Novidade :: Álbum de fotos (fotolog) do SOS PN


Além de ler agora você também vai ver!!

Visite NOSSO fotolog e sinta a vibração do Movimento:

# Página principal: www.flickr.com/photos/yunosam/

## Álbuns temáticos: www.flickr.com/photos/yunosam/sets/

Atualizado com fotos dos (1 e 2) Abraços do Pôr do Sol e Gigante; Panelaço (3); Grande Pênis Branco (4), Campanha Eu Não Sou Palhaço! (5) e imagens aéreas (6).

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Atualizado com fotos dos (1 e 2) Abraços do Pôr do Sol e Gigante; Panelaço (3); Grande Pênis Branco (4), Campanha Eu Não Sou Palhaço! (5) e imagens aéreas (6).

Fotografias de Affonso Nunes :: Campanha

Esse foi nosso primeiro grande movimento:
o lançamento da campanha EU NÃO SOU PALHAÇO


Fotografias de Affonso Nunes :: Campanha

Esse foi nosso primeiro grande movimento:
o lançamento da campanha EU NÃO SOU PALHAÇO


Matéria publicada no Diário de Natal (sexta, 29/9)

Ministério Público recomenda embargo

Renato Lisboa – Repórter
Foto: Joana Lima

Ontem pela manhã o prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, demonstrou preocupação com o empreendimento

O Ministério Público recomendou que até a próxima terça-feira, 3 de outubro, a prefeitura anule as licenças ambientais para a construção dos espigões vizinhos ao Morro do Careca. A recomendação da promotora de defesa do Meio Ambiente, Gilka da Mata, será públicada hoje no Diário Oficial de Justiça e tem como objetivo ‘‘tutelar a visão do mais famoso cartão-postal da cidade de Natal e garantir que todo o crescimento urbano realizado na cidade respeite as regras da legislação ambiental’’.

Ainda ontem pela manhã, antes mesmo do MP aunciar a recomendação, o prefeito Carlos Eduardo Alvesjá havia demonstrado preocupação com a situação e solicitado à Procuradoria Geral do Município um parecer jurídico sobre as licenças concedidas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). Tal licença permitia a construção de um dos três projetos para levantar prédios de 15 andares em uma rua vizinha ao Morro do Careca, a José Bragança. Ele disse que a Semurb autorizou a construção porque ela está dentro das normas do plano diretor atual, mas, mesmo assim, pediu uma análise jurídica mais aprofundada por parte da produradoria por causa da clara ameaça do empreendimento à paisagem local.

‘‘Eu sou leigo no assunto, mas qualquer pessoa de bom senso sabe que uma edificação erguida ali é uma séria ameaça à visão de nosso principal cartão postal, por isso pedi um parecer ao doutor Valdemir Xavier e ele deverá estar pronto até terça-feira, três de outubro’’, afirmou Carlos Eduardo.

A promotora Gilka da Mata não considerou suficientes as informações contidas em uma das licenças da Semurb e por isso fez a recomendação para tentar impedir que os espigões de até 15 andares sejam erguidos na região. Ela julgou o parecer ambiental do órgão muito superficial. Nos estudos de impacto dos empreendimentos no meio ambiente são avaliados nos aspectos físicos, biológicos e sócio-econômicos.

‘‘Fiquei muito entristecida com o material que recebi da Semurb. É um estudo muito superficial, que trata de maneira genérica os aspectos físicos e biológicos. Além disso, os aspectos sócio-econômicos não foram avaliados no parecer que fundamentou a licensa ambiental’’, disse a promotora, confirmando que essa superficialidade dos estudos foi a base para a recomendação feita à prefeitura. Caso tal recomendação não seja atendida, uma futura ação civil pública deverá ser ajuizada pelo Ministério Público.

A promotora ainda deu um exemplo de uma situação onde aspectos urbanísticos e ambientais devem estar conjugados na licença. ‘‘Se a gente for levar em conta apenas as prescrições urbanísticas, qualquer indústria poderia ser implantada em um distrito industrial, porém não é o que ocorre. Se o estabelecimento não seguir todas as normas ambientais relativas à implantação de um indústria, a licença não será concedida’’, explicou.

ADESÃO

Depois das denúncias feitas pelo jornalista Yuno Silva no blog SOS Ponta Negra (www.sospontanegrablogspot.com) sobre os planos de construção dos prédios na Rua José Bragança, a adesão dos natalenses só aumenta. Ele criou a campanha ‘‘Eu não sou palhaço’’, e segunda-feira já começou a fazer uma divulgação corpo a corpo nas linhas dos ônibus de Ponta Negra com panfletos e esclarecimentos sobre o caso. O SOS Ponta Negra também conta com comunidade no Orkut com 190 participantes,.

No próximo dia cinco de outubro, haverá uma reunião às 20h no Conselho Comunitário de Ponta Negra e no dia oito, às 14h, está marcado um ‘‘abraço da população’’ em torno do “cartão postal”.

A diretora da Ong Natal Voluntários, Mônica Mac Dowell, também já demonstrou interesse pelo movimento. Ela exaltou o fato da sociedade civil ter tomado uma posição e brigar pelos seus interesses. ‘‘Acho extremamente positivo a mobilização dos órgaos e da população para rever essa lei. Se ela está na direção contrária do interesse da comunidade, não faz sentido continuar em vigor. É a visão que tenho no momento, mas vou me aprofundar mais sobre o caso’’, disse.

Matéria publicada no Diário de Natal (sexta, 29/9)

Ministério Público recomenda embargo

Renato Lisboa – Repórter
Foto: Joana Lima

Ontem pela manhã o prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, demonstrou preocupação com o empreendimento

O Ministério Público recomendou que até a próxima terça-feira, 3 de outubro, a prefeitura anule as licenças ambientais para a construção dos espigões vizinhos ao Morro do Careca. A recomendação da promotora de defesa do Meio Ambiente, Gilka da Mata, será públicada hoje no Diário Oficial de Justiça e tem como objetivo ‘‘tutelar a visão do mais famoso cartão-postal da cidade de Natal e garantir que todo o crescimento urbano realizado na cidade respeite as regras da legislação ambiental’’.

Ainda ontem pela manhã, antes mesmo do MP aunciar a recomendação, o prefeito Carlos Eduardo Alvesjá havia demonstrado preocupação com a situação e solicitado à Procuradoria Geral do Município um parecer jurídico sobre as licenças concedidas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). Tal licença permitia a construção de um dos três projetos para levantar prédios de 15 andares em uma rua vizinha ao Morro do Careca, a José Bragança. Ele disse que a Semurb autorizou a construção porque ela está dentro das normas do plano diretor atual, mas, mesmo assim, pediu uma análise jurídica mais aprofundada por parte da produradoria por causa da clara ameaça do empreendimento à paisagem local.

‘‘Eu sou leigo no assunto, mas qualquer pessoa de bom senso sabe que uma edificação erguida ali é uma séria ameaça à visão de nosso principal cartão postal, por isso pedi um parecer ao doutor Valdemir Xavier e ele deverá estar pronto até terça-feira, três de outubro’’, afirmou Carlos Eduardo.

A promotora Gilka da Mata não considerou suficientes as informações contidas em uma das licenças da Semurb e por isso fez a recomendação para tentar impedir que os espigões de até 15 andares sejam erguidos na região. Ela julgou o parecer ambiental do órgão muito superficial. Nos estudos de impacto dos empreendimentos no meio ambiente são avaliados nos aspectos físicos, biológicos e sócio-econômicos.

‘‘Fiquei muito entristecida com o material que recebi da Semurb. É um estudo muito superficial, que trata de maneira genérica os aspectos físicos e biológicos. Além disso, os aspectos sócio-econômicos não foram avaliados no parecer que fundamentou a licensa ambiental’’, disse a promotora, confirmando que essa superficialidade dos estudos foi a base para a recomendação feita à prefeitura. Caso tal recomendação não seja atendida, uma futura ação civil pública deverá ser ajuizada pelo Ministério Público.

A promotora ainda deu um exemplo de uma situação onde aspectos urbanísticos e ambientais devem estar conjugados na licença. ‘‘Se a gente for levar em conta apenas as prescrições urbanísticas, qualquer indústria poderia ser implantada em um distrito industrial, porém não é o que ocorre. Se o estabelecimento não seguir todas as normas ambientais relativas à implantação de um indústria, a licença não será concedida’’, explicou.

ADESÃO

Depois das denúncias feitas pelo jornalista Yuno Silva no blog SOS Ponta Negra (www.sospontanegrablogspot.com) sobre os planos de construção dos prédios na Rua José Bragança, a adesão dos natalenses só aumenta. Ele criou a campanha ‘‘Eu não sou palhaço’’, e segunda-feira já começou a fazer uma divulgação corpo a corpo nas linhas dos ônibus de Ponta Negra com panfletos e esclarecimentos sobre o caso. O SOS Ponta Negra também conta com comunidade no Orkut com 190 participantes,.

No próximo dia cinco de outubro, haverá uma reunião às 20h no Conselho Comunitário de Ponta Negra e no dia oito, às 14h, está marcado um ‘‘abraço da população’’ em torno do “cartão postal”.

A diretora da Ong Natal Voluntários, Mônica Mac Dowell, também já demonstrou interesse pelo movimento. Ela exaltou o fato da sociedade civil ter tomado uma posição e brigar pelos seus interesses. ‘‘Acho extremamente positivo a mobilização dos órgaos e da população para rever essa lei. Se ela está na direção contrária do interesse da comunidade, não faz sentido continuar em vigor. É a visão que tenho no momento, mas vou me aprofundar mais sobre o caso’’, disse.

Matéria publicada no Diário de Natal (quinta, 28/9)

Ponta Negra luta por seu morro

Renato Lisboa – Repórter
Foto: Affonso Nunes

Campanha “Eu não sou palhaço” mobilizou moradores de Ponta Negra

A campanha que começou com um blog (diário eletrônico) denunciando a construção de prédios de 15 andares próximos ao Morro do Careca começa a ganhar as ruas. Ontem, nas proximidades do quiosque 9 da orla de Ponta Negra, o jornalista Yuno Silva organizou uma manifestação utilizando narizes de palhaço. Trinta pessoas da organização distribuiram panfletos entre os passantes do calçadão e ganhou a simpatia dos turistas. A campanha ‘‘Eu não sou palhaço’’ começou nos ônibus das linhas de Ponta Negra na segunda-feira e, além da manifestação de ontem, Silva garante que novas investidas vão acontecer pelas ruas da cidade para ampliar o debate sobre as polêmicas licenças concedidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).

A promotora Gilka da Mata, que já planeja entrar com ação civil pública com pedido de liminar, agora ganhou o reforço da área urbanística da Promotoria do Meio Ambiente. O promotor Márcio Diógenes disse que as licenças podem ser revistas por causa das implicâncias da obra com o aspecto visual e pela proximidade do Morro do Careca, ‘‘ainda que estejam fora da Zona Especial de Turismo (ZET1)’’, disse. Ele lembrou também que ainda há Zona de Proteção Ambiental (ZPA) não regulamentada. ‘‘Começamos a trabalhar para embargar a obra’’, concluiu.

O pedido de análise dos documentos da Semurb pela promotora Gilka da Mata é referente ao estudo de impacto ambiental que os prédios causarão no esgotamento sanitário. ‘‘Essa análise da Semurb não conjugou o aspecto urbanístico com o ambiental. Ponta Negra tem uma infra-estrtura sabidamente frágil’’, disse a promotora na ocasião em que constatou in loco os terrenos onde serão erguidos os prédios.

PROBLEMAS

O caso dos prédios com planos de serem erguidos em Ponta Negra é parecido com o da adequação da Via Costeira no que diz respeito à falta de comunicação entre os órgão públicos. A promotora criticou o fato de a Semurb ter dado a licença sem um estudo de impacto ambiental feito pelo Idema. Na Via Costeira, as obras foram iniciadas sem licença por desconhecerem se o órgão que daria a permissão para a obra era a Semurb ou o Idema.

Matéria publicada no Diário de Natal (quinta, 28/9)

Ponta Negra luta por seu morro

Renato Lisboa – Repórter
Foto: Affonso Nunes

Campanha “Eu não sou palhaço” mobilizou moradores de Ponta Negra

A campanha que começou com um blog (diário eletrônico) denunciando a construção de prédios de 15 andares próximos ao Morro do Careca começa a ganhar as ruas. Ontem, nas proximidades do quiosque 9 da orla de Ponta Negra, o jornalista Yuno Silva organizou uma manifestação utilizando narizes de palhaço. Trinta pessoas da organização distribuiram panfletos entre os passantes do calçadão e ganhou a simpatia dos turistas. A campanha ‘‘Eu não sou palhaço’’ começou nos ônibus das linhas de Ponta Negra na segunda-feira e, além da manifestação de ontem, Silva garante que novas investidas vão acontecer pelas ruas da cidade para ampliar o debate sobre as polêmicas licenças concedidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).

A promotora Gilka da Mata, que já planeja entrar com ação civil pública com pedido de liminar, agora ganhou o reforço da área urbanística da Promotoria do Meio Ambiente. O promotor Márcio Diógenes disse que as licenças podem ser revistas por causa das implicâncias da obra com o aspecto visual e pela proximidade do Morro do Careca, ‘‘ainda que estejam fora da Zona Especial de Turismo (ZET1)’’, disse. Ele lembrou também que ainda há Zona de Proteção Ambiental (ZPA) não regulamentada. ‘‘Começamos a trabalhar para embargar a obra’’, concluiu.

O pedido de análise dos documentos da Semurb pela promotora Gilka da Mata é referente ao estudo de impacto ambiental que os prédios causarão no esgotamento sanitário. ‘‘Essa análise da Semurb não conjugou o aspecto urbanístico com o ambiental. Ponta Negra tem uma infra-estrtura sabidamente frágil’’, disse a promotora na ocasião em que constatou in loco os terrenos onde serão erguidos os prédios.

PROBLEMAS

O caso dos prédios com planos de serem erguidos em Ponta Negra é parecido com o da adequação da Via Costeira no que diz respeito à falta de comunicação entre os órgão públicos. A promotora criticou o fato de a Semurb ter dado a licença sem um estudo de impacto ambiental feito pelo Idema. Na Via Costeira, as obras foram iniciadas sem licença por desconhecerem se o órgão que daria a permissão para a obra era a Semurb ou o Idema.

Matéria do jornal Tribuna do Norte (quinta, 28/9)

Moradores protestam contra obras na Vila de Ponta Negra

Foto: Affonso Nunes


PROTESTO – Grupo é contra empreendimento em Ponta Negra

Um grupo de moradores do bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, fez ontem à tarde uma panfletagem contra a construção de condomínios verticais na Vila de Ponta Negra. Durante 1h30m, cerca de trinta pessoas se reuniram em frente ao posto salva-vidas do Corpo de Bombeiros para distribuir folhetos.

O jornalista Yuno Silva, de 31 anos, um dos organizadores da manifestação, disse que os moradores estão revoltados com a construção do empreendimento.

“É necessário que haja bom senso. Não sou contra o progresso, mas ele tem que vir com responsabilidade. O Plano Diretor da cidade ainda nem foi aprovado e já permitem uma construção dessa para acabar com o cartão postal da nossa praia?”, indignou-se o jornalista.

Segundo ele, além do impacto visual que irá causar, a vila não conta com estrutura urbana para receber uma obra como a que está sendo erguida. “O impacto visual será um absurdo para o Morro do Careca. A gente sabe que o saneamento já está saturado, imagine com mais um prédio onde irão morar 200 pessoas?”, justificou.

A revolta de Yuno despertou quando ele folheava uma revista e viu o anúncio do prédio à venda. “Aquilo me deixou injuriado e procurei os jornais para fazer a denúncia”, lembrou Yuno.

O movimento contra a construção dos espigões irá continuar até que a comunidade consiga que a Justiça impeça a continuidade das obras. No próximo dia 5 de outubro os moradores realizarão uma nova reunião e já convocarão advogados, engenheiros e representantes do MP para debater o problema. A construção dos prédios que ameaçam a visão do Morro do Careca foi publicada na edição do último sábado na TN. O quarteirão entre as ruas José Bragança e Morro do Careca abrigará três empreendimentos, dois deles em fase de construção com licença ambiental e alvará concedidos pela SEMURB. O terceiro edifício está com o projeto sendo analisado pelo órgão municipal.

Matéria do jornal Tribuna do Norte (quinta, 28/9)

Moradores protestam contra obras na Vila de Ponta Negra

Foto: Affonso Nunes


PROTESTO – Grupo é contra empreendimento em Ponta Negra

Um grupo de moradores do bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, fez ontem à tarde uma panfletagem contra a construção de condomínios verticais na Vila de Ponta Negra. Durante 1h30m, cerca de trinta pessoas se reuniram em frente ao posto salva-vidas do Corpo de Bombeiros para distribuir folhetos.

O jornalista Yuno Silva, de 31 anos, um dos organizadores da manifestação, disse que os moradores estão revoltados com a construção do empreendimento.

“É necessário que haja bom senso. Não sou contra o progresso, mas ele tem que vir com responsabilidade. O Plano Diretor da cidade ainda nem foi aprovado e já permitem uma construção dessa para acabar com o cartão postal da nossa praia?”, indignou-se o jornalista.

Segundo ele, além do impacto visual que irá causar, a vila não conta com estrutura urbana para receber uma obra como a que está sendo erguida. “O impacto visual será um absurdo para o Morro do Careca. A gente sabe que o saneamento já está saturado, imagine com mais um prédio onde irão morar 200 pessoas?”, justificou.

A revolta de Yuno despertou quando ele folheava uma revista e viu o anúncio do prédio à venda. “Aquilo me deixou injuriado e procurei os jornais para fazer a denúncia”, lembrou Yuno.

O movimento contra a construção dos espigões irá continuar até que a comunidade consiga que a Justiça impeça a continuidade das obras. No próximo dia 5 de outubro os moradores realizarão uma nova reunião e já convocarão advogados, engenheiros e representantes do MP para debater o problema. A construção dos prédios que ameaçam a visão do Morro do Careca foi publicada na edição do último sábado na TN. O quarteirão entre as ruas José Bragança e Morro do Careca abrigará três empreendimentos, dois deles em fase de construção com licença ambiental e alvará concedidos pela SEMURB. O terceiro edifício está com o projeto sendo analisado pelo órgão municipal.