exatamente no local em frente ao bairro, ainda não saiu do papel. Longe de ser falta de recursos, o que entrava a execução desse projeto é uma verdadeira “queda de braço” entre a Prefeitura Municipal de Natal e a Datanorte. A empresa estatal se propõe a vender para o Município o terreno e até propõe um acerto de contas, já que tem uma dívida de R$ 10 milhões com a Prefeitura. [...]

[leia matéria completa na Tribuna do Norte - 16/12/2007]