.: Praias não dispõem de equipamentos esportivos

TRIBUNA DO NORTE – 13/out/2009
Foto: Marcelo Barroso


Faltam opções para a prática de atividades esportivas

Caminhar. Essa é a única alternativa para os frequentadores das praias urbanas de Natal. Ao contrário de outras capitais do Nordeste, Natal não mantém espaços dedicados ao lazer e para se praticar exercícios físicos em suas praias, o que incomoda a população. A praia do Forte é o único local que conta com quadra, campo de futebol e etc, construídos pelo poder público.

A urbanização da orla da praia do Forte data do ano 2000 e embora alguns dos equipamentos estejam em mau estado de conservação, ainda são largamente utilizados pela população, principalmente pelas pessoas que moram nos arredores. “Eu sempre venho aqui porque a minha academia não funciona no domingo e é um bom espaço para fazer exercícios. O pessoal dos bairros aqui, como Brasília Teimosa e Mãe Luiza, também sempre vem praticar esporte”, diz Roberto Alves, de 18 anos, que é atleta profissional. Aquele trecho da praia, que vai desde a entrada da Ponte de Todos até o Forte dos Reis Magos, tem uma quadra poliesportiva, um campo de futebol e alguns equipamentos para exercícios físicos, para se praticar barras e paralelas.

O mesmo equipamento já esteve presente na Praia de Ponta Negra, mas era mantido por donos de quiosques que tentavam cativar os seus fregueses. Como não eram oficiais, foram retirados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), de acordo com o presidente da Associação de Trabalhadores Informais de Ponta Negra, Marcos Martins. “O pessoal da iniciativa privada mantinha alguns equipamentos que foram retirados pela Semsur já faz alguns anos”, diz Marcos. O atleta Roberto Lima afirma que a retirada foi positiva. “O equipamento que tinha lá em Ponta Negra era inadequado anatomicamente. Esse que tem aqui na Praia do Forte é mais indicado”, avalia.

Da mesma forma, um dos pontos da praia, próximo ao Morro do Careca, conta com redes e marcações do que seria uma quadra de volei de praia. Contudo, o equipamento não é da Prefeitura e sim de alguns donos de quiosques. “É a própria sociedade que mantém a rede e as marcações da quadra. A Prefeitura mesmo não faz nada por aqui em termos de esporte. A única alternativa para quem frequenta Ponta Negra é tomar banho no mar ou caminhar no calçadão”, diz Marcos Martins.

O casal Werner Bezerra e Luciana Oliveira desfrutava do clima da praia na manhã de ontem, dia das Crianças, com seus dois filhos, Mateus e Daniel, de 11 e dois anos, respectivamente. Werner concorda que faltam opções de lazer nas praias da cidade. “Poderia ter um parquinho, ou um local específico para crianças. Seria realmente muito bom, faz falta”, diz Werner. O advogado Sidcley Barros, que curtia o feriado da segunda ao lado da mulher, Larissa, e da filha de dois anos, Maria Laura, também reclama das poucas alternativas da Praia de Ponta Negra. “Nós frequentamos a praia e realmente existe uma carência de opções mais diversificadas de lazer aqui”, encerra.

.: Patrimônio Natural precisa ser preservado [jul/08]

Praia de Ponta Negra [clique na imagem para ampliar]

TRIBUNA DO NORTE – 15/jul/2008

O bancário paulista Fernando Cruz veio a Natal pela primeira vez esta semana e logo detectou uma grande diferença em relação ao cotidiano da cidade de São Paulo. “Lá, quando o dia nasce e você abre a janela, só vê prédios para todos os lados, aqui não, por isso que vocês têm mesmo de preservar a paisagem local”, ressalta. A observação do turista vai ao encontro da preocupação de ambientalistas e do poder público, mas certamente também terá de estar entre as prioridades do próximo prefeito da capital.

Isso porque o Plano Diretor de Natal já prevê diversos mecanismos de proteção do chamado “patrimônio cênico-paisagístico” da cidade, porém o futuro administrador da capital precisará fazer valer esses instrumentos e ainda detalhar as regras das áreas de controle de “gabarito” (altura máxima permitida para construções), através de regulamentação. Dentre essas áreas estão a orla que vai do Forte dos Reis Magos ao Morro do Careca, as Zonas de Proteção Ambiental (ZPAs), a margem esquerda do rio Potengi e o entorno do Parque das Dunas.

Na maioria desses pontos, o gabarito máximo se mantém em 7,5 m até uma nova legislação ser aprovada (há exceções como a Via Costeira, onde a altura máxima deve ser equivalente ao nível da pista) e a licença ambiental para qualquer novo projeto só poderá ser concedida pela Semurb após apresentação de “relatório de impacto paisagístico”, por parte do empreendedor. A regulamentação dessas áreas deve ocorrer até junho de 2009, quando se encerra o convênio da Prefeitura com a empresa contratada para elaborar esses estudos.

No entender de visitantes como Fernando Cruz, a possibilidade de Natal manter preservada a vista dos “cartões-postais” da cidade não é algo importante apenas para quem vem de fora, pois a multiplicação de “espigões” pode acabar prejudicando também a qualidade de vida dos moradores locais. “Não vejo necessidade de se estar construído prédios altos à beira-mar”, defende, se referindo principalmente à região da praia de Ponta Negra e ressaltando a beleza da visão do mar e do morro do Careca.

Para a secretária de Meio Ambiente e Urbanismo, Ana Míriam Machado, a legislação atual é “rica” em ferramentas de controle dessas ameaças. “O Plano Diretor contempla a preservação dos nossos monumentos naturais e não é só Ponta Negra. Temos locais como na zona Norte (margem esquerda do rio Potengi), ou mesmo áreas da Salgado Filho e Hermes da Fonseca, no entorno do Parque das Dunas, que precisam ser preservados”, aponta.

Ela entende que a manutenção de todo o patrimônio ambiental da capital norte-rio-grandense é fundamental à qualidade de vida na cidade e as paisagens fazem parte desse patrimônio maior. A proteção ao chamado “valor cênico-paisagístico” está prevista nas normas que determinarão as regras para ocupação e uso não só das ZPAs e das ZETs, mas também no artigo 20 da Plano Diretor, que permite à Prefeitura “instituir novas áreas non aedificandi” com o objetivo de ampliar os espaços a serem protegidos.

Ambientalista critica o poder público

Natal seria a mesma cidade se não houvesse a vista do Morro do Careca? A pergunta feita pelo presidente da Associação Potiguar Amigos da Natureza (Aspoan), Francisco Iglesias, dá uma noção da importância de se preservar as paisagens da cidade. Ele lembra, contudo, que essa preocupação deve ir muito além do cartão-postal de Ponta Negra. “O entorno do Parque das Dunas, o rio Potengi, nossas áreas verdes, entre outros, são todos patrimônios paisagísticos que precisam ser mantidos”, cita.

O ambientalista critica a legislação atual, considerada por ele insuficiente para assegurar a manutenção desse patrimônio e lembra que a preservação dessas áreas é fundamental. “Natal tem algumas das paisagens mais belas do Brasil e somente esses espaços podem diminuir o impacto de todo esse concreto que vem sendo erguido, de toda essa destruição dos mangues, áreas verdes, a retirada das árvores”, exemplifica.

Ele lamenta que o próprio poder público, muitas vezes, acabe “contribuindo” para a criação de “ruídos visuais”, como no caso da manutenção dos postes de energia ao longo da Via Costeira, que atrapalham a vista do Parque das Dunas. “O poder público é o pior empreendedor que se tem. Acha que tudo pode”, reclama o presidente da Aspoan.

Francisco Iglesias afirma ainda que o interesse maior dos construtores é no lucro, independente da questão ambiental, portanto cabe aos governos e à população equilibrar essa balança, defendendo o patrimônio paisagístico da capital potiguar. “Esse é um grande desafio para o próximo prefeito”, considera.

“Natal está na contramão do mundo”

Em termos de preservação paisagística, Natal vem seguindo na contramão do restante do mundo. Essa é a opinião do professor do curso de Ecologia da UFRN, Aristotelino Monteiro. Ele considera que enquanto na cidade se convive com uma visão de desenvolvimento baseado na chegada de grandes construções, em detrimento dos recursos naturais, o restante do mundo já começou a se preocupar com o equilíbrio entre esse crescimento e a preservação do meio ambiente.

“Infelizmente, quase não temos mais áreas verdes e não há, por exemplo, incentivo a obras ‘ecoeficientes’, nem privilégios para as que já respeitam a natureza”, lamenta o ambientalista. Ele cita inclusive o novo Parque da Cidade, onde os prédios existentes “abrem mão” de aproveitar a iluminação e a ventilação natural, enquanto vivem “à base de ar-condicionados.”

>>> Comentário pertinente: A cada novidade uma decepção, a cada decepção renova-se a certeza de que ainda temos muito o que fazer por essa cidade, a cada certeza novas constatações óbvias: como continuar sendo um lugar aprazível e turístico se os detentores do poder econômico e político não contribuem para assegurar a Qualidade de Vida que ainda nos resta?!

Jornal de Hoje :: ZONA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL É DISCUTIDA NA CÂMARA

Proposta é traçar regras para a ocupação e realização de obras próximas ao Forte

por Redação
Foto: Idema

Na manhã desta quinta-feira (12), a Câmara Municipal do Natal realizou uma audiência pública para discutir o projeto de lei 161/2007, que dispõe sobre o uso do solo, limites e prescrições urbanísticas da Zona de Proteção Ambiental do Forte dos Reis Magos e adjacências, correspondente à ZPA 7. O debate ocorreu dentro da reunião extraordinária conjunta da comissão de Legislação, Justiça e Redação Final com a comissão de Planejamento Urbano, Trânsito e Meio Ambiente.

A proposta do prefeito Carlos Eduardo (PSB) visa traçar novas regras para a ocupação e realização de obras na ZPA 7, área que abrange parte do Rio Potengi, praia do Forte, Ponte Newton Navarro, área militar e parte do bairro de Santos Reis. No local, inclusive, há a intenção de que seja construída uma Marina, mas o teor da discussão estava relacionado primeiramente à regulamentação da ZPA.

“Sabemos da intenção de que seja construída uma Marina no local, mas estamos aqui para discutir o projeto e a regulamentação da ZPA 7. Caso aprovado o projeto de lei, posteriormente deveremos fazer a discussão acerca da Marina, que deverá seguir as regras do projeto aprovado e terá a necessidade de ser amplamente discutida em novas audiências públicas”, explicou o vereador Emílson Medeiros (PPS).

No projeto de lei, a ZPA 7 estaria dividida em três subzonas, sendo a SZ1, SZ2 e SZ3. Na primeira, que abrange a vegetação de mangue, faixa de praia, tabuleiro costeiro, arrecifes e vegetação, incluindo o Forte dos Reis Magos, não há a possibilidade de construções, haja vista a presença de elementos de aspecto paisagístico, histórico e turístico a serem protegidos.

Já na SZ2, que abrange área de tabuleiro costeiro e vegetação, já ocupada com equipamentos urbanos de uso militar, de recreação e laser, e equipamento viário (Ponte), haverá a possibilidade de construções, assim como na SZ3, que abrange feições de dunas fixas e tabuleiro costeiro, com ocupação de solo.

Para a regulamentação da SZ2, o projeto determina que o gabarito máximo de construção seja de 7,50m (dois pavimentos) em relação ao perfil natural do terreno, incluindo os equipamentos instalados acima da ultima laje. Além disso, também é determinado que haja um recuo em relação às vias de 10m, destinados a ciclovias, paradas de ônibus e áreas verdes, um recuo em relação à ponte de 30m a partir do meio-fio, a taxa de ocupação máxima de 40% e o coeficiente de aproveitamento de 0,8.

O uso do solo da área poderá ser destinado ao desenvolvimento das atividades de turismo, recreação e laser, educação ambiental e turismo ecológico.

No caso da SZ3, será permitido o uso da área por militares pré-existentes, ou aqueles necessários à defesa nacional; recreação e lazer; pesquisas científicas de preservação e conservação ambiental; Educação Ambiental; Turismo Ecológico; Reserva Particular do Patrimônio Natural e Reflorestamento e implantação de viveiros através de plano ou projeto de vegetação. A utilização do espaço também deverá respeitar as regras do Plano Diretor de Natal, ficando proibida, inclusive, uma construção superior a 7,5m de altura.

Outro ponto que também ficou determinado no projeto é a necessidade de que, além da autorização da Prefeitura do Natal, através da Semurb, as obras também terão que ter os projetos estudados pelo Conselho Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (Complan). No órgão, haverá o estudo o impacto ambiental, a análise das soluções apresentadas para o esgotamento sanitário, abastecimento d’água, entre outros pontos indispensáveis para que o empreendimento seja liberado.

Empresários do turismo demonstraram satisfação com a proposta, que, segundo eles, atenderá a necessidade de crescimento turístico sem comprometer o Meio Ambiente.

Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito Carlos Eduardo. Durante a apreciação na Câmara, inclusive, há a possibilidade de que os parlamentares apresentem emendas para alterar alguma determinação do projeto. A expectativa é que a proposta seja votada ainda no mês de junho.

Jornal de Hoje :: ZONA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL É DISCUTIDA NA CÂMARA

Proposta é traçar regras para a ocupação e realização de obras próximas ao Forte

por Redação
Foto: Idema

Na manhã desta quinta-feira (12), a Câmara Municipal do Natal realizou uma audiência pública para discutir o projeto de lei 161/2007, que dispõe sobre o uso do solo, limites e prescrições urbanísticas da Zona de Proteção Ambiental do Forte dos Reis Magos e adjacências, correspondente à ZPA 7. O debate ocorreu dentro da reunião extraordinária conjunta da comissão de Legislação, Justiça e Redação Final com a comissão de Planejamento Urbano, Trânsito e Meio Ambiente.

A proposta do prefeito Carlos Eduardo (PSB) visa traçar novas regras para a ocupação e realização de obras na ZPA 7, área que abrange parte do Rio Potengi, praia do Forte, Ponte Newton Navarro, área militar e parte do bairro de Santos Reis. No local, inclusive, há a intenção de que seja construída uma Marina, mas o teor da discussão estava relacionado primeiramente à regulamentação da ZPA.

“Sabemos da intenção de que seja construída uma Marina no local, mas estamos aqui para discutir o projeto e a regulamentação da ZPA 7. Caso aprovado o projeto de lei, posteriormente deveremos fazer a discussão acerca da Marina, que deverá seguir as regras do projeto aprovado e terá a necessidade de ser amplamente discutida em novas audiências públicas”, explicou o vereador Emílson Medeiros (PPS).

No projeto de lei, a ZPA 7 estaria dividida em três subzonas, sendo a SZ1, SZ2 e SZ3. Na primeira, que abrange a vegetação de mangue, faixa de praia, tabuleiro costeiro, arrecifes e vegetação, incluindo o Forte dos Reis Magos, não há a possibilidade de construções, haja vista a presença de elementos de aspecto paisagístico, histórico e turístico a serem protegidos.

Já na SZ2, que abrange área de tabuleiro costeiro e vegetação, já ocupada com equipamentos urbanos de uso militar, de recreação e laser, e equipamento viário (Ponte), haverá a possibilidade de construções, assim como na SZ3, que abrange feições de dunas fixas e tabuleiro costeiro, com ocupação de solo.

Para a regulamentação da SZ2, o projeto determina que o gabarito máximo de construção seja de 7,50m (dois pavimentos) em relação ao perfil natural do terreno, incluindo os equipamentos instalados acima da ultima laje. Além disso, também é determinado que haja um recuo em relação às vias de 10m, destinados a ciclovias, paradas de ônibus e áreas verdes, um recuo em relação à ponte de 30m a partir do meio-fio, a taxa de ocupação máxima de 40% e o coeficiente de aproveitamento de 0,8.

O uso do solo da área poderá ser destinado ao desenvolvimento das atividades de turismo, recreação e laser, educação ambiental e turismo ecológico.

No caso da SZ3, será permitido o uso da área por militares pré-existentes, ou aqueles necessários à defesa nacional; recreação e lazer; pesquisas científicas de preservação e conservação ambiental; Educação Ambiental; Turismo Ecológico; Reserva Particular do Patrimônio Natural e Reflorestamento e implantação de viveiros através de plano ou projeto de vegetação. A utilização do espaço também deverá respeitar as regras do Plano Diretor de Natal, ficando proibida, inclusive, uma construção superior a 7,5m de altura.

Outro ponto que também ficou determinado no projeto é a necessidade de que, além da autorização da Prefeitura do Natal, através da Semurb, as obras também terão que ter os projetos estudados pelo Conselho Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (Complan). No órgão, haverá o estudo o impacto ambiental, a análise das soluções apresentadas para o esgotamento sanitário, abastecimento d’água, entre outros pontos indispensáveis para que o empreendimento seja liberado.

Empresários do turismo demonstraram satisfação com a proposta, que, segundo eles, atenderá a necessidade de crescimento turístico sem comprometer o Meio Ambiente.

Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito Carlos Eduardo. Durante a apreciação na Câmara, inclusive, há a possibilidade de que os parlamentares apresentem emendas para alterar alguma determinação do projeto. A expectativa é que a proposta seja votada ainda no mês de junho.

Prefeitura de Natal – 19/03/08 :: AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTIRÁ IMPLANTAÇÃO DA MARINA DE NATAL

Na próxima semana [essa semana - 24 a 28/3], o secretário Municipal de Turismo, Fernando Bezerril, estará marcando na Câmara Municipal de Natal uma Audiência Pública para discutir a implantação da Marina de Natal. O Projeto chega na fase final de aprovação. Em visita à Secretaria de Turismo, o prefeito em exercício Dickson Nasser conheceu a maquete da Marina e disse que a implantação do projeto causará um incremento do turismo internacional colocando Natal entre as cidades mais procuradas do mundo.

O projeto que tem um valor de R$ 100 milhões será executado por um consórcio de um grupo espanhol formado por quatro empresas e um banco internacional. A Marina Natal terá capacidade para acomodar 450 barcos de médio e grande porte. “São embarcações de turistas milionários que preferem a região do Caribe para fazer turismo porque as cidades brasileiras não têm marinas capazes de atender a demanda”, disse o secretário Fernando Bezerril.

O projeto já recebeu licenciamento do Conplam, ISFAN, Semurb, Procuradoria Geral do Município, Marinha, Exercito e Aeronáutica. Falta agora o parecer o Idema e Ministério Público. A área escolhida fica entre a ponte Newton Navarro e o Forte dos Reis Magos. Além da Marina, o projeto preve a construção de heliporto para helicóptero e ultraleves, além de uma escola náutica para crianças e jovens de 6 aos 12 anos. A Marina fará a doação de dois barcos para o IPEA para treinamento desses jovens.

Fernando Bezerril disse ainda que Natal não pode perde este grande projeto, pois outros estados já estão de olho do empreendimento. Segundo o secretário, com a sua viabilização Natal passará a ter a maior Marina do Nordeste e o que é melhor, disse, teremos uma empregabilidade de mão de obra de 500 pessoas. Dickson Nasser colocou à Câmara Municipal à disposição para transformar-se em um fórum de discussões e afirmou que um projeto desse porte não pode escapar da cidade até pela sua vocação natural que é o turismo.

>>> Claro que investimentos são bem vindos. Sempre!! Mas não podemos deixar de levantar algumas questões: Se já passou por tantas instituições, para quê uma audiência pública a essa altura?? A população só pode opinar quando as coisas já estão resolvidas? Queremos participar de verdade! Já foram feitos estudos de impacto ambiental, social e cultural na área? Vamos prestar atenção para não decidirem NOSSO futuro sem NOSSA presença. Temos que defender um desenvolvimento coletivo.

Prefeitura de Natal – 19/03/08 :: AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTIRÁ IMPLANTAÇÃO DA MARINA DE NATAL

Na próxima semana [essa semana - 24 a 28/3], o secretário Municipal de Turismo, Fernando Bezerril, estará marcando na Câmara Municipal de Natal uma Audiência Pública para discutir a implantação da Marina de Natal. O Projeto chega na fase final de aprovação. Em visita à Secretaria de Turismo, o prefeito em exercício Dickson Nasser conheceu a maquete da Marina e disse que a implantação do projeto causará um incremento do turismo internacional colocando Natal entre as cidades mais procuradas do mundo.

O projeto que tem um valor de R$ 100 milhões será executado por um consórcio de um grupo espanhol formado por quatro empresas e um banco internacional. A Marina Natal terá capacidade para acomodar 450 barcos de médio e grande porte. “São embarcações de turistas milionários que preferem a região do Caribe para fazer turismo porque as cidades brasileiras não têm marinas capazes de atender a demanda”, disse o secretário Fernando Bezerril.

O projeto já recebeu licenciamento do Conplam, ISFAN, Semurb, Procuradoria Geral do Município, Marinha, Exercito e Aeronáutica. Falta agora o parecer o Idema e Ministério Público. A área escolhida fica entre a ponte Newton Navarro e o Forte dos Reis Magos. Além da Marina, o projeto preve a construção de heliporto para helicóptero e ultraleves, além de uma escola náutica para crianças e jovens de 6 aos 12 anos. A Marina fará a doação de dois barcos para o IPEA para treinamento desses jovens.

Fernando Bezerril disse ainda que Natal não pode perde este grande projeto, pois outros estados já estão de olho do empreendimento. Segundo o secretário, com a sua viabilização Natal passará a ter a maior Marina do Nordeste e o que é melhor, disse, teremos uma empregabilidade de mão de obra de 500 pessoas. Dickson Nasser colocou à Câmara Municipal à disposição para transformar-se em um fórum de discussões e afirmou que um projeto desse porte não pode escapar da cidade até pela sua vocação natural que é o turismo.

>>> Claro que investimentos são bem vindos. Sempre!! Mas não podemos deixar de levantar algumas questões: Se já passou por tantas instituições, para quê uma audiência pública a essa altura?? A população só pode opinar quando as coisas já estão resolvidas? Queremos participar de verdade! Já foram feitos estudos de impacto ambiental, social e cultural na área? Vamos prestar atenção para não decidirem NOSSO futuro sem NOSSA presença. Temos que defender um desenvolvimento coletivo.

Jornal de Hoje :: CHUVAS CAUSAM BURACOS E OUTROS TRANSTORNOS EM NATAL

Buracos causam transtornos ao trânsito Natalense

da Redação
Foto: Eduardo Felipe

Avenida Bernardo Vieira

Na ponte Newton Navarro, que liga a Redinha ao Forte dos Reis Magos, parte do trecho que antecede a cabeceira, cedeu, causando uma cratera. O serviço de recuperação já foi iniciado. Já na avenida Bernardo Vieira, dois buracos estão infernizando a vida dos motoristas, principalmente, nos horários de maior pico. A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Semov) ainda não havia tomado as devidas providências neste sábado.

Na feira do Alecrim, cerca de cinco tendas que cobrem as barracas não suportaram a pressão das chuvas que caíram, desde a madrugada de hoje e rasgaram. Hoje pela manhã, a reclamação era constante por parte dos feirantes. É que a estrutura metálica que compõe as barracas apresenta sinais de ferugem por todas parte. De acordo com o comerciante Severo José da Silva, a Prefeitura teve boa vontade em padronizar as barracas, mas optou por usar um material de má qualidade. “Quando isso aqui cair na cabeça de alguém, quero ver o que eles irão falar. A qualidade das tendas é tão ruim que rasga até com água. Isso é imoral”, disse.

# TRIBUNA DO NORTE – 23/03/08 :: Alagamento prejudica moradores em Natal

>>> Enquanto a cidade padece, muitos lucram em cima de um quase ex-paraíso. Se a qualidade do asfalto novo da nova Bernardo Vieira e dos acessos da Ponte Newton Navarro forem iguais ao projeto do emissário submarino estamos feitos!!

Jornal de Hoje :: CHUVAS CAUSAM BURACOS E OUTROS TRANSTORNOS EM NATAL

Buracos causam transtornos ao trânsito Natalense

da Redação
Foto: Eduardo Felipe

Avenida Bernardo Vieira

Na ponte Newton Navarro, que liga a Redinha ao Forte dos Reis Magos, parte do trecho que antecede a cabeceira, cedeu, causando uma cratera. O serviço de recuperação já foi iniciado. Já na avenida Bernardo Vieira, dois buracos estão infernizando a vida dos motoristas, principalmente, nos horários de maior pico. A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Semov) ainda não havia tomado as devidas providências neste sábado.

Na feira do Alecrim, cerca de cinco tendas que cobrem as barracas não suportaram a pressão das chuvas que caíram, desde a madrugada de hoje e rasgaram. Hoje pela manhã, a reclamação era constante por parte dos feirantes. É que a estrutura metálica que compõe as barracas apresenta sinais de ferugem por todas parte. De acordo com o comerciante Severo José da Silva, a Prefeitura teve boa vontade em padronizar as barracas, mas optou por usar um material de má qualidade. “Quando isso aqui cair na cabeça de alguém, quero ver o que eles irão falar. A qualidade das tendas é tão ruim que rasga até com água. Isso é imoral”, disse.

# TRIBUNA DO NORTE – 23/03/08 :: Alagamento prejudica moradores em Natal

>>> Enquanto a cidade padece, muitos lucram em cima de um quase ex-paraíso. Se a qualidade do asfalto novo da nova Bernardo Vieira e dos acessos da Ponte Newton Navarro forem iguais ao projeto do emissário submarino estamos feitos!!

Jornal de Hoje :: NATAL GANHA PASSEIO BUCÓLICO PELAS ÁGUAS DO RIO POTENGI

Rio Potengi || Foto: Toatoa Passeios

da Redação JH

Empresa Toatoa Passeios Náuticos é responsável pelo “city tour”

A exemplo de todas as cidades do mundo com uma vocação turística, Natal também oferece um “city tour” fluvial com alto padrão de qualidade, através da empresa Toatoa Passeios Náuticos, que está disponibilizando para turistas e nativos um passeio de barco pelo Rio Potengi.

O Turismo náutico tem música ambiente de alta qualidade, incluindo artistas locais; trilha pré-gravada em inglês e português com relatos históricos e curiosos sobre o rio e a cidade, além de serviço de bar, banheiro a bordo, drink de cortesia, pães e biscoitos com pastinhas naturais.

O passeio acontece a qualquer dia da semana, mediante reserva por telefone. O horário é sempre às 16 horas e o local de saída é o Iate Clube de Natal. O “tour” fluvial dura cerca de 01h:40 e é feito em uma embarcação Catamarã, com dois motores de popa.

O barco comporta 25 passageiros sentados e é equipado com bar e banheiro. O roteiro não poderia ser mais exótico: saída do Iate Clube, passando pela Ponte Nova, Forte dos Reis Magos, retornando pela outra margem, passando pela Praia da Redinha, mangues, com entradas nas gamboas, admirando o pôr-do-sol, até próximo a Base Naval.

Contempla-se ainda a Pedra do Rosário, a Ribeira, o Cais da Tavares de Lira, Porto de Natal e o Canto do Mangue, até ancorar no Iate Clube.

Informações e Reservas: (84) 3088-1833/(84) 3219-6471/(84) 9999-4488. contato@toatoapasseios.com /www.toatoapasseios.com

Jornal de Hoje :: NATAL GANHA PASSEIO BUCÓLICO PELAS ÁGUAS DO RIO POTENGI

Rio Potengi || Foto: Toatoa Passeios

da Redação JH

Empresa Toatoa Passeios Náuticos é responsável pelo “city tour”

A exemplo de todas as cidades do mundo com uma vocação turística, Natal também oferece um “city tour” fluvial com alto padrão de qualidade, através da empresa Toatoa Passeios Náuticos, que está disponibilizando para turistas e nativos um passeio de barco pelo Rio Potengi.

O Turismo náutico tem música ambiente de alta qualidade, incluindo artistas locais; trilha pré-gravada em inglês e português com relatos históricos e curiosos sobre o rio e a cidade, além de serviço de bar, banheiro a bordo, drink de cortesia, pães e biscoitos com pastinhas naturais.

O passeio acontece a qualquer dia da semana, mediante reserva por telefone. O horário é sempre às 16 horas e o local de saída é o Iate Clube de Natal. O “tour” fluvial dura cerca de 01h:40 e é feito em uma embarcação Catamarã, com dois motores de popa.

O barco comporta 25 passageiros sentados e é equipado com bar e banheiro. O roteiro não poderia ser mais exótico: saída do Iate Clube, passando pela Ponte Nova, Forte dos Reis Magos, retornando pela outra margem, passando pela Praia da Redinha, mangues, com entradas nas gamboas, admirando o pôr-do-sol, até próximo a Base Naval.

Contempla-se ainda a Pedra do Rosário, a Ribeira, o Cais da Tavares de Lira, Porto de Natal e o Canto do Mangue, até ancorar no Iate Clube.

Informações e Reservas: (84) 3088-1833/(84) 3219-6471/(84) 9999-4488. contato@toatoapasseios.com /www.toatoapasseios.com