Nominuto – 01/04/08 :: GRUPO SÁNCHEZ DEMITE CERCA DE 40% DOS FUNCIONÁRIOS NO RN

Empresa parceira afirmou que empreendimento potiguar não seria afetado com a concordata na Espanha, mas a redução da equipe já começou

Repórter: Gabriela Barreto

Cerca de 40% dos funcionários da parte técnica e comercial do Grupo Sánchez no Rio Grande do Norte foram demitidos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (31) no escritório do grupo.

Um ex-funcionário, que não quis se identificar, afirmou que os presidentes da empresa argumentaram que trabalharão com o número mínimo de funcionários na implantação do empreendimento Grand Golf Natal, na praia de Pitangui.

Ele disse ainda que a demissão pegou os funcionários de surpresa, pois desde que a empresa pediu concordata na cidade de Manresa, na Espanha, ficou claro para os funcionários potiguares que os trabalhos no Estado não seriam afetados, apesar da falta de informações.

No entanto, não foi o Grupo Sánchez que assegurou a continuidade normal dos trabalhos e sim a Spel, uma empresa parceira no empreendimento, através de seu proprietário, o empresário Paulo de Paula.

“Eles disseram que nada iria acontecer em Natal. Na Espanha, eles só ficaram com 20% dos funcionários. Por aqui, já demitiram 40%”, contou.

[Leia matéria completa no portal Nominuto]

…..|saiba mais|…..

Sánchez nega demissões em escritório de Natal
Tribuna do Norte – 02/04/2008
[Leia matéria completa aqui]

Assessor de marketing e comunicação do Grupo Sánchez no RN, jornalista João Maria Medeiros nega que o grupo espanhol esteja promovendo demissões em seu escritório de Natal. João Maria Medeiros disse ontem, que como qualquer empresa, o escritório do Grupo Sánchez está passando por uma adequação funcional, se tem sete pessoas trabalhando no escritórioem Petrópolis, “vai ficar com quatro ou cinco funcionários”.

Medeiros explicou que essa adequação não tem nenhuma relação com concordata preventiva que foi pedida na Espanha pelo Grupo Sánchez, embora seja claro “que ninguém quer perder o seu emprego”. Segundo Medeiros, essa concordata preventiva envolveu apenas duas empresas do grupo, a imobiliária e a administradora por causa da crise que começou nos Estados Unidos.

Nominuto – 01/04/08 :: GRUPO SÁNCHEZ DEMITE CERCA DE 40% DOS FUNCIONÁRIOS NO RN

Empresa parceira afirmou que empreendimento potiguar não seria afetado com a concordata na Espanha, mas a redução da equipe já começou

Repórter: Gabriela Barreto

Cerca de 40% dos funcionários da parte técnica e comercial do Grupo Sánchez no Rio Grande do Norte foram demitidos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (31) no escritório do grupo.

Um ex-funcionário, que não quis se identificar, afirmou que os presidentes da empresa argumentaram que trabalharão com o número mínimo de funcionários na implantação do empreendimento Grand Golf Natal, na praia de Pitangui.

Ele disse ainda que a demissão pegou os funcionários de surpresa, pois desde que a empresa pediu concordata na cidade de Manresa, na Espanha, ficou claro para os funcionários potiguares que os trabalhos no Estado não seriam afetados, apesar da falta de informações.

No entanto, não foi o Grupo Sánchez que assegurou a continuidade normal dos trabalhos e sim a Spel, uma empresa parceira no empreendimento, através de seu proprietário, o empresário Paulo de Paula.

“Eles disseram que nada iria acontecer em Natal. Na Espanha, eles só ficaram com 20% dos funcionários. Por aqui, já demitiram 40%”, contou.

[Leia matéria completa no portal Nominuto]

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Sánchez nega demissões em escritório de Natal
Tribuna do Norte – 02/04/2008
[Leia matéria completa aqui]

Assessor de marketing e comunicação do Grupo Sánchez no RN, jornalista João Maria Medeiros nega que o grupo espanhol esteja promovendo demissões em seu escritório de Natal. João Maria Medeiros disse ontem, que como qualquer empresa, o escritório do Grupo Sánchez está passando por uma adequação funcional, se tem sete pessoas trabalhando no escritórioem Petrópolis, “vai ficar com quatro ou cinco funcionários”.

Medeiros explicou que essa adequação não tem nenhuma relação com concordata preventiva que foi pedida na Espanha pelo Grupo Sánchez, embora seja claro “que ninguém quer perder o seu emprego”. Segundo Medeiros, essa concordata preventiva envolveu apenas duas empresas do grupo, a imobiliária e a administradora por causa da crise que começou nos Estados Unidos.

PEDIDO DE CONCORDATA DO GRUPO SÁNCHEZ

“Precisamos entender qual é a real situação do Sánchez”

O pedido de concordata preventiva do Grupo Sánchez não terá impacto na continuidade do Grand Natal Golf, mas pode ter abalado a parceria entre o grupo espanhol e a Sociedade Potiguar de Empreendimentos Ltda (Spel), dona da área e das licenças aprovadas do mega-empreendimento turístico projetado para a praia de Pitangui (RN).

Em entrevista ao Diário de Natal, o diretor da Spel, Wagner Mello, pontuou que seria precipitado dizer neste momento se a parceria com os espanhóis, que começou a se configurar em 2005, será desfeita. ‘‘Primeiro temos que enteder o que está acontecendo para podermos encontrar o melhor caminho, tomar uma decisão’’, enfatizou ele, descartando, ainda, que a imagem do projeto fique manchada em decorrência do episódio e de problemas envolvendo o Ministério Público.
[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal]

PEDIDO DE CONCORDATA DO GRUPO SÁNCHEZ

“Precisamos entender qual é a real situação do Sánchez”

O pedido de concordata preventiva do Grupo Sánchez não terá impacto na continuidade do Grand Natal Golf, mas pode ter abalado a parceria entre o grupo espanhol e a Sociedade Potiguar de Empreendimentos Ltda (Spel), dona da área e das licenças aprovadas do mega-empreendimento turístico projetado para a praia de Pitangui (RN).

Em entrevista ao Diário de Natal, o diretor da Spel, Wagner Mello, pontuou que seria precipitado dizer neste momento se a parceria com os espanhóis, que começou a se configurar em 2005, será desfeita. ‘‘Primeiro temos que enteder o que está acontecendo para podermos encontrar o melhor caminho, tomar uma decisão’’, enfatizou ele, descartando, ainda, que a imagem do projeto fique manchada em decorrência do episódio e de problemas envolvendo o Ministério Público.
[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal]

Tribuna do Norte – 25/03/08 :: GRUPO ESPANHOL SÁNCHEZ PEDE CONCORDATA PREVENTIVA

Foto: Rodrigo Sena

TURISMO – Fernandes disse que o governo vai aguardar os desdobramentos

O grupo espanhol Sánchez pediu concordada preventiva na cidade de Manresa, na região da Catalunha. Com uma dívida de 97 milhões de euros ou cerca de R$ 260 milhões, o grupo Sánchez é um dos investidores no projeto turístico Grand Natal Golf, nas praias de Pitangui e Jacumã, entre os municípios de Ceará Mirim e Extremoz. A notícia sobre o pedido de concordata preventiva do grupo Sánchez saiu no jornal espanhol “La Vanguardia” e foi repercutida no sábado, dia 22, no site de “elconomistas.es”.

Segundo o site espanhol, a imobiliária do grupo Sánchez foi afetada pela crise do setor imobiliário que começou nos Estados Unidos. O grupo Sánchez tem pesados investimentos em turismo de segunda residência em Alicante, na cosa do sol espanhola “e nas praias de Natal”, segundo o “economistas.es”, onde o grupo empresarial catalão investe R$ 38 milhões de euros ou em torno de R$ 122 milhões, considerando a cotação do euro, que ontem era de R$ 2,69.

A imprensa espanhola informava que o Grupo Sánchez tem como principais credores os bancos Caja Madri e Caixa Catalunya. Segundo o noticiário espanhol, a continuidade do grupo Sánchez passa pela vendas de suas promoções em Natal, de forma que possa manter avançadas as conversações com diversos investidores.

Parceiro do grupo Sánchez no empreendimento Grand Natal Golf, o empresário Paulo Vasconcelos de Paula disse que o pedido de concordada preventiva do grupo espanhol não vai afetar a continuidade do projeto turístico. Ele explicou que o empreendimento é da empresa SPEL, que detém as terras e as licenças de construção e nem é sócia do grupo Sánchez, que é parceiro no negócio.

Segundo ele, independentemente dessa parceria, o projeto vai sair como o previsto, pois tem um prazo de pelo menos dez anos para estar todo concluído. A SPEL inclusive emitiu nota, em que informa que “pelo fato de um de seus parceiros ter solicitado concordata preventiva de uma de suas empresas na Espanha, em face da crise imobiliária vivida naquele país”, não haverá descontinuidade do projeto turístico na praia de Pitangui.

“O projeto continuará o seu ritmo normal, haja vista que faz 17 anos que a SPEL o vem desenvolvendo, sendo única proprietária de toda área e das licenças aprovadas”, diz a nota assinada pelo diretor Wagner Luiz de Mello. Na nota, a SPEL também esclarece que tem firmado um contrato de parceria com o Banco UBS Pactual desde fevereiro de 2008, “como adviser financeiro e estratégico” para o empreendimento do Grand Natal Golf.

O secretário estadual do Turismo, Fernando Fernandes, disse que tão logo soube das noticias sobre a concordada preventiva da imobiliária do grupo Sánchez, telefonou para o governador em exercício Iberê Ferreira de Souza, bem como informou que a governadora Wilma de Faria, que se encontra em São Paulo, também foi informada do assunto.

Fernando Fernandes disse que o governo estava tranqüilo, mesmo entendendo que a crise imobiliária no mundo pode acabar afetando um setor que vinha em franco crescimento em Natal. “O governo cumpriu todos os seus compromissos com relação a apoio, construção de acessos e outras infra-estruturas”, disse o secretário.

Segundo o advogado Marcos Antônio Medeiros do escritório Ribamar Aguiar Advogados e Associados o pedido de concordata preventiva é uma opção que a empresa tem para evitar a falência. “É uma forma de tentar recuperar a empresa com pagamentos de seus débitos”. O pedido de concordata preventivo no Brasil não significa que empresa esteja falida, é uma forma de tentar tirar a empresa do vermelho pagando os débitos existentes. No Brasil grandes empresas já passaram por pedidos de concordata preventiva e conseguiram se recuperar. “Na Espanha a legislação pode ter outras implicações, mas acho que não muda muita coisa”.

Tribuna do Norte – 25/03/08 :: GRUPO ESPANHOL SÁNCHEZ PEDE CONCORDATA PREVENTIVA

Foto: Rodrigo Sena

TURISMO – Fernandes disse que o governo vai aguardar os desdobramentos

O grupo espanhol Sánchez pediu concordada preventiva na cidade de Manresa, na região da Catalunha. Com uma dívida de 97 milhões de euros ou cerca de R$ 260 milhões, o grupo Sánchez é um dos investidores no projeto turístico Grand Natal Golf, nas praias de Pitangui e Jacumã, entre os municípios de Ceará Mirim e Extremoz. A notícia sobre o pedido de concordata preventiva do grupo Sánchez saiu no jornal espanhol “La Vanguardia” e foi repercutida no sábado, dia 22, no site de “elconomistas.es”.

Segundo o site espanhol, a imobiliária do grupo Sánchez foi afetada pela crise do setor imobiliário que começou nos Estados Unidos. O grupo Sánchez tem pesados investimentos em turismo de segunda residência em Alicante, na cosa do sol espanhola “e nas praias de Natal”, segundo o “economistas.es”, onde o grupo empresarial catalão investe R$ 38 milhões de euros ou em torno de R$ 122 milhões, considerando a cotação do euro, que ontem era de R$ 2,69.

A imprensa espanhola informava que o Grupo Sánchez tem como principais credores os bancos Caja Madri e Caixa Catalunya. Segundo o noticiário espanhol, a continuidade do grupo Sánchez passa pela vendas de suas promoções em Natal, de forma que possa manter avançadas as conversações com diversos investidores.

Parceiro do grupo Sánchez no empreendimento Grand Natal Golf, o empresário Paulo Vasconcelos de Paula disse que o pedido de concordada preventiva do grupo espanhol não vai afetar a continuidade do projeto turístico. Ele explicou que o empreendimento é da empresa SPEL, que detém as terras e as licenças de construção e nem é sócia do grupo Sánchez, que é parceiro no negócio.

Segundo ele, independentemente dessa parceria, o projeto vai sair como o previsto, pois tem um prazo de pelo menos dez anos para estar todo concluído. A SPEL inclusive emitiu nota, em que informa que “pelo fato de um de seus parceiros ter solicitado concordata preventiva de uma de suas empresas na Espanha, em face da crise imobiliária vivida naquele país”, não haverá descontinuidade do projeto turístico na praia de Pitangui.

“O projeto continuará o seu ritmo normal, haja vista que faz 17 anos que a SPEL o vem desenvolvendo, sendo única proprietária de toda área e das licenças aprovadas”, diz a nota assinada pelo diretor Wagner Luiz de Mello. Na nota, a SPEL também esclarece que tem firmado um contrato de parceria com o Banco UBS Pactual desde fevereiro de 2008, “como adviser financeiro e estratégico” para o empreendimento do Grand Natal Golf.

O secretário estadual do Turismo, Fernando Fernandes, disse que tão logo soube das noticias sobre a concordada preventiva da imobiliária do grupo Sánchez, telefonou para o governador em exercício Iberê Ferreira de Souza, bem como informou que a governadora Wilma de Faria, que se encontra em São Paulo, também foi informada do assunto.

Fernando Fernandes disse que o governo estava tranqüilo, mesmo entendendo que a crise imobiliária no mundo pode acabar afetando um setor que vinha em franco crescimento em Natal. “O governo cumpriu todos os seus compromissos com relação a apoio, construção de acessos e outras infra-estruturas”, disse o secretário.

Segundo o advogado Marcos Antônio Medeiros do escritório Ribamar Aguiar Advogados e Associados o pedido de concordata preventiva é uma opção que a empresa tem para evitar a falência. “É uma forma de tentar recuperar a empresa com pagamentos de seus débitos”. O pedido de concordata preventivo no Brasil não significa que empresa esteja falida, é uma forma de tentar tirar a empresa do vermelho pagando os débitos existentes. No Brasil grandes empresas já passaram por pedidos de concordata preventiva e conseguiram se recuperar. “Na Espanha a legislação pode ter outras implicações, mas acho que não muda muita coisa”.

Nominuto – 16/03/08 :: MERCADO IMOBILIÁRIO POTIGUAR AINDA VAI CRESCER POR MAIS 30 ANOS

A previsão é baseada em análise dos aspectos econômicos, climáticos e geográficos. O crescimento do Salão Imobiliário do RN reflete bom momento do setor

Repórter: Itaércio Porpino
Foto: Vlademir Alexandre

Os inúmeros e variados lançamentos do Salão Imobiliário do RN fefletem bom momento do setor. O mercado imobiliário potiguar ainda deve crescer expressivamente pelos próximos 30 anos. A previsão é do presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (Creci-RN), Waldemir Bezerra.

A afirmação de Bezerra à revista Negócios Imobiliários, edição de março, se baseia numa análise dos aspectos econômicos, climáticos e geográficos, e também num relatório elaborado pelo próprio conselho que mostra o aumento de pelo menos 340% do número de profissionais da área nos últimos três anos.

>>> Pergunto: Se ainda restam três décadas de ‘farra’ imobiliária, então pra quê toda essa pressa [dos construtores] em faturar em cima da natureza, da degradação ambiental, dos menos favorecidos e da boa vontade alheia. O tal ‘crescimento’ que estão nos impondo, vem lapidando continuamente NOSSA dignidade, NOSSA cidade, NOSSO bairro e NOSSA praia.

O crescimento do VII Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte, que está sendo realizado no Centro de Convenções de Natal, reflete o bom momento do setor. Esta edição teve um incremento em 50% no número de grupos internacionais e de 30% na quantidade de empresas nacionais, o que resultou no acréscimo de 82 empresas em relação à edição passada.

A feira imobiliária, que já é a segunda maior do Brasil, perdendo apenas para a de São Paulo, começou quarta-feira (12) e termina neste domingo (16), às 22h, com expectativas de que os negócios movimentem em torno de R$ 60 milhões.

A chegada de novas e grandes incorporadoras nacionais da construção civil em Natal e de grupos internacionais, como o Eurogreen, de Portugal, Promaga, Casa Azahar, Sanchez e Valero Brasil, todos da Espanha, também é um indicativo do potencial do mercado local.

O presidente do Creci, Waldemir Bezerra, estima que os investimentos neste ano de 2008 tenham um crescimento entre 20% e 25%. O turismo de segunda residência é, na avaliação dele, o principal responsável por esse incremento.

Para Bezerra, o momento econômico propicia o desenvolvimento no setor. “A moeda está estável, estamos tendo queda na taxa de juros e maior oferta de empregos. Também os bancos estão oferecendo mais facilidade e maior volume de crédito nas linhas de financiamento. Outro dado importante é o aumento no poder aquisitivo das classes sociais C, D e E”, diz.

Soma-se a isso os fatores climáticos e geográficos e uma divulgação eficiente do destino Natal no exterior.

Serviço:

O VII Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte é aberto das 14h às 22h, no Centro de Convenções de Natal.

Nominuto – 16/03/08 :: MERCADO IMOBILIÁRIO POTIGUAR AINDA VAI CRESCER POR MAIS 30 ANOS

A previsão é baseada em análise dos aspectos econômicos, climáticos e geográficos. O crescimento do Salão Imobiliário do RN reflete bom momento do setor

Repórter: Itaércio Porpino
Foto: Vlademir Alexandre

Os inúmeros e variados lançamentos do Salão Imobiliário do RN fefletem bom momento do setor. O mercado imobiliário potiguar ainda deve crescer expressivamente pelos próximos 30 anos. A previsão é do presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte (Creci-RN), Waldemir Bezerra.

A afirmação de Bezerra à revista Negócios Imobiliários, edição de março, se baseia numa análise dos aspectos econômicos, climáticos e geográficos, e também num relatório elaborado pelo próprio conselho que mostra o aumento de pelo menos 340% do número de profissionais da área nos últimos três anos.

>>> Pergunto: Se ainda restam três décadas de ‘farra’ imobiliária, então pra quê toda essa pressa [dos construtores] em faturar em cima da natureza, da degradação ambiental, dos menos favorecidos e da boa vontade alheia. O tal ‘crescimento’ que estão nos impondo, vem lapidando continuamente NOSSA dignidade, NOSSA cidade, NOSSO bairro e NOSSA praia.

O crescimento do VII Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte, que está sendo realizado no Centro de Convenções de Natal, reflete o bom momento do setor. Esta edição teve um incremento em 50% no número de grupos internacionais e de 30% na quantidade de empresas nacionais, o que resultou no acréscimo de 82 empresas em relação à edição passada.

A feira imobiliária, que já é a segunda maior do Brasil, perdendo apenas para a de São Paulo, começou quarta-feira (12) e termina neste domingo (16), às 22h, com expectativas de que os negócios movimentem em torno de R$ 60 milhões.

A chegada de novas e grandes incorporadoras nacionais da construção civil em Natal e de grupos internacionais, como o Eurogreen, de Portugal, Promaga, Casa Azahar, Sanchez e Valero Brasil, todos da Espanha, também é um indicativo do potencial do mercado local.

O presidente do Creci, Waldemir Bezerra, estima que os investimentos neste ano de 2008 tenham um crescimento entre 20% e 25%. O turismo de segunda residência é, na avaliação dele, o principal responsável por esse incremento.

Para Bezerra, o momento econômico propicia o desenvolvimento no setor. “A moeda está estável, estamos tendo queda na taxa de juros e maior oferta de empregos. Também os bancos estão oferecendo mais facilidade e maior volume de crédito nas linhas de financiamento. Outro dado importante é o aumento no poder aquisitivo das classes sociais C, D e E”, diz.

Soma-se a isso os fatores climáticos e geográficos e uma divulgação eficiente do destino Natal no exterior.

Serviço:

O VII Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte é aberto das 14h às 22h, no Centro de Convenções de Natal.

Comunicação MST :: INVESTIMENTOS NO LITORAL DO RN SERVE DE LAVANDERIA PARA DINHEIRO SUJO

por Mariana Duque
Comunicação MST

[...] Enquanto as opiniões se dividem de forma clara quanto à compra de terras para a agricultura ou para a preservação de florestas, por ora os investimentos estrangeiros em imóveis urbanos parecem não ser motivo de uma celeuma da mesma proporção.

Ao menos é a opinião de Waldemir Bezerra, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte. Com 32 anos de mercado imobiliário, ele acaba de investir na ampliação do escritório na praia de Ponta Negra, em Natal, para atender melhor aos estrangeiros, com secretárias que falam quatro idiomas. Ele conta que nos últimos cinco anos as terras no estado tiveram uma valorização média de 1.000%.

No estado não se compra um flat por menos de 50 mil euros. Um chalé de cerca de 250 metros quadrados chega a custar 700 mil euros. Os principais interessados são os espanhóis, seguidos pelos portugueses, ingleses, franceses e holandeses. “Dinheiro é sempre bem-vindo, ele movimenta toda a economia”, garante Bezerra.

Por outro lado, há os que escolham as belas praias para lavagem de dinheiro. No ano passado, a polícia prendeu uma quadrilha européia que investiu em imóveis para lavar dinheiro de tráfico e prostituição. A euforia de turistas estrangeiros, é bom lembrar, ainda que irrigue a economia, tem o lado perverso, como a sobrecarga dos serviços públicos, normalmente deficitários.

Não são poucos os casos no litoral nordestino de investidores internacionais que simplesmente fecham trechos de praia sem se importar com a comunidade do entorno. Como diz Bezerra, dinheiro é bem-vindo, no turismo ou no campo, mas desde que as regras sejam obedecidas.

# Escritório Nacional do MST- RJ
. Telefones: (21) 2533.6556 / (21) 9736.3678

Comunicação MST :: INVESTIMENTOS NO LITORAL DO RN SERVE DE LAVANDERIA PARA DINHEIRO SUJO

por Mariana Duque
Comunicação MST

[...] Enquanto as opiniões se dividem de forma clara quanto à compra de terras para a agricultura ou para a preservação de florestas, por ora os investimentos estrangeiros em imóveis urbanos parecem não ser motivo de uma celeuma da mesma proporção.

Ao menos é a opinião de Waldemir Bezerra, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte. Com 32 anos de mercado imobiliário, ele acaba de investir na ampliação do escritório na praia de Ponta Negra, em Natal, para atender melhor aos estrangeiros, com secretárias que falam quatro idiomas. Ele conta que nos últimos cinco anos as terras no estado tiveram uma valorização média de 1.000%.

No estado não se compra um flat por menos de 50 mil euros. Um chalé de cerca de 250 metros quadrados chega a custar 700 mil euros. Os principais interessados são os espanhóis, seguidos pelos portugueses, ingleses, franceses e holandeses. “Dinheiro é sempre bem-vindo, ele movimenta toda a economia”, garante Bezerra.

Por outro lado, há os que escolham as belas praias para lavagem de dinheiro. No ano passado, a polícia prendeu uma quadrilha européia que investiu em imóveis para lavar dinheiro de tráfico e prostituição. A euforia de turistas estrangeiros, é bom lembrar, ainda que irrigue a economia, tem o lado perverso, como a sobrecarga dos serviços públicos, normalmente deficitários.

Não são poucos os casos no litoral nordestino de investidores internacionais que simplesmente fecham trechos de praia sem se importar com a comunidade do entorno. Como diz Bezerra, dinheiro é bem-vindo, no turismo ou no campo, mas desde que as regras sejam obedecidas.

# Escritório Nacional do MST- RJ
. Telefones: (21) 2533.6556 / (21) 9736.3678