.: Com falta de investimento estrangeiro, imobiliárias fecham em Ponta Negra [jan/09]

TRIBUNA DO NORTE – 29/jan/2009
Foto: Júnior Santos

PREJUÍZOS – Waldemir diz que desaceleração causou fechamento de imobiliárias

Com a fuga dos investimentos estrangeiros no Rio Grande do Norte, após o início da crise econômica mundial, o cenário do mercado de imóveis no bairro de Ponta Negra começa a mudar. Um dos locais preferidos para a instalação de escritórios de empresas do setor, a Avenida Erivan França hoje é exemplo de como as imobiliárias – que tinham como foco os investidores internacionais – sofrem com a recessão em outros países.

O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci RN), Waldemir Bezerra, explica que não há números que demonstrem a dimensão dos baques que as imobiliárias estão sentindo. Porém, ele confirma que as empresas estão realmente baixando suas portas, saindo do mercado ou procurando outros pontos de comercialização.

“Uma vez que a crise tirou os investidores internacionais do estado, os escritórios perderam seus clientes. Os negócios em Ponta Negra diminuíram sensivelmente e, no ano passado, as imobiliárias com foco no mercado internacional amargaram um prejuízo muito grande”, declara.

A falta de dados sobre a quantidade de empresas fechadas nos últimos meses se deve ao fato de que muitas delas encerram suas atividades mas não dão baixa na documentação junto ao Creci. Bezerra acredita que somente em abril o órgão poderá estimar um número já que, até março, está sendo cobrada a anuidade do conselho. “Geralmente, descobrimos que as empresas realmente fecharam quando elas não pagam ou a correspondência para pagamento retorna”, explica.

Waldemir Bezerra avalia o cenário com preocupação já que o Rio Grande do Norte, em especial Natal, tem se tornado cada vez mais um destino de segunda residência. “Há quem faça uma leitura que este mercado vai voltar a crescer na Europa ainda este ano. Isso é muito importante para nós já que sabemos que a queda dos investimentos ocorreu porque outros países entraram em recessão e os estrangeiros ficaram mais cautelosos”.

Mudança

O empresário Fred Salsa era um dos sócios da imobiliária Euro que ficava localizada na orla da praia mais famosa de Natal. Porém, depois de aproximadamente cinco anos na área a sociedade terminou e ele, atualmente, se prepara para abrir um novo escritório em Petrópolis.

A imobiliária Imocapital, como será chamado o novo empreendimento de Salsa, foge do foco de Ponta Negra, mercado que já está fraco segundo o empresário. “O movimento estrangeiro caiu bastante nos últimos anos. Continuo com clientes naquela região, mas preferi abrir o escritório em Petrópolis”.

Segundo Fred Salsa, cerca de 60% das vendas realizadas pela Euro eram fruto de investimentos de estrangeiros. O público era variado incluindo espanhóis, noruegueses, italianos e portugueses. A imobiliária foi uma das primeiras a abrir na Erivan França e, de acordo com Fred, após o seu fechamento muitos negócios do mesmo segmento também começaram a deixar a região.

>>> Comentário pertinente: A atual situação [crítica] do mercado imobiliário e os [contínuos] baixos índices no fluxo turístico, refletem a estratégia depreciativa adotada pela especulação imobiliária e a maneira equivocada como foi direcionado o turismo na capital potiguar. A relação é de exploradores e explorados, em vez de parceiros! Formou-se uma bolha ilusória e frágil de prosperidade, comprovando a necessidade de um crescimento urbano responsável e antenado com as características culturais e históricas da cidade.

Jornal de Hoje :: EMPREENDEDOR AFIRMA QUE RN É PROMISSOR NO TURISMO DE GOLFE

Repórter: Wagner Guerra

Mercado que possui 50 milhões de praticantes e movimenta cerca de US$ 100 bi por ano, está em busca de novos empreendimentos

Terras a preço competitivo, sol quase o ano inteiro e, claro, muitas belezas naturais. Com essas qualidades reunidas, o Rio Grande do Norte já desponta como Estado com grande potencial para a implantação de empreendimentos voltados ao mercado de turismo de golfe – segmento que movimenta, anualmente, 100 bilhões de dólares.

Segundo o diretor da GT Golfe, Fábio Mazza, o RN já possui boa infra-estrutura e estabilidade econômica, além da promoção do destino no exterior, para atrair investidores.

>>> O RN também tem escolas que ensinam a jogar golfe, auto-escola para motoristas de carrinho de golfe, fábrica de pesticidas para manter o gramado sempre verdinho e perfeito…

“Existem empresários lá fora procurando investir nesse tipo de negócio, que é lucrativo e só faz aumentar o desenvolvimento turístico e imobiliário local”, garantiu Mazza.

Apesar de ser pouco praticado no país, o golfe já representa um esporte de grande movimentação turística. Há 10 anos, lembrou o diretor, a Bahia iniciou o processo de implantação de quatro campos oficiais de golfe (Comandatuba, Sauípe, Porto Seguro e Salvador), com assinatura de arquitetos de renome mundial, e hoje, está posicionada como principal destino de turismo de golfe internacional.

O projeto envolve, também, a inclusão de complexos turísticos (resorts, pousadas, hotéis, bares e restaurantes). Para cada partida, em campo de 18 buracos, o jogador desembolsa cerca de R$ 170,00. “Em 90% dos casos, o investimento na construção de um campo de golfe, por si só, não é economicamente viável, por conta dos altos custos com a construção e manutenção. É preciso investir em toda uma infra-estrutura para assumir as condições de sustentabilidade a longo prazo”.

No Brasil, acrescentou Mazza, existem 25 mil praticantes. No entanto, o golfe de alto padrão ainda é novidade. Para ele, é preciso apostar no mercado mundial, que estima ter 50 milhões de jogadores, e que viajam, pelo menos, uma vez por mês, durante o ano, em busca de novos empreendimentos voltados ao segmento.

O turista golfista, como é chamado pelas operadoras, adiantou, é bastante desejado pelos hotéis, já que gastam, em média, de duas a quatro vezes mais que um viajante convencional. “Eles são seletos e de altíssima exigência. Procuram os hotéis com melhor qualidade nos serviços prestados, principalmente, na gastronomia e hospedagem”, revelou o diretor.

Para o RN, Mazza estima uma viabilização em curto prazo, entre 5 e 10 anos, para que seja implantado dez campos de golfe, com 18 buracos, cada um (Cluster), em uma área próxima, a exemplo do trecho entre a praia de Touros e Pipa, com cerca de 200 quilômetros de distância. Para isso, disse, é preciso que o empreendedor encontre uma área acima de 70 hectares, para garantir o projeto de infra-estrutura turística e imobiliária, e seja contemplada com baixo relevo e permanente recurso hídrico..

Além disso, concluiu Mazza, os empreendimentos voltados ao turismo de golfe visam manter as belezas naturais de cada lugar, preservando os recursos naturais locais e recuperando áreas degradadas. A legislação ambiental sempre é cumprida. Atualmente, os projetistas utilizam uma grama nativa resistente, que precisa apenas da quantidade referente a 1 copo d’água, para cada metro quadrado. Também são instalados sensores para medir a temperatura, umidade e quantidade certa do líquido, durante a irrigação, e que pode ser reutilizado, através do tratamento de efluentes.

O diretor da GT Golfe proferiu palestra sobre o assunto, na manhã de hoje, durante reunião da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro (ADIT), no Ocean Palace Hotel, Via Costeira.

Jornal de Hoje :: EMPREENDEDOR AFIRMA QUE RN É PROMISSOR NO TURISMO DE GOLFE

Repórter: Wagner Guerra

Mercado que possui 50 milhões de praticantes e movimenta cerca de US$ 100 bi por ano, está em busca de novos empreendimentos

Terras a preço competitivo, sol quase o ano inteiro e, claro, muitas belezas naturais. Com essas qualidades reunidas, o Rio Grande do Norte já desponta como Estado com grande potencial para a implantação de empreendimentos voltados ao mercado de turismo de golfe – segmento que movimenta, anualmente, 100 bilhões de dólares.

Segundo o diretor da GT Golfe, Fábio Mazza, o RN já possui boa infra-estrutura e estabilidade econômica, além da promoção do destino no exterior, para atrair investidores.

>>> O RN também tem escolas que ensinam a jogar golfe, auto-escola para motoristas de carrinho de golfe, fábrica de pesticidas para manter o gramado sempre verdinho e perfeito…

“Existem empresários lá fora procurando investir nesse tipo de negócio, que é lucrativo e só faz aumentar o desenvolvimento turístico e imobiliário local”, garantiu Mazza.

Apesar de ser pouco praticado no país, o golfe já representa um esporte de grande movimentação turística. Há 10 anos, lembrou o diretor, a Bahia iniciou o processo de implantação de quatro campos oficiais de golfe (Comandatuba, Sauípe, Porto Seguro e Salvador), com assinatura de arquitetos de renome mundial, e hoje, está posicionada como principal destino de turismo de golfe internacional.

O projeto envolve, também, a inclusão de complexos turísticos (resorts, pousadas, hotéis, bares e restaurantes). Para cada partida, em campo de 18 buracos, o jogador desembolsa cerca de R$ 170,00. “Em 90% dos casos, o investimento na construção de um campo de golfe, por si só, não é economicamente viável, por conta dos altos custos com a construção e manutenção. É preciso investir em toda uma infra-estrutura para assumir as condições de sustentabilidade a longo prazo”.

No Brasil, acrescentou Mazza, existem 25 mil praticantes. No entanto, o golfe de alto padrão ainda é novidade. Para ele, é preciso apostar no mercado mundial, que estima ter 50 milhões de jogadores, e que viajam, pelo menos, uma vez por mês, durante o ano, em busca de novos empreendimentos voltados ao segmento.

O turista golfista, como é chamado pelas operadoras, adiantou, é bastante desejado pelos hotéis, já que gastam, em média, de duas a quatro vezes mais que um viajante convencional. “Eles são seletos e de altíssima exigência. Procuram os hotéis com melhor qualidade nos serviços prestados, principalmente, na gastronomia e hospedagem”, revelou o diretor.

Para o RN, Mazza estima uma viabilização em curto prazo, entre 5 e 10 anos, para que seja implantado dez campos de golfe, com 18 buracos, cada um (Cluster), em uma área próxima, a exemplo do trecho entre a praia de Touros e Pipa, com cerca de 200 quilômetros de distância. Para isso, disse, é preciso que o empreendedor encontre uma área acima de 70 hectares, para garantir o projeto de infra-estrutura turística e imobiliária, e seja contemplada com baixo relevo e permanente recurso hídrico..

Além disso, concluiu Mazza, os empreendimentos voltados ao turismo de golfe visam manter as belezas naturais de cada lugar, preservando os recursos naturais locais e recuperando áreas degradadas. A legislação ambiental sempre é cumprida. Atualmente, os projetistas utilizam uma grama nativa resistente, que precisa apenas da quantidade referente a 1 copo d’água, para cada metro quadrado. Também são instalados sensores para medir a temperatura, umidade e quantidade certa do líquido, durante a irrigação, e que pode ser reutilizado, através do tratamento de efluentes.

O diretor da GT Golfe proferiu palestra sobre o assunto, na manhã de hoje, durante reunião da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro (ADIT), no Ocean Palace Hotel, Via Costeira.

Nominuto – 27/04/08 :: EMPRESA ALERTA PARA ESTAGNAÇÃO DO TURISMO EM NATAL

Recente pesquisa de demanda turística em Natal mostra que turismo mantém-se estável

Os rumos do turismo mantém-se como já há alguns anos, estáveis

Natal continua “bem na fita” na avaliação do turista. Estrangeiros e brasileiros que estiveram na capital potiguar em janeiro deste ano voltaram para casa levando uma boa imagem da cidade. Mais de 95% dos visitantes consideraram bom e ótimo o destino Natal.

Essa avaliação positiva, no entanto, não tem bastado para fazer pender o ponteiro da balança do turismo no Rio Grande do Norte. Os rumos do turismo mantém-se como já há alguns anos, estáveis, tendendo à estagnação, que para alguns estudiosos pode representar o início de um declínio.

O alerta é da empresa Start Pesquisa e Consultoria Técnica, baseado na comparação dos dados da mais recente pesquisa de demanda turística em Natal — que a própria empresa fez em janeiro para a Secretaria de Turismo do Estado (Setur) — com levantamentos realizados em anos anteriores.

Segundo a empresa, os resultados das pesquisas têm-se repetido ao longo de alguns poucos, porém, significativos anos, mantendo-se a média para quase todos os resultados, com algumas oscilações pouco expressivas.

“Os mesmos valores têm sido empreendidos para compras, alimentação, hospedagem, diversão, etc; os mesmos locais têm sido visitados e as mesmas opiniões sobre alguns aspectos do destino tem continuado na lista de agradáveis, o que é bastante positivo, e de desagradáveis, o que requer bastante atenção daqueles que fazem o turismo acontecer no Rio Grande do Norte e, em especial, em Natal”, diz a Start.

No modo de ver da empresa especializada em pesquisa e consultoria, a estagnação comprovada pelo relatório é uma fase extremamente importante para o turismo potiguar. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no RN, Enrico Fermi, diria que é crucial. No entendimento dele, a estabilização é um freio em plena queda.

“Vínhamos em uma curva descendente de 2006 para 2007, em parte devido ao apagão aéreo. Este é o ano do reaprendizado”, diz Enrico, que defende que se faça um discurso voltado para a base da pirâmide, onde está o assalariado mínimo, uma vez que a classe média brasileira voltou-se para o turismo internacional.

“Vamos afiar o discurso para o público das classes C, D e E, que nos últimos anos tiveram uma melhora significativamente na renda. É hora de fazer uma política de captação junto a esse público, que corresponde a aproximadamente 30 milhões de pessoas. Se conseguirmos 10% já é muita coisa”.

Natal, segundo o turista

. 96,4% dos turistas brasileiros e 95,5% dos estrangeiros avaliaram como bom e ótimo o destino Natal.

. 58% dos turistas brasileiros e 31% dos estrangeiros consideraram que Natal superou as expectativas.

. 66,5% dos turistas brasileiros e 40,9% dos estrangeiros consideraram que Natal correspondeu às expectativas.

. 3 brasileiros (1,4%) e 2 estrangeiros (0,8%) se disseram decepcionados com Natal.

. 57,3% dos turistas brasileiros e 60,3% dos estrangeiros que já tinham vindo a Natal em outra oportunidade consideraram que a cidade está muito melhor.

. 40,4 % dos turistas brasileiros e 35,9% dos estrangeiros que já tinham vindo a Natal em outra oportunidade consideram que a cidade está igual.

. 2 brasileiros (2,7%) e 1 estrangeiro (1,3%) consideram a cidade pior.

. 95% dos turistas brasileiros e 72,2% dos estrangeiros pensam em voltar.

. 96,9% dos turistas brasileiros e 92,8% dos estrangeiros recomendariam Natal à outra pessoa.

Motivo da viagem

. 48,7% dos turistas brasileiros e 59,8% dos estrangeiros vieram a passeio.

. 24,6% dos brasileiros e 9,3% dos estrangeiros vieram visitar amigos ou parentes.

. 22,4% dos brasileiros e 7% dos estrangeiros vieram a negócios ou trabalho.

. 87,2% dos turistas (nacionais e estrangeiros) vieram a Natal pelos atrativos naturais (praias).

. 5,5% vieram em busca do turismo de aventura/esportes.

. 2,3% vieram em busca do turismo ecológico.

. 0,7% vieram atraídos pelo patrimônio cultural.

Lado bom / lado ruim

Praias, artesanato, hospitalidade dos moradores, clima. Esses foram os aspectos que mais agradaram os turistas estrangeiros entrevistados.

Os aspectos destacados pelos brasileiros foram: praias, hospitalidade dos moradores, belezas naturais, clima.

Prostituição, sujeira nas praias, drogas, sinalização urbana e turística. Foram esses os aspectos que mais desagradaram os estrangeiros entrevistados.

Nominuto – 27/04/08 :: EMPRESA ALERTA PARA ESTAGNAÇÃO DO TURISMO EM NATAL

Recente pesquisa de demanda turística em Natal mostra que turismo mantém-se estável

Os rumos do turismo mantém-se como já há alguns anos, estáveis

Natal continua “bem na fita” na avaliação do turista. Estrangeiros e brasileiros que estiveram na capital potiguar em janeiro deste ano voltaram para casa levando uma boa imagem da cidade. Mais de 95% dos visitantes consideraram bom e ótimo o destino Natal.

Essa avaliação positiva, no entanto, não tem bastado para fazer pender o ponteiro da balança do turismo no Rio Grande do Norte. Os rumos do turismo mantém-se como já há alguns anos, estáveis, tendendo à estagnação, que para alguns estudiosos pode representar o início de um declínio.

O alerta é da empresa Start Pesquisa e Consultoria Técnica, baseado na comparação dos dados da mais recente pesquisa de demanda turística em Natal — que a própria empresa fez em janeiro para a Secretaria de Turismo do Estado (Setur) — com levantamentos realizados em anos anteriores.

Segundo a empresa, os resultados das pesquisas têm-se repetido ao longo de alguns poucos, porém, significativos anos, mantendo-se a média para quase todos os resultados, com algumas oscilações pouco expressivas.

“Os mesmos valores têm sido empreendidos para compras, alimentação, hospedagem, diversão, etc; os mesmos locais têm sido visitados e as mesmas opiniões sobre alguns aspectos do destino tem continuado na lista de agradáveis, o que é bastante positivo, e de desagradáveis, o que requer bastante atenção daqueles que fazem o turismo acontecer no Rio Grande do Norte e, em especial, em Natal”, diz a Start.

No modo de ver da empresa especializada em pesquisa e consultoria, a estagnação comprovada pelo relatório é uma fase extremamente importante para o turismo potiguar. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no RN, Enrico Fermi, diria que é crucial. No entendimento dele, a estabilização é um freio em plena queda.

“Vínhamos em uma curva descendente de 2006 para 2007, em parte devido ao apagão aéreo. Este é o ano do reaprendizado”, diz Enrico, que defende que se faça um discurso voltado para a base da pirâmide, onde está o assalariado mínimo, uma vez que a classe média brasileira voltou-se para o turismo internacional.

“Vamos afiar o discurso para o público das classes C, D e E, que nos últimos anos tiveram uma melhora significativamente na renda. É hora de fazer uma política de captação junto a esse público, que corresponde a aproximadamente 30 milhões de pessoas. Se conseguirmos 10% já é muita coisa”.

Natal, segundo o turista

. 96,4% dos turistas brasileiros e 95,5% dos estrangeiros avaliaram como bom e ótimo o destino Natal.

. 58% dos turistas brasileiros e 31% dos estrangeiros consideraram que Natal superou as expectativas.

. 66,5% dos turistas brasileiros e 40,9% dos estrangeiros consideraram que Natal correspondeu às expectativas.

. 3 brasileiros (1,4%) e 2 estrangeiros (0,8%) se disseram decepcionados com Natal.

. 57,3% dos turistas brasileiros e 60,3% dos estrangeiros que já tinham vindo a Natal em outra oportunidade consideraram que a cidade está muito melhor.

. 40,4 % dos turistas brasileiros e 35,9% dos estrangeiros que já tinham vindo a Natal em outra oportunidade consideram que a cidade está igual.

. 2 brasileiros (2,7%) e 1 estrangeiro (1,3%) consideram a cidade pior.

. 95% dos turistas brasileiros e 72,2% dos estrangeiros pensam em voltar.

. 96,9% dos turistas brasileiros e 92,8% dos estrangeiros recomendariam Natal à outra pessoa.

Motivo da viagem

. 48,7% dos turistas brasileiros e 59,8% dos estrangeiros vieram a passeio.

. 24,6% dos brasileiros e 9,3% dos estrangeiros vieram visitar amigos ou parentes.

. 22,4% dos brasileiros e 7% dos estrangeiros vieram a negócios ou trabalho.

. 87,2% dos turistas (nacionais e estrangeiros) vieram a Natal pelos atrativos naturais (praias).

. 5,5% vieram em busca do turismo de aventura/esportes.

. 2,3% vieram em busca do turismo ecológico.

. 0,7% vieram atraídos pelo patrimônio cultural.

Lado bom / lado ruim

Praias, artesanato, hospitalidade dos moradores, clima. Esses foram os aspectos que mais agradaram os turistas estrangeiros entrevistados.

Os aspectos destacados pelos brasileiros foram: praias, hospitalidade dos moradores, belezas naturais, clima.

Prostituição, sujeira nas praias, drogas, sinalização urbana e turística. Foram esses os aspectos que mais desagradaram os estrangeiros entrevistados.

CMN – 28/04/08 :: IMPACTO AMBIENTAL DE NOVOS EMPREENDIMENTOS É DISCUTIDO NA CÂMARA DOS VEREADORES

Foto: Elpídio Júnior

Visando discutir sobre os impactos que os novos empreendimentos imobiliários podem causar na Grande Natal, a Câmara Municipal do Natal, atendendo a uma proposição do vereador Edivan Martins (PV), promoveu uma audiência pública na manhã desta segunda-feira (28), reunindo autoridades ligadas ao tema.

Ressaltando que não é contra os investimentos no estado e, em especial, na Grande Natal, Edivan Martins disse que a maior preocupação da população é saber quais os impactos que essas obras podem trazer para o meio ambiente e as conseqüências para os potiguares. O parlamentar acredita que as mudanças já podem ser facilmente observadas por quem percorre o litoral potiguar.

“Se pegarmos um carro e andarmos pelo litoral, veremos as mudanças na paisagem. Os empreendimentos, às vezes, tiram o visual verde dos coqueiros, por exemplo, o espaço do pescador, e isso pode prejudicar o passeio de quem busca desfrutar das belezas naturais do estado”, declarou.

Na mesma linha do pensamento do vereador está o que pensa o presidente do Sindicato dos Bugueiros do estado, Paulo Henrique Severo. Segundo o sindicalista, algumas mudanças na paisagem do estado já vêm tirando o sono dos bugueiros, que temem o desinteresse dos turistas em participar dos passeios caso a paisagem perca as características que fizeram o Rio Grande do Norte um dos pontos preferidos para o turismo ecológico.

“O atrativo paisagístico, bem como a qualidade da água do nosso litoral, devem ser preservados para que os turistas continuem buscando o estado para passar as suas férias”, declarou o Paulo Henrique.

Também participando da audiência pública, o professor Aristotelino Monteiro, da UFRN, fez uma explanação sobre os principais empreendimentos que podem ser construídos no estado. A principal crítica do ambientalista diz respeito aos critérios adotados para a concessão de licenciamento das obras.

Segundo Aristotelino, há grandes empreendimentos que em menos de um dia já estavam com o licenciamento da obra, sem que houvesse um estudo aprofundado sobre os impactos ambientais no local e se os aqüíferos correspondentes seriam capazes de suportar a nova demanda. Essa atitude dos órgãos reguladores, no entendimento do professor, não condiz com a justificativa de que os empreendimentos vêm para ajudar no desenvolvimento do estado.

“Falam em desenvolvimento, mas o desenvolvimento de quê e de quem? O estado não pode estar à venda, e esta natureza não é dos europeus, ela pertence aos potiguares”, disse Aristotelino.

O professor também demonstrou a preocupação com a água e os produtos químicos que serão utilizados nos campos de golfe que virão ao estado e vão fazer do Rio Grande do Norte o local com maior concentração per capta de campos de golfe do mundo.

“A grama que eles utilizam, bonita como é, não existe na natureza. Ela precisa de diversos produtos químicos para matar os insetos, e esses produtos vão se acumulando no solo, contaminando o lençol freático, o que é um crime. Isso sem falar na quantidade de água que deverá ser utilizada nos campos, o desperdício, e o destino que será dado aos esgotos”, pontuou o professor.

Mesmo explanando todos os problemas que os empreendimentos podem trazer ao estado, os participantes acabaram ficando sem respostas conclusivas sobre as medidas que serão tomadas. O motivo foi a ausência do Ministério Público, que não pôde mandar representantes para o debate devido a outros compromissos já agendados, e a ausência do Idema, que não enviou nenhum representante ao debate e não justificou falta.

CMN – 28/04/08 :: IMPACTO AMBIENTAL DE NOVOS EMPREENDIMENTOS É DISCUTIDO NA CÂMARA DOS VEREADORES

Foto: Elpídio Júnior

Visando discutir sobre os impactos que os novos empreendimentos imobiliários podem causar na Grande Natal, a Câmara Municipal do Natal, atendendo a uma proposição do vereador Edivan Martins (PV), promoveu uma audiência pública na manhã desta segunda-feira (28), reunindo autoridades ligadas ao tema.

Ressaltando que não é contra os investimentos no estado e, em especial, na Grande Natal, Edivan Martins disse que a maior preocupação da população é saber quais os impactos que essas obras podem trazer para o meio ambiente e as conseqüências para os potiguares. O parlamentar acredita que as mudanças já podem ser facilmente observadas por quem percorre o litoral potiguar.

“Se pegarmos um carro e andarmos pelo litoral, veremos as mudanças na paisagem. Os empreendimentos, às vezes, tiram o visual verde dos coqueiros, por exemplo, o espaço do pescador, e isso pode prejudicar o passeio de quem busca desfrutar das belezas naturais do estado”, declarou.

Na mesma linha do pensamento do vereador está o que pensa o presidente do Sindicato dos Bugueiros do estado, Paulo Henrique Severo. Segundo o sindicalista, algumas mudanças na paisagem do estado já vêm tirando o sono dos bugueiros, que temem o desinteresse dos turistas em participar dos passeios caso a paisagem perca as características que fizeram o Rio Grande do Norte um dos pontos preferidos para o turismo ecológico.

“O atrativo paisagístico, bem como a qualidade da água do nosso litoral, devem ser preservados para que os turistas continuem buscando o estado para passar as suas férias”, declarou o Paulo Henrique.

Também participando da audiência pública, o professor Aristotelino Monteiro, da UFRN, fez uma explanação sobre os principais empreendimentos que podem ser construídos no estado. A principal crítica do ambientalista diz respeito aos critérios adotados para a concessão de licenciamento das obras.

Segundo Aristotelino, há grandes empreendimentos que em menos de um dia já estavam com o licenciamento da obra, sem que houvesse um estudo aprofundado sobre os impactos ambientais no local e se os aqüíferos correspondentes seriam capazes de suportar a nova demanda. Essa atitude dos órgãos reguladores, no entendimento do professor, não condiz com a justificativa de que os empreendimentos vêm para ajudar no desenvolvimento do estado.

“Falam em desenvolvimento, mas o desenvolvimento de quê e de quem? O estado não pode estar à venda, e esta natureza não é dos europeus, ela pertence aos potiguares”, disse Aristotelino.

O professor também demonstrou a preocupação com a água e os produtos químicos que serão utilizados nos campos de golfe que virão ao estado e vão fazer do Rio Grande do Norte o local com maior concentração per capta de campos de golfe do mundo.

“A grama que eles utilizam, bonita como é, não existe na natureza. Ela precisa de diversos produtos químicos para matar os insetos, e esses produtos vão se acumulando no solo, contaminando o lençol freático, o que é um crime. Isso sem falar na quantidade de água que deverá ser utilizada nos campos, o desperdício, e o destino que será dado aos esgotos”, pontuou o professor.

Mesmo explanando todos os problemas que os empreendimentos podem trazer ao estado, os participantes acabaram ficando sem respostas conclusivas sobre as medidas que serão tomadas. O motivo foi a ausência do Ministério Público, que não pôde mandar representantes para o debate devido a outros compromissos já agendados, e a ausência do Idema, que não enviou nenhum representante ao debate e não justificou falta.

Correio da Tarde – 26/04/08 :: JORNALISTAS ESTRANGEIROS CHEGAM A NATAL || Vieram ver o que? A cidade alagada?? Os novos prédios???

Um grupo de jornalistas de países como Alemanha, Estados Unidos, Itália e Portugal chegam a Natal domingo para conhecer o potencial turístico do RN. Os jornalistas serão acompanhados por representantes da Embratur e ficarão em Natal até o dia 3 de maio. Segundo o subsecretário de turismo, Armando José, a visita faz parte de uma programação para o ano de 2008, numa parceria entre a Secretaria Estadual de Turismo (Setur) e a Embratur.

Uma dos destinos dos jornalistas será a praia de Pipa, em Tibau do Sul. Eles terão também uma programação intensa com passeios de barco, de buggy onde poderão contemplar todo o potencial econômico e turístico do Estado. Além de Pipa, eles visitarão a Barra de Cunhaú, Baía Formosa, Praia de Pirangi e as praias do litoral norte, com passagens por Genipabu, Jacumã e Maracajaú. Além disso, eles visitarão os engenhos de Ceará-Mirim para conhecer a riqueza cultural do Estado.

Integram o grupo os jornalistas Alberto Gonzalo Pérez (revista Mucho Viaje), da Espanha; Mónica Lowick-Russell Henríquez (revista Travel Time), do Chile; María Carolina Thibaud (revista Noticias), da Argentina; Guillermo Oscar Villarreal (jornal Clarin), da Argentina; Hans von Manteuffel (fotógrafo), de Recife; Euclides Guerra (Máquina da Notícia), de Brasília, e Hortense Oury, Hélène Oury e Marie Oury, da França.

Jornal de Hoje :: SALÃO IMOBILIÁRIO DE MADRI ATRAI POUCOS INVESTIDORES PARA O ESTADO

Para Fernando Fernandes, a redução no número de visitantes e negócios não prejudicou perspectivas para o RN

Foto: Cedida

Ricardo Abreu

Embora tenha refletido claramente a desvalorização da moeda americana, a edição deste ano do Salón Inmobiliario de Madri – 2008 (Sima 08) continua sendo uma importante vitrine para o Rio Grande do Norte no que se refere à atração de investidores para a aquisição de imóveis de segunda residência.

O evento aconteceu de 8 a 12 de abril no pavilhão de eventos do Campo de las Naciones, numa área com 80 mil metros quadrados, embora tenha registrado um número menor de público e de negócios, segundo o secretário estadual de Turismo, Fernando Fernandes, representante do Governo do Estado durante o evento.

O secretário considera que o evento foi “bom”, embora com tamanho reduzido nos quesitos já citados, mas bastante positivo nos contatos e pré-agendamentos de possíveis investidores, ou seja, de pessoas interessadas em conhecer os projetos apresentados durante o salão e que estão em execução no RN.

No que se refere à projeção do estande do Estado na mídia, Fernando Fernandes afirmou que teve proporção menor em relação ao evento de 2007, que contou com o jogador Ronaldo Nazário e o ator Antonio Banderas, como investidores de imóveis em terras potiguares.

>>> Espero que os novos investidores tenham maior consciência ecológica, pois o RN não merece ser quintal de uma nova colonização!

No que se refere ao desenvolvimento do turismo no Estado, o titular do Turismo relatou duas reuniões importantes com representantes de companhias aéreas, tratando da possibilidade do surgimento de novos vôos vindos da Europa para o RN.

“Conversamos com a Air Europa, que atua no Brasil apenas com vôos para Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ). A companhia trabalha com 70 aeronaves e no próximo dia 15 de maio vamos receber seus representantes com o objetivo de conferir se realmente tudo que é anunciado em revistas, folderes e outros materiais de divulgação do RN é verdadeiro, para só então eles realizarem um planejamento para o RN”, disse.

A outra reunião foi com uma companhia que já opera um vôo charter para o Estado, com a possibilidade de transformá-lo em um vôo regular.

De acordo com o diretor da Abreu Imóveis, Ricardo Abreu, “Natal foi o destino brasileiro com mais empreendimentos presentes no evento, e o grande destaque foi o estande do Jacumã Beach Resort, com 400 metros quadrados”. Ele afirma que o volume de vendas surpreendeu a todos. “A equipe da Abreu Exclusives atuou a todo vapor nas vendas e foi procurada para desenvolvimento de novos negócios”, disse.

Durante o evento, a imobiliária fechou negociação para comercializar o empreendimento Aporã, do Grupo Metro e Sat, localizado em Tibau do Sul. Um almoço promovido pela Paraísos do Brasil para apresentação do Jacumã Beach Resort ao mundo empresarial madrileno, rendeu a pré-reserva de 170 empresários interessados em conhecer o empreendimento.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (Creci-RN), Waldemir Bezerra, “o evento em comparação com os anos anteriores registrou uma movimentação menor, por parte de investidores e pessoas interessadas em comprar um imóvel de segunda residência, levando em conta a crise econômica no mercado americano”, registrando mesmo assim, a importância da presença do Rio Grande do Norte no evento, que colheu alguns resultados positivos.

“O evento teve menos fôlego que os outros anos, mas mesmo assim alguns negócios foram pré-agendados, além do que é sempre importante colocar Natal em evidência, considerando o seu potencial de investimento para imóveis de segunda residência”, disse. Waldemir Bezerra lembrou ainda que o Estado também vai participar, de 25 a 27 de abril, do Salão Imobiliário de Londres.

Um dos pontos citados e que pode contribuir para a diminuição dos investidores em terras potiguares, é o fato de sentirem uma “insegurança jurídica” no que se refere à legislação local de licenciamentos para construção.

VITRINE

Durante o evento, cerca de 20 empreendimentos no RN, em fase de implantação ou prontos para serem executados, foram apresentados. Entre eles: Jacumã Beach Resort, Riviera Ponta Negra, Jacques Cousteau Residence Service, Aporã Pipa Resort, Pipa Vista Hermosa, Lago Azul, Vila Maria, Natal Dream, Brasil Beach Villas e Porto Mirim Beach Village.

Jornal de Hoje :: SALÃO IMOBILIÁRIO DE MADRI ATRAI POUCOS INVESTIDORES PARA O ESTADO

Para Fernando Fernandes, a redução no número de visitantes e negócios não prejudicou perspectivas para o RN

Foto: Cedida

Ricardo Abreu

Embora tenha refletido claramente a desvalorização da moeda americana, a edição deste ano do Salón Inmobiliario de Madri – 2008 (Sima 08) continua sendo uma importante vitrine para o Rio Grande do Norte no que se refere à atração de investidores para a aquisição de imóveis de segunda residência.

O evento aconteceu de 8 a 12 de abril no pavilhão de eventos do Campo de las Naciones, numa área com 80 mil metros quadrados, embora tenha registrado um número menor de público e de negócios, segundo o secretário estadual de Turismo, Fernando Fernandes, representante do Governo do Estado durante o evento.

O secretário considera que o evento foi “bom”, embora com tamanho reduzido nos quesitos já citados, mas bastante positivo nos contatos e pré-agendamentos de possíveis investidores, ou seja, de pessoas interessadas em conhecer os projetos apresentados durante o salão e que estão em execução no RN.

No que se refere à projeção do estande do Estado na mídia, Fernando Fernandes afirmou que teve proporção menor em relação ao evento de 2007, que contou com o jogador Ronaldo Nazário e o ator Antonio Banderas, como investidores de imóveis em terras potiguares.

>>> Espero que os novos investidores tenham maior consciência ecológica, pois o RN não merece ser quintal de uma nova colonização!

No que se refere ao desenvolvimento do turismo no Estado, o titular do Turismo relatou duas reuniões importantes com representantes de companhias aéreas, tratando da possibilidade do surgimento de novos vôos vindos da Europa para o RN.

“Conversamos com a Air Europa, que atua no Brasil apenas com vôos para Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ). A companhia trabalha com 70 aeronaves e no próximo dia 15 de maio vamos receber seus representantes com o objetivo de conferir se realmente tudo que é anunciado em revistas, folderes e outros materiais de divulgação do RN é verdadeiro, para só então eles realizarem um planejamento para o RN”, disse.

A outra reunião foi com uma companhia que já opera um vôo charter para o Estado, com a possibilidade de transformá-lo em um vôo regular.

De acordo com o diretor da Abreu Imóveis, Ricardo Abreu, “Natal foi o destino brasileiro com mais empreendimentos presentes no evento, e o grande destaque foi o estande do Jacumã Beach Resort, com 400 metros quadrados”. Ele afirma que o volume de vendas surpreendeu a todos. “A equipe da Abreu Exclusives atuou a todo vapor nas vendas e foi procurada para desenvolvimento de novos negócios”, disse.

Durante o evento, a imobiliária fechou negociação para comercializar o empreendimento Aporã, do Grupo Metro e Sat, localizado em Tibau do Sul. Um almoço promovido pela Paraísos do Brasil para apresentação do Jacumã Beach Resort ao mundo empresarial madrileno, rendeu a pré-reserva de 170 empresários interessados em conhecer o empreendimento.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (Creci-RN), Waldemir Bezerra, “o evento em comparação com os anos anteriores registrou uma movimentação menor, por parte de investidores e pessoas interessadas em comprar um imóvel de segunda residência, levando em conta a crise econômica no mercado americano”, registrando mesmo assim, a importância da presença do Rio Grande do Norte no evento, que colheu alguns resultados positivos.

“O evento teve menos fôlego que os outros anos, mas mesmo assim alguns negócios foram pré-agendados, além do que é sempre importante colocar Natal em evidência, considerando o seu potencial de investimento para imóveis de segunda residência”, disse. Waldemir Bezerra lembrou ainda que o Estado também vai participar, de 25 a 27 de abril, do Salão Imobiliário de Londres.

Um dos pontos citados e que pode contribuir para a diminuição dos investidores em terras potiguares, é o fato de sentirem uma “insegurança jurídica” no que se refere à legislação local de licenciamentos para construção.

VITRINE

Durante o evento, cerca de 20 empreendimentos no RN, em fase de implantação ou prontos para serem executados, foram apresentados. Entre eles: Jacumã Beach Resort, Riviera Ponta Negra, Jacques Cousteau Residence Service, Aporã Pipa Resort, Pipa Vista Hermosa, Lago Azul, Vila Maria, Natal Dream, Brasil Beach Villas e Porto Mirim Beach Village.